ENTREVISTA ESPECIAL

Quinta-Feira, 02 de Janeiro de 2020, 14h:59 | Atualizado: 02/01/2020, 15h:20

Emanuel cita política por vocação e sugere a Mauro calçar "sandálias da humildade"

Prefeito da Capital faz balanço dos primeiros 3 anos de gestão, não confirma reeleição e critica oposição

Rodinei Crescêncio/Arte/Rdnews

Emanuel Pinheiro

 

Com trinta dos 54 anos de idade dedicados à política, Emanuel Pinheiro chega ao 4º ano como prefeito da principal cidade de Mato Grosso. Advogado, o gestor quebrou uma tradição de 60 anos da família Pinheiro ao ser eleito para prefeito. Antes disso, seu pai, com mesmo nome, fez trajetória política como deputado, mesmo caminho que vem sendo seguido pelo filho, Emanuelzinho, que estreou na vida pública como deputado federal. Na avaliação que faz da sua gestão até aqui, Emanuel diz não se arrepender de nada, e aponta que sua gestão, pautada por políticas públicas voltadas ao social, foi alvo de muitas tentativas dos opositores para que não desse certo. O prefeito também não se esquiva dos temas polêmicos, pede desculpas pelas imagens do dinheiro no paletó, e garante que vai comprovar na Justiça que não tem nada a ver com a narrativa que associaram à imagem. Emanuel também avalia sua relação com o governador Mauro Mendes, e diz que o democrata precisa “calçar as sandálias da humildade”.

Confira os principais trechos da entrevista:

Na campanha de 2016, antes do senhor confirmar a candidatura, citou resistência da sua família, especialmente da sua mãe, que dizia ser a prefeitura um cemitério de políticos. Depois de três anos na gestão, o senhor confirma essa teoria, ou ela mudou de opinião?

Minha mãe está muito orgulhosa e muito estimulada com o trabalho que estamos fazendo, ela acompanha tudo e dá muitas sugestões, participa bastante. Ela foi esposa de político, meu pai foi do Poder Legislativo a vida inteira, foi presidente da Assembleia por duas vezes, deputado federal, então ela tem aquela concepção que realmente não é fácil ser prefeito, principalmente de uma cidade pujante como Cuiabá. Mas não tem orgulho maior na vida do que ser prefeito da terra em que você nasceu, em momento tão emblemático e tão histórico como os 300 anos da cidade, com a sociedade tão participativa e tão politizada, tão feliz, alegre e de bem com a vida, como é a sociedade cuiabana. Para mim é um orgulho, um sonho, minha família absorve isso, minha mãe está bem entusiasmada com essa gestão realizadora.

O senhor cita essa tradição da Família Pinheiro no Poder Legislativo, algo que o senhor quebrou ao se lançar ao Poder Executivo da Capital. O senhor sempre traz essa positividade quando avalia seu mandato como prefeito, mas existe algum arrependimento ou algo que poderia ter sido diferente na sua gestão até aqui?

Zero de arrependimento. Eu estou tão feliz, tão realizado, que acho até que passo isso para vocês da imprensa, minha equipe, para a sociedade, o orgulho de ser cuiabano, de ser prefeito da terra em que nasci, dos 300 anos. Ser o primeiro Pinheiro da tradição da família que começou 60 anos atrás a chegar a prefeito da Capital. O chefe do Poder Executivo tem a obrigação de ser otimista, de vender otimismo, de vender fé no futuro, principalmente em uma capital emergente como Cuiabá, que tem vários potenciais, com muitos setores ainda não explorados. Cuiabá é um gigante adormecido, e tem tudo para ser uma Capital Celeiro do país. Sou contra o chefe do poder Executivo ser o propagador do caos e da desesperança, para depois se vender como o salvador da pátria.

O senhor começou na política aos 23 anos, depois de todo esse tempo, o que ainda o motiva continuar a ser político?

Eu me preparei a vida inteira para ser político. Eu não sou político fabricado, eu não saí de um nenhum segmento econômico da sociedade, não fui fabricado no laboratório daqueles que buscam mandato. Têm muitos que tem mandato, mas não são políticos. Sou político por vocação, nasci em um berço político, sou político pelo desejo de servir, desde criança me preparei para isso. Quando eu fazia primário, que hoje é educação fundamental, eu já era candidato. Eu era gago, como sou até hoje, mas com meu sonho em ser político, pensava como fazer para superar a gagueira. Eu via na TV os políticos falarem e aí eu pensei: já sei, vou ser candidato a presidente de turma, tem que falar. Desde pequeno eu já sabia que tinha que me desafiar para vencer na vida. Fui lá, gaguejei pra caramba, mas ganhei a eleição para presidente de turma e nunca mais perdi, durante 10 a 15 anos, até eu entrar na faculdade, eu nunca perdi uma eleição para presidente de turma. Na adolescência eu queria ser jogador de futebol pelo Flamengo, aí eu ficaria famoso e seria mais fácil ganhar as eleições. Eu queria dar continuidade a história política do meu pai, que foi assassinado. Depois, fiz a Faculdade de Direito, não para ser um grande advogado, ou um grande operador do direito, eu queria ser do Legislativo, e para mim, todo político, especialmente do Legislativo, tem que conhecer de leis, da Constituição, tem que entender a teoria-geral do Estado, tem que saber o que está falando. Com 18 anos eu comecei a trabalhar com Jonas Pinheiro, quando ele era deputado federal, e já queria ser vereador. E ele me estimulava. Mas eu tinha uma cara de guri, daí eu fui orientado a deixar o bigode crescer e isso ficou por 29 anos.

O senhor já pensa em aposentadoria, ou ainda tem algum cargo que é teu sonho?

Eu nem penso neste assunto. Eu não penso em parar. Uma das questões que a maturidade me trouxe é viver o máximo o momento e o mandato, os compromissos que foram feitos com a população. Quando ganhei como vereador eu pensava que aos 50 anos eu seria presidente. Mas o que as derrotas da vida me deram, é que exercer o mandato exige toda plenitude e energia, o resto é consequência. Sinceramente, eu passei a exercer isso, e passo isso para o Emanuelzinho - filho, eleito deputado federal.

Rodinei Crescêncio

Emanuel Pinheiro

Emanuel Pinheiro na sede do grupo Rdnews, durante entrevista exclusiva aos jornalistas Airton Marques e Vinícius Bruno, na semana passada

Qual é a avaliação que o senhor faz da sua gestão até agora, os três anos, e neste último ano de mandato qual será o foco? E qual nota o senhor dá até aqui?

De forma resumida, minha gestão até agora foi apaixonante, intensa e realizadora. Eu não queria dar nota, porque acho que isso é só ao final do mandato, daqui um ano, quando tivermos honrado todos os compromissos que fizemos com a população e entregado mais do que prometemos. Eu quero continuar com esse ritmo no último ano, focando ainda mais na saúde, na área social, na educação e no transporte coletivo. Vai continuar sendo o esteio da minha gestão.

Neste período em que o senhor é prefeito, o TCE adotou uma nova forma de atuar, acompanhando mais de perto as ações das prefeituras. O resultado foi uma série de interferências com suspensões de licitações, por exemplo. Em algum momento o senhor se sentiu prejudicado?

A ansiedade de fazer é tão grande, assim como a expectativa, que causa angústia, mas temos que respeitar o trabalho do controle externo. Eu acho que é o trabalho do Tribunal de Contas é este mesmo, isso evita que lá na frente, quando eu deixar o mandato, eu possa vir a responder por inúmeros processos. Então, não deixa de ser uma ação preventiva, corrigir no curso do meu mandato. Agora, eu não tenho compromisso com o erro, como dizia o ex-presidente JK. Se eu errei e vocês mostrarem que eu errei, não tenho problema em voltar atrás, tomar uma nova decisão e seguir a vida rumo ao acerto, ao sucesso administrativo, porque é isso que a população espera de mim. Existem alguns problemas que a gente tenta mostrar para o TCE, que o nosso entendimento está correto, e eles têm sido solícitos. E está aí, uma administração que findou o 3º ano com bilhões licitados, e nenhum problema, nenhuma intervenção judicial. As intervenções do TCE foram poucas, mas foram muito bem vindas. As demais foram ajustes, adequações, outras comprovamos que estávamos certos. É uma parceria que acho fundamental para todo gestor moderno, que se preocupa com o avanço da sociedade.

Ao longo destes três anos, já foram cinco autorizações para realização de empréstimos. Quatro realizados. Opositores dizem que o próximo gestor vai pegar a cidade comprometida financeiramente. O senhor justifica que esses empréstimos são para investir em infraestrutura. Isso é um aspecto positivo?

O gestor tem que ter humanização na sua forma de ver, agir e tomar decisões. Tem que saber exatamente a diferença do que é investimento e o que é despesa. Se não tiver essa diferenciação, vai ser um gestor frio, o homem gelo, que tomará decisões a partir da frieza dos números enquanto a população padece. Eu busco a inclusão e a justiça social, e essa é minha diferença básica de alguns dos meus críticos. E não estou fulanizando não, é geral. Eu entendo que tudo o que eu invisto em saúde, educação e assistência social, moradia, não é despesa, é investimento. Eu estou investindo na dignidade da pessoa humana, uma pessoa digna, com moradia, condições de saúde, educação e lazer, rende muito mais para a sociedade. Com isso, cria-se em uma sociedade melhor. Toda crítica, quando é construtiva, eu as recebo e tomo decisões para melhorar e corrigir, mas quando é fruto do nada para lugar nenhum, só com objetivo eleitoreiro, eu não quero falar em eleição. A diferença minha com alguns dos meus críticos, é que eles querem falar de eleição e eu quero falar da minha gestão. Você pode até não gostar de mim, mas não pode negar que minha gestão é realizadora, que prioriza os mais humildes, os mais carentes. De financiamento até agora só tem os dois viadutos, que corresponde a R$ 32 milhões, dos R$ 300 milhões que eu pedi. Dez por cento do que eu pedi em financiamento eu estou fazendo essa revolução de obras em Cuiabá, com entregas para todo lado. Tudo isso com recursos próprios, fazendo mais com menos, mais com o mesmo, equilíbrio fiscal, ótima articulação com a bancada federal e com a gestão realizadora.

Rodinei Crescêncio

Emanuel Pinheiro

O prefeito Emanuel Pinheiro visitou o Rdnews, onde falou sobre o fim do 3º ano de gestão e expectativa para 2020

Falando em adversário, o senhor tem a maioria na Câmara, mas enfrenta uma oposição barulhenta, que faz diversas acusações como o caso da suposta propina para cassar o mandato de um desses vereadores. Qual é o impacto dessa oposição?

Eu não quero que prejudiquem a imagem de Cuiabá. Acho que jogam muito para prejudicar Cuiabá. Sinceramente, eu nem lembro que eles existem. E falo isso com humildade, quem me conhece sabe que não sou arrogante. Eu só lembro quando os vereadores da situação vêm conversar comigo e falam deles. Eles (oposição) só jogam no quanto pior, melhor. Eles não querem ver o sucesso de Emanuel entregando o HMC, uma nova UPA, uma nova escola, porque Emanuel pode ficar forte, e com isso ficar ruim para quem só quer fazer oposição pela oposição. É vazio, não vai levar a lugar nenhum. O que tentaram atrapalhar o maior hospital deste Estado, o HMC, que hoje é referência do Brasil, você não acredita. Ou seja, jogam contra Cuiabá diuturnamente, e se jogou contra Cuiabá, joga contra mim.

Recentemente o senhor pediu desculpas abertamente, pela primeira vez, sobre as imagens que o mostram recebendo dinheiro e colocando no paletó. Esse episódio trouxe alguma mudança na sua forma de gestão, pois vimos que o senhor investiu muito na aproximação com os bairros e camadas mais populares. Isso também foi uma forma de mostrar credibilidade aos seus eleitores?

Não, eu sou assim. O fato de eu ter ido para os bairros, ser um gestor popular, isso é minha natureza. Eu sou assim e comecei minha gestão assim. Meu ritmo sempre foi intenso, sempre ligado a bairro, existe uma identidade enorme entre Emanuel Pinheiro e a massa, e os idosos, as crianças, é natural, não faço nada forçado. Não poso para foto. Esse episódio, acabaram ligando uma coisa com a outra, mas não, meu compromisso com a população cuiabana foi sempre trabalhar muito. Eu pedi desculpas pela imagem, porque é uma imagem lamentável, é deplorável, eu como prefeito da Capital expor a população cuiabana dessa forma. Agora, o que eu disse, afirmo e vou provar em juízo, é a contextualização. Ou seja, está descontextualizada, a imagem com a narrativa que os delatores, que são os criminosos, fizeram tentando me jogar no mar de lama dos seus crimes que estão sendo apurados pela Justiça. A narrativa não tem nada a ver com as imagens que estão sendo jogadas lá. O processo corre em segredo de Justiça, o que posso falar à população é que vou provar que as imagens não têm nada a ver com a narrativa da delação.

É notável que o senhor faz um esforço para manter a diplomacia, principalmente institucional, com o governador Mauro Mendes. Mas, ao longo deste ano, Mauro não hesitou em muitas vezes refutá-lo. Como, por exemplo, quando o senhor disse que todos estavam apaixonados pela sua gestão, e ele disse que era para o senhor parar de contra mentiras. O que falta da parte do governador para acabar com essa troca de ofensas, ou senhor acredita que já parou?

Sendo bem sincero, falta ao governador calçar as sandálias da humildade. Tem que ser humilde em tudo na vida. Eu cheguei até aqui, porque sou uma pessoa humilde. Sou cheio de virtudes e defeitos. Mas faço de tudo para acertar na gestão da Capital. Ninguém é Deus. Então, quando você é humilde por natureza consegue alcançar muito mais. Quando você é assim, as portas se abrem para você. Então, eu tento dar minha contribuição na diplomacia, até porque eu sou consciente da importância do cargo que eu exerço no Estado de Mato Grosso. Eu acho que quem ocupa um cargo público, por graça de Deus e pela benevolência da população, tem a obrigação de, no mínimo, ser pessoas de fino trato, ter uma relação institucional de alto nível em respeito ao cargo. Pode até não gostar de mim, mas sou o prefeito de Cuiabá, e a instituição Prefeitura de Cuiabá merece respeito. Não precisamos ser amigos, tomar cerveja juntos, almoçar juntos, o que precisamos é de uma relação institucional respeitosa, de alto nível, para trazer benefícios diretos.

O senhor está na prefeitura, tem apoio do MDB e de mais de 10 siglas, mas o que falta confirmar que vai buscar a reeleição?

Um dos grandes problemas da gestão pública, e este é um dos grandes problemas depois que virei gestor, é que depois que você toma posse, todo mundo já sai pensando se você já vai sair a reeleição. Eu estou empenhando toda a energia em realizar o sonho de ser prefeito de Cuiabá. Eu não posso trazer a eleição para a gestão, porque senão eu vou contaminá-la. E temos metas a serem pensadas. Temos todo um cronograma que precisa ser cumprido. Eu não vou contaminar minha gestão com isso. 2020 é um ano eleitoral, temos uma questão atípica, que é a eleição suplementar para o Senado. É um momento traumático. É um mal estar generalizado. Então, temos que ter todo esse cuidado institucional para que a agenda política eleitoral seja pautada na harmonia, no equilíbrio e na unidade.

A eleição deste ano tem um peso muito forte, o Governo já declarou a intenção do DEM ter um candidato próprio na Capital. O senhor teme que exista o peso da máquina do Estado sobre essa eleição? Além do mais, existem grupos de centro-esquerda, que já falam que serão duas máquinas, já que o senhor ou teu candidato podem contar com o peso da máquina municipal?

Em relação a Cuiabá, pode ter certeza que terei todo zelo e cuidado de não desviar. Minha gestão está indo para o 4º ano sem nenhuma denúncia. Tentaram plantar denúncias contra minha gestão, de utilização da máquina, desvio, de improbidade. E assim vou levar com mão de ferro até o último dia do meu mandato. E olha que meu filho foi eleito deputado federal, com mil denúncias injustas, vazias e fabricadas para tentar atingir a mim e a eleição do meu filho. Eu mesmo evitei de estar em reuniões para não dizer que eu estava usando o aparelho da máquina pública para eleger meu filho. Quanto à máquina estadual, eu espero que tenha o mesmo comportamento. Mas se não tiver, temos que provocar nossas instituições, e denúncias têm que ser apuradas. Não é que ao denunciar você está apontando culpado. Você denuncia para que se apure. Se apurou pode estar certo ou não estar certo.

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Comentários (4)

  • Zé Alves | Domingo, 05 de Janeiro de 2020, 09h01
    1
    0

    E o PALETÓ COMO Q FICA.....

  • marta | Sexta-Feira, 03 de Janeiro de 2020, 06h48
    4
    1

    prefeito esta devendo a cuiaba o morro da luz, cheio de malandros drogados, vamos limpar cuiaba dessas pessoas com dignidade, ja passou da hora, se em outras capitais tem isso problema é das outras capitais, vamos limpar cuiaba o beco do candeeiro morro da luz e praças....estamos esperando, não espere licitação para terceirizar....

  • Pedro luis | Quinta-Feira, 02 de Janeiro de 2020, 16h21
    3
    8

    O que o nobre prefeito fez na vida, fora ser político? Na minha opinião a política não pode ser profissão nem meio de vida. O Brasil precisa urgente de uma resposta política, para acabar com as oligarquias e os dinossauros da política. Quanto ao prefeito, pare de atacar o governador, isso só vai prejudica-lo. Cuida da prefeitura e dos problemas da cidade é pare de cuidar da vida do governador.

  • Povo otario | Quinta-Feira, 02 de Janeiro de 2020, 16h10
    3
    2

    Povo otario, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

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