Os trabalhadores técnico-administrativos da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) irão paralisar suas atividades nesta quinta-feira (22) .A paralisação é nacional e tem sido convocada pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe), marcando uma etapa importante na Campanha Salarial de 2024 e nas negociações relacionadas ao Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE).
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores Técnicos Administrativos em Educação da UFMT (Sintuf), a decisão foi tomada de forma unânime durante assembleia geral da categoria, sendo que a Reitoria da universidade já foi comunicada oficialmente pelo Sintuf-MT, sindicato dos trabalhadores.
“Os trabalhadores da UFMT não aguentam mais os baixos salários. Acumulamos perdas e a proposta do Governo é de zero para 2024, isso mesmo, zero, nada. O Governo quer dar uma recomposição de 4,5% em 2025, e mais 4,5% em 2026. Não dá pra aceitar isso calado. Precisamos que a sociedade entenda que o servidor público é quem trabalha por ela, é quem garante a educação, segurança, saúde, tudo. Então vamos parar para mostrar nossa insatisfação”, destacou Luzia Melo, coordenadora geral do Sintuf.
No ofício enviado pelo sindicato à Reitoria, o sindicato solicita que a gestão oriente a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP) a informar todas as chefias sobre o abono do ponto eletrônico no dia da paralisação. Tal medida busca respeitar o direito de livre manifestação dos servidores e o exercício do direito de greve, em face das reivindicações apresentadas.
Além disso, o Sintuf-MT pede que a Reitoria promova ampla divulgação do ofício e das informações sobre a paralisação, garantindo que todos os Servidores Técnicos Administrativos da UFMT estejam cientes da ação e das razões que a motivam.
“A Reitoria precisa estar ao lado do trabalhador. Recompor um pouco das perdas do salário dos servidores é devolver o mínimo de dignidade a quem está todos os dias levando o nome UFMT pra frente. São os trabalhadores que atuam nos laboratórios, nas unidades administrativas, no suporte e no desenvolvimento da educação. Então é lógico que esperamos o respeito da Reitoria ao direito do trabalhador”, destacou o também coordenador do Sintuf, Antônio Assunção.
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Wagner Ferreira da Silva 23/02/2024
Pensa em um discurso bonito sobre ser funcionário público e que a sociedade tem de entender que trabalhamos para ela. Mas quem sabe como e a maioria do funcionalismo público só está pelo salário e estabilidade, fazem um serviço tão porco mas tão porco, atendimento zero para a sociedade, os tratamentos só mudam quando você é ou tem alguma função privilegiada.
Isidoro 22/02/2024
Não chorem ainda não, a incompetência fala mais alto. E os 28.86% que vocês iriam receber, é hoje amanhã, depois da manhã
Márcio 22/02/2024
Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário
Anselmo 22/02/2024
Francis, como você é tapado, acéfalo, mentiroso,,, Todo mundo sabendo que o Bolsonaro deu um calote de 795 bilhões de dólares, fora muitas outras maracutaias, e você ainda defendendo este traste? Cara, imbecildade também tem limites , e tua imbilicidade já os ultrapassou. É por isso que você saiu do esgoto? Para vir aqui defecar sua merda, disseminar mentiras? Esqueceu que teu filho está muito revoltado contra o pai imbecil que tem?
Francis 22/02/2024
Anselmo, deixa de ser mentiroso rapaz, o Boslonaro deixou os cofres cheios. Além disso deixou um piso para os professores, que ninguém nunca tinha feito. Quem passou a mão foi seu presidente que foi preso por isso, sujeito.
Anselmo 22/02/2024
Thomson, se você ainda não sabe ou se não quer saber: se não fosse o calote de 795 bilhões de dólares quero teu amigo miliciano Bolsonaro deixou, o governo poderia dar um aumento melhor para os servidores. Isto fora as muitas outras cagadas do Bolsonaro deixou para o Lula consertar.
Thompson 22/02/2024
Fizeram o L achando que iam ter os salários reajustados acima da inflação e se lascaram. Com o rombo de quase R$ 250 bilhões nas contas públicas o resultado trágico para a população mais pobre será o aumento da inflação. Tudo já está mais caro.
Nascimento 22/02/2024
Se o problema é salário baixo, é muito fácil: PEDE EXONERAÇÃO e vai ao mercado pedir nova colocação ou vira empreendedor; Porque não divulgam estes salários ???
Caio Oliveira 21/02/2024
Pq? Não fizeram isso no governo anterior? Medo?
djuca 21/02/2024
trabalhar ninguem quer
Dito 21/02/2024
Kkkkk.... cadê o amor?
11 comentários