Pivetta diz que reduziu a fome em MT; Wellington e Natasha criticam gestão
Candidatos ao Governo de Mato Grosso apresentaram propostas na TV
O governador e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), destacou durante programa eleitoral exibido na noite desta segunda-feira (21), que ajudou Mato Grosso a ser o estado que mais cresce se comparado às demais unidades da federação. Ele apontou a queda no índices da fome, desemprego e apoio ao social. Já o senador Wellington Fagundes (PL) tratou de criticar insenções fiscais ás "grandes" empresas, enquanto Doutora Natasha (PSD) abordou a corrupção, situação que não será tolerada na sua gestão.
Pivetta apontou o "case de sucesso" como prefeito de Lucas do Rio Verde e como vice-governador. Ele sustenta que mudou a cidade e ajudou alavancar Mato Grosso em várias áreas. O republicano apontou a agroindustria e investimentos em pavimentação para ajudar o escoamento da produção agropecuária. Neste cenário, a candidata a vice, Gisela Simona, endossou o discurso de apoio ao projeto. Pivetta alega que reduziu a fome, desemprego e cuidou do social nos últimos 7 anos.
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Wellington criticou a isenção de impostos para os "grandes", incluindo empresas de Pivetta. Ele defendeu renúncia fiscal para empresas que realmente geram renda e benefícios para o estado. Crítico das obras inacabadas, Wellington pregou a necessidade rever falhas e concentrar esforços.
Natasha abordou a corrupção, apontando suspostos atos criminosos que teriam acontecido na atual gestão. Ela destacou a necessidade valorização do dinheiro público e disse que em um eventual governo comandado por ela haverá transparência, sem margem para corrupção: "cadeira de governador não é para qualquer um".
Sem tempo de TV
Rafael Millas (Missão), Mauricio Coelho (Mobiliza) e Laudicério Machado (Agir), todos concorrendo com chapa pura, não têm direito a tempo de TV e Rádio. Os partidos deles não preencheram os requisitos previsto na cláusula de barreira.
Horário eleitoral
Partidos, federações e coligações disputam o espaço na programação das emissoras para chegar aos mais de 158 milhões de eleitores em todo o país. A propaganda segue até 1º de outubro, às vésperas do 1º turno, e neste ano tem regras específicas para o uso de inteligência artificial (IA).