O presidente da Câmara de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (foto), saiu pela tangente e preferiu não polemizar sobre a operação desencadeada pela Polícia Federal nesta terça (11), que mirou os colegas de Parlamento, Adilsinho (Republicanos) e Feitoza (PSB), por suposta compra de votos nas eleições de 2024. À imprensa, Cerqueira se limitou a afirmar que é algo que foge da alçada da Câmara - e por isso mesmo, nem acredita no acionamento da Comissão de Ética contra os alvos da operação. Tratando de esclarecer rapidamente que os agentes da PF se limitaram a investigar os gabinetes dos dois parlamentares, o presidente afirmou ainda que acredita na competência da PF para esclarecer a situação e, logo em seguida, encerrou o assunto.








Derysi Cuneat 11/03/2025
A turma que manda em VG fazem 40 anos colocou esse kinder ovo na Câmara para sabotar a gestão da atual mandatária. Só não vê quem não quer.
JAO DO PEDRA 90 11/03/2025
Se gritar: "PF NO RECINTO" AS CÂMARAS DOS MAIS DE 5 MIL MUNICIPIOS BRASILEIROS, ENTRAM EM COLAPSO E O CORRE CORRE PODE CAUSAR ATÉ UMA ECATOMBE. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!
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