A comissão eleitoral da Federação Mato-Grossense de Futebol tem omitido informações da imprensa e dos próprios concorrentes ao pleito. Ninguém sabe, por exemplo, o nome dos integrantes da chapa do presidente João Carlos Oliveira (foto), nem o nome dos representantes das agremiações e das ligas aptas a votar e muito menos quais agremiações têm direito a dois votos e qual a data limite para as chapas trocarem os representantes impugnados pela comissão. São informações fundamentais que deveriam se tornar públicas, especialmente em período eleitoral. Nos bastidores, nota-se que João Carlos está com dificuldades de conquistar votos e tende a ser derrotado pelo empresário Aron Dresch. Largar o osso talvez seja uma tarefa complicada para João Carlos, afinal o salário de R$ 25 mil pago pela CBF é um mimo e tanto. Aron já garantiu que vai renunciar ao salário, e afirma que sua proposta à frente da FMF é profissionalizar a gestão do futebol mato-grossense, que ultimamente tem caminhado na base do amadorismo.








JOSE LUIZ 13/03/2017
MP interfere em coisas tão banais, por que não interfere nessas?
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