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PARTIDO E OS CANDIDATOS À PREFEITURA EM 2012 Quinta-feira, 02 de Maio de 2013, 19:05 - A | A

Quinta-feira, 02 de Maio de 2013, 19h:05 - A | A

Várzea Grande

Walace cria cargos ao custo de R$ 150 mil; Sabatini vê eficiência

Executivo cria cargos ao custo de R$ 150 mil; Sabatini prega eficiência

--  Vereador Wanderley Cerqueira critica proposta   O prefeito de Várzea Grande Walace Guimarães (PMDB) encaminhou mensagem ao Legislativo para criação de três novos cargos na secretaria de Finanças, sob Mauro Sabatini. A manutenção dos comissionados terá o custo aproximado de R$ 150 mil ao ano. O projeto de lei de autoria do Executivo cria os cargos de assessor especial e superintende de finanças, com salários de R$ 5 mil cada. Além disso, prevê uma vaga de assessor técnico nível DGA-7 no valor de R$ 1,5 mil.

  A matéria encontrou resistência dos vereadores do chamado Bloco Independente, liderado por Walderley Cerqueira (PSD) e Pery Taborelli (PV). “Várzea Grande atravessa dificuldades e aumentar três cargos com estes valores é um absurdo, principalmente pelas dificuldades vividas pelo Pronto-Socorro, por falta de compra de medicamentos. Por isso irei votar contra”, disse Wanderley.

  Taborelli, por sua vez, afirmou que Walace reclama dos valores da folha de pagamento e manda mensagem para aumentá-la. “O prefeito deve ser coerente, não tem dinheiro e quer aumentar os cargos. O prefeito deve colocar os pés no chão e trabalhar com a realidade”, disparou.

  O vereador Pedro Tolares (PSD), o Pedrinho, pediu vistas ao projeto. Na justificativa, sustenta que a matéria precisa ser analisada com mais cautela antes da apreciação em plenário.

  O secretário de Finanças Mauro Sabatini explicou que os cargos pleiteados pelo Executivo foram retirados quando a pasta foi desmembrada para criação da secretaria de Planejamento, sob comando de José Augusto. “Com isso, ficamos sem quadros essenciais para o funcionamento da pasta. Preciso de um quadro técnico para realizar uma gestão eficiente”, defende.

  Além disso, Sabatini afirmou que não existe ingerência política na secretaria de Finanças. Por isso, garante que os novos assessores serão nomeados a partir de critérios técnicos. “A secretaria hoje tem uma demanda muito grande. São muitos restos a pagar e erro na contabilidade da gestão anterior. Os novos cargos vão possibilitar mais eficiência. Não serão gastos desnecessários”, concluiu.

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