Substituto de Pagot é afastado por ministro e vai ser investigado
A decisão de afastar Sadok, segundo o Estado de S. Paulo, teria sido embasada em denúncias veiculadas pelo próprio jornal nesta sexta. Segundo a reportagem, a esposa do diretor seria dona da construtora Araújo Ltda, que assinou uma séria de contratos que somariam cerca de R$ 18 milhões em obras em rodovias federais entre 2006 e 2011. Além do afastamento, Passos instaurou uma comissão para investigar as denúncias. O resultado do inquérito pode culminar na demissão definitiva do diretor.
Enquanto isso, o senador Blairo Maggi (PR) pressiona a presidente Dilma Rousseff (PT) a definir o mais rápido possível o futuro de Pagot. Conforme o jornal, o ex-governador e padrinho político do republicano classificou como um "desrepeito" a demora em anunciar uma decisão que já estaria tomada. A presidente não teria se pronunciado ainda devido à lei não permitir que funcionários em férias sejam demitidos. Maggi, por sua vez, alega que o caso de Pagot é uma questão política e não jurídica.