ENTREVISTA ESPECIAL

Quarta-Feira, 19 de Julho de 2017, 18h:20 | Atualizado: 20/07/2017, 09h:57

França acredita que a política de hoje é balcão de negócios e descarta candidatura

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Apresentador do Resumo do Dia, Roberto França tem história na atuação política cuiabana

Radialista e apresentador de televisão, Roberto França Auad teve desde sempre a política a pulsar nas veias. A vida pública deste cuiabano da Rua de Baixo, “com muito orgulho”, foi, sob todos os aspectos, vitoriosa. Sempre lembrado pelo forte sotaque e o pleno domínio das multidões em seus discursos veementes, disputou nada menos que 12 eleições. Venceu 10. Só conheceu uma derrota amarga, em 1998 para Frederico Campos, que chegou para concorrer no apagar das luzes (trazido por Júlio Campos) e ainda assim levou a Prefeitura de Cuiabá. Naquela ocasião, a vitória de França era vista por muitos, inclusive os institutos de pesquisa, como certa. A outra derrota foi bem menos traumática, pois acabou segundo suplente nas eleições de 2006. Desde então, comanda o programa Resumo do Dia, uma espécie de rádio na tevê fixado no horário nobre, das 20h às 22h, e cuja concorrência inclui, além das novelas da Globo, shows, canais por assinatura e serviços de streaming, como o Netflix (é o horário de maior procura dos também dois últimos serviços, popularizados fortemente a partir do ano do surgimento do programa de França, sendo que o último sequer existia quando o Resumo começou). Resiste, entretanto, com uma audiência fiel e comemora 10 anos no ar. Afirma com convicção que não pretende voltar à política, apesar da insistência de companheiros e correligionários. Leia abaixo os principais trechos da entrevista que ele concedeu ao .

O senhor está há 11 anos fora da política, tem saudade daqueles tempos?

Estamos fora da política há algum tempo, mas durante o período em que participei, tive a honra de representar o povo de Mato Grosso e Cuiabá, com dois mandatos de vereador, sendo um deles presidente da Câmara; cinco mandatos de deputado estadual, com orgulho de ser presidente da Assembleia Legislativa constituinte, um mandato de deputado federal e dois de prefeito. Dos políticos na ativa, eu tenho a honra de dizer que fui eleito onze vezes, perdendo apenas uma eleição para prefeito de Cuiabá, para o doutor Frederico Campos e a última eleição que disputei, em que fiquei como suplente. Disputei doze eleições, ganhei 10.

É um bom saldo. A que o senhor o atribui?

Eu procurei, durante esse período em que recebi o voto de confiança da nossa população, representar sempre o povo com dignidade, honestidade e, acima de tudo, cumprindo os compromissos assumidos em campanha, coisa hoje muita rara de acontecer na política. Foi fruto desse comportamento e dessa atuação que eu fui eleito dez vezes. Porque se não cumpre com o que promete, o povo manda voar de volta pra casa.

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Roberto França chegou à cadeira de deputado em 82, pelo PMDB, após experiência como vereador

Dá mesmo como encerrada sua carreira política?

A princípio não penso em voltar. Embora tenha sido procurado por vários companheiros, várias lideranças políticas que estão pedindo a nossa volta, nosso retorno à atividade política, pelo fato deles se sentirem órfãos depois que eu não disputei as últimas eleições e também a carência de lideranças políticas representativas aqui da Baixada Cuiabana. Chegamos hoje a uma Cuiabá com 450 mil eleitores e temos só quatro deputados na Assembleia, enquanto Rondonópolis, que tem 120 mil eleitores, tem quatro também. Então, é um negócio muito desigual.

Por que isso acontece?

Cuiabá é uma cidade que todo mundo de fora belisca o voto daqui, e a gente não consegue beliscar voto no interior, que é muito mais difícil. Então, pelo volume de votos, o potencial eleitoral de Cuiabá, teria que ter um maior número de representantes. Isso num momento de crise por que passa o país, a política de uma maneira geral, em descrédito, com o povo realmente revoltado e com razão, em função dos inúmeros escândalos divulgados quase que diariamente. Isso tira realmente do eleitor o ânimo e o desejo dele votar. Escreve o que estou dizendo: pela experiência que eu tenho da política, somados os votos brancos, nulos e abstenção vai dar mais de 40% na eleição de 2018.

Essa estratégia de trazer a linguagem do rádio para a televisão (utilizada no Resumo do Dia) realmente funciona?

Estou trabalhando numa outra atividade que exercia há muito tempo. Como radialista, tive a oportunidade de trabalhar em várias rádios de Cuiabá, a Difusora, a Voz D’Oeste. Só na Rádio Cultura foram 18 anos. Sempre fazendo rádio esportivo durante praticamente 30 anos. A experiência do rádio me levou para a televisão depois que encerrei minhas atividades na política, fui para a tevê Rondon primeiro, Canal 5. Hoje, agradeço ao Roberto Donner, o Zediel Coutinho, o Chacon, pessoas que me levaram para a televisão, o Cláudio Prestes, diretor geral da televisão, com um apoio extraordinário para trabalhar por 10 anos. Sou muito grato pelo espaço que me abriram e proporcionaram condições de trabalhar. Hoje, tenho a honra de trabalhar no Canal 8 (TBO), do político e empresário Julio Campos, onde desfruto não só da amizade dos companheiros da televisão como também da nossa diretora, Judite Rosa, e estamos lá apresentando o Resumo do Dia, que é um programa que tem muitas variedades, fala um pouco de cada coisa. Ali nós retratamos o que os sites divulgam durante o dia, as notícias mais importantes, a questão cultural de Cuiabá, que eu não abro mão de preservar e de manter viva a cultura cuiabana, também temos no programa o resumo esportivo, mantendo nossas raízes divulgando sempre nosso futebol.

Ao que atribui conseguir ficar no ar por 10, quase 11 anos?

A participação do povo, onde ele opina, coloca o povo na tevê, a matéria política, a entrevista do dia, o governo em ação, a Assembléia, a Câmara é notícia, a prefeitura em destaque e o destaque do dia. Mais de 15 quadros que formam o todo de um programa que leva diariamente 13 matérias retratando o que de mais importante aconteceu na cidade e deixando o telespectador bem informado de tudo aquilo que aconteceu durante o dia que passou, por isso o nome do programa, além das lapadas, as notícias mais quentes reproduzidas dos sites e, quando tem, a bomba do dia. Por todas essas atrações é que o programa conquistou, nesses 10 anos que estamos em atividade, 10 prêmios da revista RDM como o programa mais lembrado para o horário. Uma tarefa árdua, porque competir com novela da Globo não é fácil não, entre às 20 e às 22h. Mas sempre tem uma faixa que não fica com a novela e fica conosco e é para esses telespectadores que trabalhamos de manhã, de tarde e de noite para consolidar o programa.

Antes, na política, você tinha mais lealdade, mais companheirismo; hoje, é um balcão de negócios, a política está se traduzindo em um balcão de negócios. O ideal e o desejo de servir os interesses coletivos da população são colocados em segundo plano

Como o senhor analisa os tempos atuais, de vários figurões encrencados com a Justiça?

Esse é o quadro que eleva o eleitorado ao descrédito, à decepção. E aí o próximo pleito eleitoral nós temos que saber quem é que vai estar apto a disputar, né? Estamos a um ano e meio da eleição geral do ano que vem, e até agora não se tem definidos os candidatos.

É mais difícil fazer política hoje do que antigamente?

Não tem dúvida. Hoje fazer política é uma coisa muito mais difícil, porque você tem que lutar contra vários aspectos; antes, na política, você tinha mais lealdade, mais companheirismo; hoje, é um balcão de negócios, a política está se traduzindo em um balcão de negócios. O ideal e o desejo de servir os interesses coletivos da população são colocados em segundo plano. Hoje, os interesses pessoais se sobrepõem aos interesses coletivos.

O senhor não acha que os partidos de Mato Grosso estão precisando renovar suas lideranças?

Tem alguns partidos que querem viver só do passado e usar algumas lideranças novas só como escada.

Para o senhor, os partidos têm dado espaço e oportunidade para surgir essas novas lideranças?

Existem outros novos partidos que estão surgindo aí. Esses sim, podem vir com nova mentalidade, novo ideal, uma nova proposta política e que talvez possa ganhar a simpatia, o respaldo e a confiança dos eleitores. Mas é uma missão árdua e muito difícil, dado o descrédito que o povo hoje está com a política, realmente conseguir esse intento.

Por que não temos hoje debates acalorados e propositivos como na época de Serys Slhessarenko, Gilney Viana e Roberto França, que duelavam na tribuna da Assembleia e da Câmara?

Tive a oportunidade como deputado de ser colega de grandes parlamentares, onde nós fazíamos um debate democrático, um debate em cima da ética, discutindo os assuntos acima de tudo, cada qual respeitando a opinião um do outro. Fui colega de Dante de Oliveira, Sarita Baracat, Márcio Lacerda, Oscar Ribeiro, Luis Soares, nomes que dignificavam a política de Mato Grosso, e aprendi muito com eles também. Naquela época, nós discutíamos e debatíamos e a Tribuna da Assembleia falava mais alto. Hoje não se vê mais essas discussões. Reúnem-se entre quatro paredes, decidem e, quando vêm a plenário, já vêm com o assunto definido, a favor ou contra, mas já definido, não tendo mais inclusive as discussões salutares que tínhamos antigamente.

Não parece um teatro ensaiado para ensejo a um jogo de cartas marcadas?

A política é a arte da discussão, do diálogo. Como dizia o velho Tancredo, a política é a arte da saliva e a saliva é a arte da política; hoje, não se vê esse aspecto aí. Não quero com isso desmerecer o trabalho de ninguém, mas fazendo um comparativo entre o que fazíamos antigamente com o que hoje é apresentado à opinião pública, é um negócio bem diferente.

De 0 a 10, qual nota o senhor dá ao governo Pedro Taques (PSDB)?

Essa questão de nota é muito relativa. Eu acho que ele está acertando em vários aspectos, por exemplo, na secretaria de Segurança Pública, para quem pegou a secretaria com 600 viaturas e hoje tem 1.200, ele dobrou a estrutura de atendimento, com veículos novos e que foram adquiridos. Contratou 3.500 novos policiais, são dados incontestáveis, que mostram que realmente houve um investimento do governo nessa área tão importante para a população. Na área da educação também o Marrafon vem fazendo um belo trabalho, deu reposição para os professores, lançou o maior concurso público da história da educação e, na área de transporte e logística, o governo entregou, comparando com o governo anterior, de 720 km² de asfalto, ele dobrou para 1.460. Nessas três áreas houve uma atuação muito positiva por parte do governo.

Não há pontos fracos no governo Pedro Taques então?

O gargalo do governo continua sendo a questão da saúde, que não é um problema do atual governo, já vem se arrastando há muito tempo e o governo agora procura negociar um recurso extra do Fethab, para que o secretário Luis Soares possa, com a competência que ele tem, sua dedicação e honestidade, começar a melhorar essa área tão significativa e importante da administração. O Luis eu conheço, foi meu secretário de Saúde na prefeitura, melhorou em muito o atendimento para população, fez um grande trabalho. Em Várzea Grande também, como secretário de saúde, deu provas de seu valor. Acredito que ele vai melhorar e muito a saúde de Mato Grosso se derem condições de trabalho para ele, além do recurso necessário para pagar todas as dívidas que quando assumiu já tinha.

Há quem diga que nas ruas o governador anda desgastado, sendo igualado aos políticos antigos...

Segundo uma enquete para o programa, não é o que está acontecendo. O resultado foi de reconhecimento do trabalho do governador. Procurei ouvir o povo do centro, pessoas de tudo que é bairro que passam por ali. Agora uma reclamação pontual daqui ou dali é normal, não tem governo que vá atender gregos e troianos, né?

Nos bastidores políticos o coro é de desgaste. O senhor concorda?

Ele (Pedro Taques) tem mais dois anos (um ano e cinco meses) para cumprir o que prometeu e ainda não foi concretizado, como a questão do VLT, que ele defendia o BRT antigamente quando senador, hoje ele é a favor do VLT porque prometeu isso em campanha, já tem dinheiro da Caixa Econômica, mas tem esse imbróglio da Justiça, mas se nota que ele está com disposição para cumprir. Os gargalos são VLT e saúde, se ele conseguir resolver isso, tem condições de disputar a eleição em condições favoráveis.

O senhor vê realizações suficientes para isso?

Na baixada cuiabana, por exemplo, o governo tem feito muito. Está duplicando as saídas para Chapada, para Guia e para Santo Antonio. Em Várzea Grande, está fazendo mais duas pontes ligando Várzea Grande a Cuiabá, na Passagem da Conceição com Sucuri, e outra do Parque do Lago com o Parque Atalaia. Está fazendo a duplicação da Filinto Muller, abrindo nova perimetral em Cuiabá, que pega da estrada de Chapada até o Pedra 90, construindo novo pronto-socorro de Cuiabá, o governo entrando com R$ 50 milhões. Acho que aqui na Baixada Cuiabana, em termos de infraestrutura, está sendo feito um trabalho que todo mundo está vendo. Agora tem falhas? Tem. Todo governo tem, porque não tem governo que faz 100% de tudo que gostaria de fazer, foi assim comigo, foi assim com Dante, com Júlio Campos, com Jayme Campos, com todos os governadores que passaram por aí e com os prefeitos também.

Como vê Cuiabá até aqui sob o comando de Emanuel Pinheiro?

Espero que Emanuel realmente faça um trabalho à altura de Cuiabá dos 300 anos. Gostar de Cuiabá ele gosta, como filho desta terra, tem disposição de trabalhar, é novo, tem um grande futuro político pela frente e eu acho que o povo deu a ele a grande oportunidade dele consolidar realmente sua vida política. Nesses primeiros meses é um período de conhecimento de causa, tomando conta, tomando pé da situação e acho que a partir do segundo semestre, ele já deve colocar o bloco na rua, tem projetos importantes, fala de uma nova avenida para escoar o trânsito, fala de uma trincheira perto do Jardim Itália, na Ponte Sérgio Mota, um mercado municipal onde hoje é o mercado do Porto e uma programação de obras impactantes para os 300 anos, além da inauguração do novo pronto-socorro, que já marcou data com o governador, para 8 de abril de 2018, então, acho que, para início de trabalho, já mudou a questão da CAB, que era outro gargalo que tinha.

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Imagem da década de 1980 eterniza encontro entre ex-prefeito de Cuiabá, Gustavo Arruda (78-82), França e o então vereador Ovídio Fernandes

A gestão da saúde de Cuiabá é bastante criticada também, não?

O novo pronto-socorro deve melhorar a questão da saúde, pois são 300 leitos para Cuiabá e uma coisa que acho interessante é que ele tá tendo um bom relacionamento com o governador. Foram adversários na eleição passada, com o próprio adversário dele, o Wilson Santos, ontem, os dois se reuniram, discutiram vários assuntos de Cuiabá, quer dizer, num gesto de grandeza. Acho que, passado o período de eleição, tanto Wilson quanto Emanuel e o governador Pedro Taques deixaram as divergências de lado e passaram a colocar os interesses de Cuiabá acima das divergências partidárias e políticas, um gesto que merece reconhecimento.

Como cuiabano nato, o que representa para o senhor ver sua Capital fazer 300 anos?

Sou cuiabano da rua de baixo, com muito orgulho e com muita satisfação. Como filho desta terra, gostaria, nos 300 anos, de ver Cuiabá cada vez melhor. Principalmente que ela continue sendo essa cidade com muito calor humano, porque o que temos de melhor é justamente seu povo, um povo hospitaleiro. Que ela mantenha as suas tradições, suas origens, sua cultura, a hospitalidade e, acima de tudo, a Cuiabá que eu gostaria de ver quando prefeito. Eu comecei esse trabalho e gostaria de ver concluído agora, porque na nossa época não tínhamos tantos recursos quanto Brasília despeja hoje em Cuiabá e no Estado, mesmo assim, comecei a fazer o tratamento de esgoto para salvar o rio Cuiabá. Fizemos as estações (dos córregos) Mané Pinto e da Prainha, tirando 18% de esgoto in natura que eram jogados de forma criminosa no rio Cuiabá, isso só com recursos de arrecadação da Sanecap. Agora eu espero que com a nova empresa que substituirá a CAB, que vai investir R$ 1,5 bilhão em Cuiabá, R$ 250 milhões nos primeiros seis meses e R$ 1,250 bilhão nos próximos sete anos, possa fazer Cuiabá tratar o esgoto, despoluir o rio e consequentemente o nosso Pantanal, além de universalizar a questão do atendimento da água na torneira de cada cidadão.

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Comentários (9)

  • Jésus Barra do Garças | Sexta-Feira, 21 de Julho de 2017, 18h31
    7
    1

    Roberto França vc descobriu a améria. Ninguém sabia que politica hoje e sempre foi balcão de negócios inclusive no seu tempo.

  • Júlio | Sexta-Feira, 21 de Julho de 2017, 18h16
    8
    2

    Roberto França, a sua filha Robertinha está trabalhando na casa Civil ainda e ganhando 5.000,00 por mês? Se tiver tem que defender mesmo esse governo ruim.

  • Breno | Sexta-Feira, 21 de Julho de 2017, 17h16
    4
    11

    Pedro Taques para Governador de Novo 2018

  • jj | Sexta-Feira, 21 de Julho de 2017, 16h07
    11
    1

    quem é roberto franca na ordem do dia, quando era prefeito, deixou servidores mais de 03 tres meses sem receber, fora outras coisas, sujo falando de mal lavado!

  • Moreira | Quinta-Feira, 20 de Julho de 2017, 22h27
    10
    2

    Crima completamente nubrado kkk

  • Cicero | Quinta-Feira, 20 de Julho de 2017, 17h22
    11
    3

    Você cidadão não ganha nem pra Rei Momo, me lembro muito bem da sua péssima administração junto a Prefeitura de Cuiabá.

  • Carlão | Quinta-Feira, 20 de Julho de 2017, 11h18
    11
    1

    Discordo, desde a década de 80 as eleições viraram balcões de negócio enriquecendo muita gente. Na atualidade há muita vigilância e cobrança da Justiça e da sociedade, além do temor pela prisão e devolução do dinheiro.

  • gato no armário | Quinta-Feira, 20 de Julho de 2017, 10h58
    3
    0

    gato no armário, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • ELIAS BERNARDO SOUZA, Arenápolis-MT. | Quinta-Feira, 20 de Julho de 2017, 10h48
    4
    13

    ROBERTO FRANÇA... NEM POR ISSO DEVEMOS DESISTIR... OS BANDIDOS E PILANTRARAS QUEREM ISSO MESMO QUE AS PESSOAS DE CARÁTER E DE BOM PROPÓSITO DESISTAM E ESMOREÇAM.. DESISTIR JAMAIS. PENSE NISSSO. MATO GROSO PRECISA MUITO DE SEUS CONHECIMENTOS, EXPERIÊNCIA E TRABALHO. PENSE BEM! ELIAS BERNARDO SOUZA - ARENÁPOLIS-MT.

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