A Prefeitura de Cuiabá encerrou a edição do projeto Peixe Santo de 2026 com mais de 45 toneladas de peixe comercializados a preço popular de R$ 25 o quilo. A iniciativa contou com alta procura dos cuiabanos em 13 pontos de venda na Capital.
O programa, coordenado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura (SDTA), indicou que cerca de 52 mil quilos de pescado, principalmente o peixe redondo, híbrido do pacu,— foram colocados à venda, já limpos e prontos para o consumo, facilitando o preparo durante a Semana Santa.
De acordo com o secretário municipal de Agricultura, Vicente Falcão, a proposta foi assegurar que o alimento chegasse à mesa do cuiabano com qualidade e preço acessível, respeitando a tradição do período. “ Fizemos o máximo, colocamos à disposição da população o máximo que a gente poderia de peixe, para que o preço também não subir tanto. A nossa intenção é que o peixe estivesse na mesa do consumidor com um preço justo”, afirmou.
A logística do projeto foi um dos pontos destacados pela gestão. Os pontos de comercialização foram distribuídos estrategicamente para ampliar o acesso da população e garantir reposição constante diante da alta demanda. Em locais como a Praça do Popeye, no bairro Tijucal, e na região do CPA, houve intensa movimentação até os últimos dias, consolidando o sucesso da ação.
Outro diferencial desta edição foi o reforço na segurança alimentar. Após quatro anos sem realização, o projeto foi atualizado às normas vigentes em 2026 e contou com capacitação inédita para comerciantes e manipuladores de pescado, em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Cerca de 50 profissionais participaram do curso de boas práticas, com orientação técnica de professores doutores da área de nutrição.
Segundo Vicente Falcão, a qualificação foi fundamental para elevar o padrão do serviço. “Nosso foco é garantir que a população tenha acesso a um alimento seguro, com profissionais capacitados e estrutura adequada. Isso gera confiança e fortalece toda a cadeia produtiva”, destacou.
O secretário ressaltou ainda o impacto econômico do projeto, que conecta diretamente produtores locais aos consumidores, estimulando a cadeia produtiva e gerando renda. “A iniciativa fortalece a economia local ao mesmo tempo em que garante alimento de qualidade para as famílias, especialmente neste período da Quaresma”, pontuou.
Entre na comunidade do Rdnews no WhatsApp e acompanhe as notícias em tempo real; Acesse








