Mário Okamura
Percival declarou gasto de R$ 227 mil, Salles R$ 271 mil e Pátio doou R$ 20 mil à própria campanha
O candidato da coligação “Rondonópolis Merece Mais” (PSDB, PSB, DEM, Pros, PSD e PP), vice-prefeito Rogério Salles (PSDB), consta no topo da lista quando se trata de receitas e despesas de campanha. De acordo com o TRE, R$ 670 mil foram doados ao tucano. Destes, Salles já “torrou” R$ 271,9 mil, o que representa 40%.
Conforme a Legislação eleitoral o limite de gasto dos postulantes à majoritária em Rondonópolis é de R$ 2,5 milhões. O montante equivale a 50% do maior gasto da eleição de 2012, somado com 33,7%, correspondente ao INPC acumulado de outubro de 2012 a junho de 2016.
O tucano destinou R$ 76,8 mil à produção de programa eleitoral em rádio e televisão. A segunda maior despesa de Salles foi com contratação de pessoal, R$ 44,5 mil. Há também gastos com pesquisas e testes eleitorais, assim como a locação de veículos. O principal doador da campanha foi o próprio Salles, que desembolsou R$ 200 mil.
Já o candidato à reeleição pela coligação “Seguindo em Frente” (PPS, PMDB, PRB, PDT, PT, PSL, PSC, PR, PTC, PV, PRP, PPL, PC do B e PT do B), prefeito Percival Muniz (PPS), gastou mais do que arrecadou. Foram "torrados" R$ 227 mil, sendo que R$ 151 mil destinados à produção da propaganda eleitoral e R$ 27 mil para materiais impressos. Há também despesas com locação de veículo e produção de jingles, vinhetas e slogans. O candidato destinou para sua campanha R$ 70 mil dos R$ 122 mil arrecadados até agora.
Ao contrário de seus concorrentes, o candidato da coligação “Desenvolvimentos para Todos” (Solidariedade, PTB, PHS, PEN, PMN, PTN, PRTB, Rede, PMB), deputado estadual Zé do Pátio (Solidariedade), realiza campanha “franciscana”. Até agora, conseguiu angariar apenas R$ 20 mil e sem registro de despesas. Do total, R$ 15 mil foram doados pelo próprio candidato.
Nessa linha, o candidato de chapa pura, Rubens Cantuário (Psol), recebeu apenas R$ 2,2 mil oriundos do fundo partidário. Rubens gastou R$ 1 mil com programa eleitoral. O restante foi com material impresso, despesas de terceiros e locação de bens imóveis.
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