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OPERAÇÃO MÃOS À OBRA

Gaeco: fiscais são investigados por suspeita de propina para aprovação de projetos

Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão contra os servidores da prefeitura de Sinop

Da Redação

Os fiscais da Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Habitação de Sinop (a 481 km de Cuiabá), alvos da operação Mãos à Obra, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), nesta terça-feira (28), são investigados pelo suposto recebimento de vantagens indevidas para agilizar a tramitação e a aprovação de obras, projetos e outros procedimentos administrativos vinculados à secretaria.

MPMT

Operação Mãos a Obra - Gaeco

Como noticiado anteriormente pelo , estão sendo cumpridos três mandados de busca e apreensão contra dois servidores efetivos do município que atuam na área de fiscalização. Os mandados foram cumpridos na sede da Prefeitura e na residência dos servidores.

MPMT

Operação Mãos a Obra - Gaeco

A Justiça autorizou, durante o cumprimento das ordens judiciais, a apreensão de aparelhos celulares, documentos, projetos relacionados à área de engenharia e outros materiais que serão analisados pelas equipes do Gaeco.

Participam da operação equipes do Grupo de Apoio e do Raio, do 11º Batalhão da Polícia Militar e a Força Tática de Sinop.

Outro lado

Em nota, a gestão municipal afirmou que as diligências dizem respeito a supostas práticas irregulares de dois fiscais de obras de construção da Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Habitação.

"O secretário da pasta recebeu os agentes na manhã desta terça-feira, 28, mostrou as instalações e esclareceu como é a rotina de trabalho no setor", diz trecho da nota.

O texto afirma ainda que a operação do Gaeco não investiga o setor nem as atividades da secretaria, mas sim os servidores. "A administração municipal reafirma seu compromisso com a legalidade, a ética e a transparência na gestão pública, não compactuando com quaisquer práticas irregulares", pontuou a prefeitura ressaltando que, durante as diligências, nada foi apreendido ou levado da secretaria.

A empresa SOS Ambulância, que divide o espaço do escritório onde a operação foi realizada, também emitiu nota esclarecendo que não tem envolvimento com o ocorrido.

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