Com chapa única, Arimatéa comanda pela 2ª vez a presidência da Amam
Assessoria
O juiz José Arimatéa é reconduzido à presidência da Amam para 2º mandato biênio 2017/2018
O juiz José Arimatéa deve ser reconduzido à presidência da Associação Mato-Grossense de Magistrados (Amam) para o biênio 2017/2018. Ele concorreu por chapa única denominada “Valorização e Transparência”. A eleição ocorre durante todo este domingo até as 17h.
O magistrado obteve 174 votos dos 371 juízes e desembargadores ativos e aposentados, que estavam aptos a votar. A posse está prevista para 8 de dezembro.
Também compõem a chapa a juíza Ana Cristina Silva Mendes (1ª vice-presidente), a desembargadora Clarice Claudino da Silva (2ª vice-presidente), a juíza Ana Graziella V.C.A. Corrêa (1ª secretária), o juiz Anderson Gomes Junqueira (2º secretário), o juiz Yale Sabo Mendes (1º tesoureiro) e o juiz Mirko Vicenzo Giannotte (2º tesoureiro).
Para o segundo mandato, Arimatéa afirma que vai investir na valorização dos magistrados de primeiro grau, além de trabalhar em sintonia com a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). O orçamento previsto da Amam continua R$ 100 mil mensais, correspondente a pouco mais de R$ 1 milhão por ano.
Quando foi eleito, em dezembro de 2014, entre as principais propostas de Arimatea estava a implementação de ações que possibilitem o avanço na defesa das prerrogativas dos juízes e desembargadores. Na ocasião, ele elencou como prioridade possibilitar maior participação da Amam no cotidiano dos associados e também ampliar o diálogo com a classe por meio da retomada dos chamados grupos de estudos (encontros regionais), que acabaram ficando num segundo plano.
Perfil
Arimatéa é titular da 3ª Vara Bancária de Cuiabá e preside a associação desde 2015 – após concorrer como chapa de oposição à gestão da época, quando obteve 148 votos, contra 143 da chapa opositora. A reeleição sem concorrência de Arimatéa é reflexo da liderança conquistada pelo magistrado por sua postura ética e perfil conciliador frente as demandas institucionais, na defesa de prerrogativas e na garantia da atuação independente da Magistratura em Mato Grosso.
Ingressou na magistratura pelo estado de Rondônia em 1994. Aprovado em novo concurso público, em 1999, foi empossado juiz em Mato Grosso, onde atuou nas comarcas de Juína, Água Boa, Barra do Bugres, Sinop, Rondonópolis e Cuiabá. Também exerceu o cargo de juiz auxiliar da Corregedoria Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ), no período de 2005 a 2006. (Com Assessoria)