A menos de 12 horas do início das eleições gerais, o governador de Mato Grosso e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), mantém a liderança na disputa pelo Palácio Paiaguás, à frente do senador Wellington Fagundes (PL), segundo pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3) pela TV Centro América.
No último levantamento antes da votação deste domingo (4), Pivetta aparece com 54% dos votos válidos, percentual que, se confirmado nas urnas, garantiria a reeleição no primeiro turno. Wellington soma 28%, enquanto a médica Natasha Slhessarenko (PSD) ocupa a terceira colocação, com 13%.
Sargento Laudicério (Agir), 3%; e Rafaell Milas (Missão) e Mauricio Coelho (Mobiliza), 1%.
Na amostragem de 25 de setembro, Pivetta aparecia numericamente à frente, com 29% das intenções de voto, contra 27% de Wellington. Os candidatos estavam tecnicamente empatados porque a margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. Em agosto, o candidato do PL tinha 27% diante de 23% alcançado pelo republicano.
2º turno
Nas simulações de segundo turno, Pivetta também aparece à frente de Wellington. No confronto direto entre os dois, o governador venceria por 48% a 30%. Em relação ao levantamento anterior, Wellington caiu de 41% para 30%, enquanto Pivetta avançou de 36% para 48%. Brancos e nulos somam 9%, e 13% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
Já em um eventual segundo turno entre Wellington e Natasha, o senador levaria a melhor, com 44% das intenções de voto, contra 27% da médica. Nesse cenário, brancos e nulos representam 14%, enquanto 15% não souberam ou não responderam.
A Quaest também simulou um confronto entre Pivetta e Natasha. O atual governador venceria por ampla vantagem, com 53% contra 25%. Brancos e nulos somariam 9%, e 13% não souberam ou não responderam.
A pesquisa deste sábado é identificada pelo registro MT-02649/2026 no TSE, contou com a participação de 1.800 entrevistados. A coleta de dados foi realizada entre os dias 2 e 3 de outubro de 2026, apresentando uma margem de erro estimada de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.
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