Cuiabá, 07 de Novembro de 2026

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Romilson Dourado

Romilson Dourado é jornalista há mais de 20 anos. Escreve neste blog desde 2006. Formado em Letras e em Comunicação Social.
Foi professor. Trabalhou como repórter, editor e apresentador de TV. Neste Blog, acompanha e comenta os bastidores da política, com notícias exclusivas, e outros temas relevantes.

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crise política
43% aprovam intervenção militar; oficial afirma que remédio é amargo

Por Jacques Gosch 2017-09-30 08:45:00

Assessoria

Marcos Gattass

Presidente da Associação em MT, advogado Marcos Gattass afirma que militares da reserva veem intervenção das Forças Armadas como recurso de última necessidade

Um levantamento online realizado pelo Paraná Pesquisas apontou que 43% dos 2.540 entrevistados apoiam uma intervenção militar temporária no Brasil.

O questionário foi aplicado entre 25 e 28 de setembro, poucos dias depois do comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, admitir a possibilidade de intervenção militar se houver no país “eminência de caos”.

No programa Conversa com Bial do último dia 20, o general Villas Bôas declarou que o artigo 142 da Constituição outorga que as Forças Armadas podem ser empregadas na garantia da lei e da ordem. Afirmou ainda que a intervenção militar pode acontecer por iniciativa de um dos Poderes ou até por conta própria.

Com isso, o comandante do Exército respondeu à declaração do também general Antonio Hamilton Mourão. Isso porque o oficial defendeu publicamente a intervenção militar caso o Judiciário não resolva o problema da corrupção.

“Intervenção militar é remédio forte e amargo, que deve ficar longe do alcance das mãos e ser usado só em última necessidade”

Para o presidente da Associação dos Oficiais da Reserva do Exército em Mato Grosso, advogado Marcos Gattass, os 43% da população que defendem intervenção militar não tem compreensão da gravidade da medida. Segundo ele, sua adoção se justifica somente quando o caos está instalado e as instituições deixam de funcionar, o que não é o caso do Brasil.

“Intervenção militar é um remédio forte e amargo, que deve ficar na prateleira longe do alcance das mãos, para ser usado só em última necessidade. Vejo com preocupação quando as pessoas pedem, sem saber disso, e os políticos não conseguem dar resposta adequada”, declarou Gattass em entrevista ao #rdnews.

Marcos Gattass também afirma que os militares da reserva não concordam e não querem intervenção das Forças Armadas. Ele diz acreditar que as autoridades civis são competentes para resolver os problemas do país através do funcionamento das instituições e aperfeiçoamento da democracia. “É importante ter a confiança da população, mas o poder político deve ficar com os civis. Somente diante do efetivo caos, com luta armada e Poderes totalmente corrompidos, se justifica intervenção militar. A situação do Brasil está longe disso”, concluiu.

Pesquisa

Apesar de 43% apoiar a intervenção militar, a proporção dos que são contra ainda é maior, de 51%. Outros 5,3% não sabiam ou não quiseram opinar.

Entre os homens, 43% seriam a favor de uma intervenção, e 52,6% seriam contra. Em relação as mulheres, são 41% a favor e 52% contra, mas com mais proporção entre quem não sabia ou não quis opinar.

O apoio à intervenção militar é maior entre jovens, de 16 a 24 anos (o índice de favoráveis nessa faixa foi de 46%), e menor entre idosos de mais de 60, que viveram o período (só 37% dos entrevistados apoiariam a intervenção e 56% são contra).

A defesa também diminui conforme aumenta a escolaridade: entre os que têm até o ensino fundamental completo, 44% foram a favor de uma intervenção; para quem tem ensino superior, essa proporção cai para 38,9%.

No recorte por região, o apoio a uma intervenção militar temporária foi maior no Norte e no Centro-Oeste, de 44,8%, e menor na região Sul, com 41% dos entrevistados a favor. Os resultados têm uma margem de erro estimada de 2%.

Falta de informação

Jornal da Noticia

 Jo�o Edison

Cientista político João Edisom avalia que defesa da intervenção militar resulta da falta de vivência e da baixa escolaridade e ocorre entre jovens que não viveram a ditadura

O cientista político João Edisom Souza avalia que a defesa da intervenção militar resulta da falta de vivência e da baixa escolaridade, o que é comprovado pelos números do levantamento do Paraná Pesquisas. No entanto, interpreta o desejo de 43% da população como reflexo da bagunça política e jurídica que toma conta do país.

“É natural. Quando há desorganização, muitas pessoas querem alguém que imponha ordem. Apesar da ditadura ser ruim, muitos preferem a imposição como alternativa à bagunça política e jurídica. Por isso, a defesa da intervenção militar encontra eco nesta parcela da população”, pontua.

Sobre a falta de informação, João Edisom destaca que a defesa da intervenção militar tem mais eco entre jovens que não viveram sob a ditadura militar. O cientista acredita ainda que a baixa escolaridade contribui para que formem opinião através de fake news e até com memes nas redes sociais.

“Muitos defensores da intervenção militar têm esse posicionamento porque ouviram falar que naquela época tudo era melhor, não havia violência nem corrupção. A baixa escolaridade os impede de compreender que na ditadura tudo estava submetido à censura do regime e os escândalos não vinham à tona. Também não entendem que a violência era menor no Brasil e em todo mundo e cresceu junto com a população”, concluiu.

Ditadura Militar

Voyager

ditadura

Ditadura militar começou com o golpe de 64 e terminou com redemocratização em 85 marcada por censura, perseguição política e repressão aos que eram contra o regime

A ditadura militar começou com o golpe de 1964 e terminou com a redemocratização em 1985. Caracterizou-se pela falta de democracia, supressão de direitos constitucionais, censura, perseguição política e repressão aos que eram contra o regime.

O presidentes da ditadura militar foram os generais Hugo de Alencar Castelo Branco (1964-1967),  Arthur da Costa e Silva (1967-1969), Emílío Garrastazu Médici (1969-1974), Ernesto Geisel (1974-1979) e João Batista Figueiredo (1979-1985). Entre agosto e outubro de 1969, o Brasil foi governador pela Junta Militar formada pelos ministros Aurélio de Lira Tavares (Exército), Augusto Rademaker (Marinha) e Márcio de Sousa e Melo (Aeronáutica).

A Comissão Nacional da Verdade listou, em relatório final divulgado em 10 de dezembro de 2014, 434 pessoas mortas ou desaparecidas nos 21 anos de ditadura militar. Dados extraoficiais apontam que 82 pessoas teriam sido mortas em Mato Grosso no contexto da luta pela terra e existem relatos de massacre contra povos indígenas, principalmente entre os Xavantes. (Com informações da revista Exame)

Comentários (18)
marcos osorio cidade 03/03/2020 11:55
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nunca existiu golpe no pais,o que aconteceu em 64 é que o povo está esperando que aconteça agora já 2020,intevenção militar urgente,democracia neste nunca existiu,somente para um grupo de dominadores que vem roubando o pais e deixando sempre o povão na misera sem direitos a nada,inclusive na saude,educação,segurança,manuntenção alimentar,laser nada para essa turma que eles acham que so presta para votar,nesses mesmos canalhAS LADRÕES,DIA 15/03/2020 O POVÃO NAS RUAS ,INTERVENÇÃO JÁ

Nielson 20/10/2018 16:58
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Não havendo intervenção nacional, fatalmente haverá estrangeira. EUA principalmente não permitirá que o Brasil se transforme em uma base socialista comunista. Países governados por ditaduras estão se entricheirando pelo Brasil, apoiado pelos traidores da nossa pátria.

Luiz 03/09/2018 10:16
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Só vai mudar de grupo a roubar o país. E não vem falar que militar é sério e blá blá blá...até parece que pelo fato de ser militar por si só prova que é honesto...brasileiro continua sendo MUITO ingênuo, beirando a burrice...

Liliane 26/08/2018 15:08
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Veja o perigo de Lula retornar à presidência: http://carlosliliane64.wixsite.com/magiaeseriados/a-militancia

Liliane 08/07/2018 14:37
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A repressão era contra os comunistas. O que os brasileiros querem hoje? Querem que os comunistas sejam retirados do poder. O caminho é a intervenção militar. É preciso cuidado, porque também há militares socialistas, estes defendem a "legalidade" e a "democracia". Precisamos dos militares patriotas que queiram impedir o socialismo de destruir o Brasil. E é preciso agir logo, entenda aqui: http://carlosliliane64.wixsite.com/magiaeseriados/magia-no-brasil

Liliane 02/06/2018 16:10
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Quem é contra a intervenção militar é que não tem consciência da gravidade da situação atual. Sem intervenção nos tornaremos a Venezuela. Veja mais sobre o socialismo aqui: http://carlosliliane64.wixsite.com/magiaeseriados

roger 11/05/2018 20:54
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O que acho incrivel e pré conceito quase unanime no meio da imprensa que adora o comunismo. Nos ja vivemos quase uma ditadura do pro letariado. Governo militar com a ajuda da sociedade civil pode muito bem pelo amor a patria ajudar a fazer uma transicao segura do modelo socialista comunista que se instalou no Brasil por decadas. Voces se acham donos de toda verdade e mentem ao dizer que so as pessoas nao estudadas apoio a intervencao. Mentira! Ao contrario que falam nessa reportagem tem muitos intelectuais que acham que todas as instituicaoes no Brasil nao funcionam para o brasileiro comum. Porque voces nao citam aqui o Foro de Sao paulo? A nova ordem mundial com Soros? Parem de mentir!

Adriano 15/12/2017 08:51
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Na época do regime limitar existia corrupção, e muita, o problema é que se você denunciasse provavelmente seria torturado e morto. Essas pesquisas de sites nao espelham a realidade, só ignorantes e desinformados poderiam pensar desse jeito, afinal, qual empresa internacional se instalaria ou realizaria investimentos em um país com tamanha insegurança institucional?

Air Francisco Costa 16/11/2017 13:48
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Ao ler os comentários, somente, um me chamou a atenção, pela declaração do leitor Contribuinte: " (...) As instituições estão tão corrompidas que as pessoas sérias e bem intencionadas querem distância de qualquer cargo eletivo (...)". As pessoas sérias, não são assim tão sérias, senão aceitariam o desafio. O que elas tem é medo de não aguentarem e cair na lama, como os demais. Realmente, li em alguns livros da doutrina Kardequiana que, Bezerra de Menezes, médico, por profissão, foi deputado do Rio de Janeiro e não tinha salário. Será que, nossos parlamentares se sujeitariam a não receber proventos, para exercer seus mandatos?

Alexandre 16/11/2017 12:44
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Tem um erro de interpretação aqui nessa matéria, as instituições na verdade não estão fincionando e o aparelhamento do estado está cada vez maior. A conclusão da matéria que diz que não deve ter intervensão fica falsa, obrigado pela oportunidade de participar.

marcio mariano 02/11/2017 17:43
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Intervenção Militar já, Tribunal Militar no lugar do STF pra varrer a corrupção do mapa do Brasil, com eles não tem brincadeira, e para os idiotas que falam de roubo na época dos militares, saibam que João Figueiredo, último presidente militar morreu podre e recebendo ajuda dos amigos, agora olha FHC, Lula, Temer e Aécio seu trouxa! 15 de novembro, podem ir as ruas! O tranco será forte para os corruptos! Selva!

Wagner Borges 29/10/2017 17:05
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Esses caras, estão com medo da ditadura pq com ela eles não podem praticar os aros de covardia que hoje está liberado. Advogado hoje presta para quê? Ridículo é ver pessoas como esses caras falando m. Resumo, se gosta de trabalhar para obter o sustento de sua família, a ditadura não é ruim, agora, se és um vagabundo que coloca um terno para defender outros vagabundos que não querem suar para conquistar as coisas, esses sim ,tem que temer o regime.

jose alves silva 02/10/2017 09:55
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a vantagem que os militares roubou muito e muitas coisas ninguem ficava sabendo né eles matava que denuncia.

joao 02/10/2017 06:56
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Meu pai elogiava bastante os tempos dos militares quando estes estavam no poder, se acontecer a intervenção, este país em 10 anos será uma das maiores potências do mundo. Militares pegam logo, a população brasileira não aguenta mais tantos roubos como tem acontecido no sistema de democracia.

Contribuinte 01/10/2017 13:15
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Eu entendo que o Brasil não está preparado para a democracia! O voto é banalizado e as instituições estão tão corrompidas que as pessoas sérias e bem intencionadas querem distância de qualquer cargo eletivo.

joaoderondonopolis 30/09/2017 10:11
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Que venham os militares, somente eles podem colocar o país no rumo certo. Que saudade dos velhos tempos.

joaoderondonopolis 30/09/2017 10:06
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Que venham os militares, somente eles podem colocar o país no rumo certo. Que saudade dos velhos tempos.

alexandre 30/09/2017 09:26
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Pelo contrário, quem defende á ordem e progresso e as instituições é quem e tem instrução e trabalhou, os baderneiros que não tem estudos, é esperam que o Estado lhes dê tudo. Na época dos militares houve desenvolvimento, projeto de pais, planejamento estratégico, os políticos o planejamento é somente ganhar eleição é fazer caixa pra próxima, quando a esquerda faz m.... A direita prevalece, não quero saber de posicionamento, está tão difícil um homem íntegro para liderar o país, que faça o melhor pro povo, não pra bancada ruralista. Já a basta a decepção a nível de Estado. A esquerda teve 13 anos e quebrou o país.

Presidência do TCE e acordo

2026-11-07 14:56:00

Tony Ribeiro
conselheiros tce capa blog do romilson

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GESTÃO NO TRIBUNAL
O próximo presidente do TCE-MT

Por Romilson Dourado 2026-11-07 14:31:00

Tony Ribeiro

conselheiros tce interna blog do romilson

Nova composição do Pleno do TCE com Luiz Carlos, Isaías, Joaquim, Teis, Neto, Willian e Henrique

O conselheiro Antonio Joaquim será o próximo presidente do TCE-MT.

Seguindo o rito e o acordo "costurado" entre os conselheiros, mesmo que quatro tenham sido afastados no âmbito da operação Tomada de Contas e já com três substitutos integrando o Pleno, Joaquim vai ser aclamado por unanimidade na eleição antecipada para junho do próximo ano.

E sua terceira posse na presidência se dará em 1º de janeiro de 2028, para dois anos de gestão. Já comandou o TCE nos biênios 2008/2009 e 2016/2017.

Hoje, a Mesa Diretora é presidida por Waldir Teis, então vice que passou a comandar o Tribunal com o afastamento e prisão preventiva de Sérgio Ricardo, na semana passada. Compõem agora o Pleno, além de Joaquim e Teis, o procurador-geral do MPC, William Brito Júnior, e os auditores substitutos de conselheiro Luiz Henrique Lima, Luiz Carlos Pereira e Isaías Lopes da Cunha.

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Faissal chega ao 3º mandato

2026-11-07 09:24:00

 
faissal calil votacao blog do romilson

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DEPUTADO ESTADUAL
Faissal ganha o 3º mandato, arrancando 17 mil votos em Cuiabá e 3 mil em Alta Floresta

Por Romilson Dourado 2026-11-06 13:31:00

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Faissal Calil, deputado estadual reeleito pelo PL

Usando bastante as redes sociais para se comunicar com o eleitorado, o advogado Faissal Calil (PL) garantiu seu terceiro mandato de deputado estadual com 41.039, arrancando votos em 137 dos 142 municípios mato-grossenses.

A maior votação de Faissal, irmão da presidente da Câmara da Capital, Paula Calil, se deu em Cuiabá, com 17.141. Ele obteve mais de mil votos em outros três municípios: Alta Foresta (3.490), Várzea Grande (3.090) e Sapezal (1.356).

Só não contabilizou voto em cinco municípios: Araguaiana, Ponte Branca, Novo Santo Antônio, Araguainha e Ribeirãozinho.

Faissal já concorreu a cinco eleições e perdeu apenas uma. Foi na primeira tentativa de cargo eletivo, em 2010, quando se lançou a deputado estadual pelo PSB e chegou a 4.959 votos.

Em 2012, se elegeu vereador de Cuiabá, pelo PSB, com 3.592. Conquistou vaga na Assembleia Legislativa, em 2018, com 20.509, pelo PV. Se reelegeu no pleito de 2022, com 30.240, pelo Cidadania e, neste ano, assegurou o terceiro mandato de estadual com 41.039.

Desta vez, Faissal foi o 11º mais votado, ficando atrás de Alessandra Ferreira, Léo Bortolin, Doutor João José, Beto Dois a Um, Ulysses Moraes, Dilmar Dal Bosco, Samantha Íris, Gilberto Cattani, Lúdio Cabral e do campeão Max Russi.

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João Felício 06/11/2026 23:37
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Foi eleito pela esquerda em 2012, PSB, depois traiu o Prefeito Mauro Mendes e ajudou o APRENDIZ João Emanuel a ser Presidente da Câmara Municipal de Cuiabá. João foi Cassado e condenado depois. Este ano o Nobre parlamentar está envolvido no caso do Desembargador Dirceu (Venda de sentença). Mas é isso. Parque Atalaia rolou solto o faz me rir. Parabéns pelo seu desempenho, Excelência e Viva o Sol

Rico 06/11/2026 14:59
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EM RONDONÓPOLIS
Sem se prender a ideologias, prefeito bolsonarista fecha parcerias e colhe resultados
"Trator" de Rondonópolis atrai altos investimentos dos governos estadual e federal

Por Romilson Dourado 2026-11-05 12:20:00

Ednilson Aguiar

claudio ferreira blog do romilson

Prefeito Cláudio Ferreira, de Rondonópolis

O prefeito rondonopolitano Cláudio Ferreira (PL) tem adotado uma postura diferente das dos demais colegas bolsonaristas que comandam municípios em Mato Grosso.

Ao invés de se prender a questões ideológicas, fomentando intrigas, com ataques ao Governo Lula, a opositores e à chamada esquerda e ao PT, Cláudio prefere a neutralidade e o pragmatismo. E, com isso, sua gestão tem colhido resultados, que são as entregas.

O prefeito lançou, por exemplo, a construção de 1.483 casas populares, no residencial Vida Rondonópolis, na região do Pedra 90, em parceria com os governos estadual e federal, cujos investimentos superam a R$ 320 milhões. As obras já começaram. As unidades serão entregues dentro de dois anos.

Empolgado, o prefeito bolsonarista, chamado de trator, promete construir 10 mil casas com essas parcerias. Além destas 1.483, outras mil unidades estão sendo feitas.

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JOAQUIM 06/11/2026 13:39
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MÉRITO DO GOVERNADOR PIVETA.

José 05/11/2026 14:03
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Ele está certinho. É dessa direita que prioriza a praticidade, a eficácia e os resultados concretos que precisamos. Se Abílio não acordar pra vida e se atentar a isso não vai reeleger aqui.

REPRESENTATIVIDADE
Baixada Cuiabana fica com quase todas cadeiras na Câmara; Sul sem voz

Por Romilson Dourado 2026-11-05 09:51:00

Assessoria

jose medeiros senado

O rondonopolitano Zé Medeiros, que deixa a Câmara para ocupar cadeira de senador

A região Sul (Grande Rondonópolis), que já teve 9 federais nas últimas cinco décadas, fica sem representatividade na Câmara pela primeira vez.

No pleito deste ano não elegeu ninguém.

Enquanto isso, a força política regional que emergiu das urnas consolida ainda mais a Baixada Cuiabana, com seis das oito cadeiras, a serem ocupadas, a partir de fevereiro, na nova legislatura, pelos coronéis Assis, Fernanda e Roveri, além de Fabinho Garcia, Rosa Neide e Virginia Mendes.

A bancada mato-grossense se completa com Juarez Costa (Nortão) e Thiago Boava (Médio-Norte).

Com 72 anos de emancipação politica, Rondonópolis, que hoje tem na Câmara Rodrigo da Zaeli, derrotado à reeleição, e Zé Medeiros, eleito senador, já teve como porta-vozes na Câmara Afro Stefanini, Percival Muniz, Augustinho de Freitas, Wellington Fagundes, Carlos Bezerra, Teté Bezerra, Adilton Sachetti e, hoje em final de mandato, Medeiros e Zaeli.

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Ze da juquira 05/11/2026 13:00
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Tirando Rosa Neide e Barranco o resto e inuteis, nao servi para nada ,so atacam o governo e stf , mais tambem o povo matogrossense merece estipo de inutil doram ele que elegeram, por isso Cuiaba nao tem VLT, BRT , BUD eu la mais o que , pobre nao tem vez na direita so nao enxerga que e burro