MPE oferece denúncia contra 22 pessoas investigadas pela Operação Convescote
O Ministério Público Estadual (MPE), por meio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), denunciou, nesta quarta (05), 22 pessoas suspeitas de participarem do desvio de recursos públicos por meio de prestação de serviço fictícia nos convênios firmados entre Fundação de Apoio ao Ensino Superior Público Estadual (Faesp) e diversos órgãos públicos, nos anos de 2015 e 2017.
Foram denunciados por crime de organização criminosa, peculato e lavagem de dinheiro em continuidade delitiva: Claúdio Roberto Borges Sassioto, Marcos Moreno Miranda, Luiz Benvenuti Castelo Branco de Oliveira, José Carias da Silva Neto, Karinny Emanuelle Campos Muzzi de Oliveira, João Paulo Silva Queiroz, José Antonio Pita Sassioto, Hallan Gonçalves de Freitas, Marcos José da Silva, Jocilene Rodrigues de Assunção, Marcos Antonio de Souza e Elizabeth Aparecida Ugolini.
Marcos José e Jocilene, além de responderem por todos os crimes acima, foram apontados no curso das investigações como os líderes da suposta organização criminosa e também denunciados por falsidade ideológica. Eder, por sua vez, responderá por corrupção ativa.
Foram acusados pelo crime de falsidade ideológica em continuidade delitiva: Lázaro Romualdo Gonçalves de Amorim, Alison Luis Bernardi, Nerci Adriano Denardi, Márcio José da Silva, Tschales Franciel Tschá, Drieli Azeredo Ribas, Marcelo Catalano Correa, Sued Luz e Odenil Rodrigues de Almeida.
Continuam presos Cláudio Sassioto, José Carias, José Sassioto, Hallan de Freitas, Marcos José e Eder Gomes.
Os promotores do Gaeco informaram à Justiça que será instaurado procedimento investigatório complementar para total elucidação dos fatos envolvendo a Faespe e outras instituições e entes públicos.
Destacaram também que houve o arquivamento das investigações por comprovar falta de envolvimento de Alysson Sander de Souza e Fabricio Ribeiro Nunes Domingues. (Com assessoria)