O Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público (Sintep) manifestou preocupação pelo secretário-adjunto executivo da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Amauri Monge Fernandes, continuar à frente de uma pasta que movimenta volume expressivo de recursos financeiros.
Isso por que Amauri teve mais de R$ 919,1 mil bloqueados por determinação da Justiça do Paraná, após denúncia de suposto enriquecimento ilícito com recursos públicos daquele Estado.
De acordo com nota do Sintep, assinada pelo presidente Valdeir Pereira, a categoria vê com preocupação a continuidade de Amauri na Seduc "em razão da gravidade desencadeada pelas investigações".
"O Sintep-MT quando tomou conhecimento da indicação do Sr. Amauri para a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso se posicionou e trouxe à tona as preocupações quanto a nomeação de alguém investigado por questões graves que envolvem recursos públicos", traz em comunicado.
Só o orçamento da Seduc deste ano, segundo o orçamento aprovado na Assembleia, é superior a R$ 4 bilhões.
Amauri é réu por suposta prática de improbidade administrativa e responde a uma ação judicial na Vara da Fazenda Pública de Porecatu (PR).
Ele foi o secretário regional do Consórcio de Desenvolvimento e Inovação do Norte do Paraná (CODINORP) até fevereiro de 2020 e, junto com o presidente do órgão da época, Silvio Antônio Damaceno, firmaram um contrato com o Instituto Lótus para fornecimento de material didático e formação continuada para os municípios integrantes do consórcio em 2018.
De acordo com a denúncia do Ministério Público do Paraná, Amauri e Silvio teriam supostamente direcionado o certame para contratação da empresa, que tinha como proprietários os empresários Nabil Mohamad Onissi e Luís Sérgio Barbosa.
Parecer do Tribunal de Contas do Paraná aponta que o Instituto Lótus passou a celebrar inúmeros contratos de prestações de serviços com outras empresas para realizar os serviços demandados pelo certame, sendo que duas delas tinham Nabil e Luís Sérgio como proprietários.
Segundo o MP paranaense, o contrato foi utilizado para suposto enriquecimento ilícito de Amaury, Silvio, Nabil e Luís Sergio, onde o prejuízo causado aos cofres públicos chega a mais de R$ 459,5 mil.
Em nota, a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) esclarece que Amauri Monge Fernandes não foi citado em nenhum processo da Justiça do Paraná e, que tão logo isso aconteça, tomará as medidas cabíveis na forma da lei.
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Edmar Augusto de Oliveira Silva 20/01/2022
O Brasil tem a Justiça mais enrolada do mundo no que se tange ao crime do colarinho branco. De fato a constituição federal foi constituída por um monte de bandidos, que criaram regras rígidas para que o bandido não seja preso. Infelizmente a sensação de impunidade aumenta a cada ano, com leis frágeis, STF politizado, Congresso repleto de crápulas que criam leis para se eternizar no poder. E na contramão de tudo isso falta-nos líderes, pessoas honestas que sejam um farol a apontar a direção correta para todos os brasileiros. Estamos a um passo de uma ditadura de esquerda, enquanto os meios de comunicação aparelhados pela onda progressista advinda dos países esquerdistas, autodenominada "progressista" nos ilude e engana com um futuro igual ao de Cuba, Venezuela e Argentina. Uma pena que não enxergam nem a 10meses na sua frente, quando em 2023 serão controlados e regidos pelo Estado. Ainda aguardo as previsões de Baba Vanga e que a invasão alienigena comece pelo Brasil, pelo menos para que essa população se una em prol de um bem maior que é a raça humana...
JUCA DE MT 20/01/2022
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Orlandir Cavalcante 20/01/2022
MAs no PAraná é de boa, basta pagar parte de pedir perdão a Deus e pronto como fez o ONIX . Agora na SEDUC tudo vem do paraná até os professores que fazem lives
3 comentários