O "eterno" presidente da Federação Mato-Grossense de Futebol, cartola Carlos Orione, licenciado para cuidar da debilitada saúde, acumula todo mês dois gordos subsídios que somam R$ 51,5 mil, sendo o salário de R$ 15 mil pago pela CBF e outros R$ 36,5 mil como procurador de Justiça aposentado. Mesmo aos 84 anos, usando cadeira-de-rodas e com dificuldades para falar, Orione não renuncia. É responsabilizado pela decadência do futebol em MT. Está no quinto mandato, que só encerra em 2017. Dirige a Federação desde os anos 1970. Com a licença de Orione, a FMF é comandada desde julho por João Carlos. Em dezembro, dentro do esquema de rodízio, retorna à presidência o outro vice Helmute Lawisch.








marta 14/09/2015
culpa dos que votam nele tbém......tudo pra pegar dinheiro da cbf.....
marcio 14/09/2015
Se ele não renuncia porque não pedir o impeachment dele, pois ficará na história como o maior responsável pelo fim do futebol de mato grosso.
Chiquinho 14/09/2015
Uai ... culpa dos times/equipes que continuam insistindo em votar nele. Capaz que em 2017, mesmo em uma UTI ainda ganha pra Presidente da FMF.
3 comentários