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Esportes Segunda-feira, 24 de Setembro de 2018, 20:51 - A | A

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Marta supera rivais, conquista prêmio de melhor do mundo pela 6ª vez e tem recorde

Estadão Conteúdo

Londres - Marta voltou ao topo do mundo. A atacante brasileira foi eleita nesta segunda-feira a melhor jogadora do planeta pela sexta vez, um recorde entre mulheres e homens, em cerimônia realizada pela Fifa, em Londres. A jogadora do Orlando Pride, dos Estados Unidos, desbancou a norueguesa Ada Hegerberg e a húngara Dzsenifer Marozsán, ambas do Lyon, da França. 

A brasileira não levantava o troféu desde 2010. Vencera também em 2006, 2007, 2008 e 2009. "Realmente estou sem palavras. É um momento fantástico. As pessoas falam para mim assim: você já esteve nesta posição muitas vezes. Todas as vezes você se emociona. Realmente, eu me emociono porque isso representa muito para mim", disse Marta, sem esconder as lágrimas.

Divulgação

marta

Atacante Marta havia sido indicada pela 14ª vez ao prêmio por conta da boas performances tanto pelo Orlando Pride quanto pela seleção brasileira

"Desde o primeiro momento em que eu enxerguei que a melhor coisa que eu fazia na vida era jogar futebol, um esporte tão fantástico, eu só tenho a agradecer... Primeiro a Deus, por me dar saúde constantemente para eu poder buscar os meus objetivos. Não podia deixar de agradecer as minhas companheiras do clube e da seleção. As pessoas que estão comigo constantemente me dando suporte. E aos fãs e jornalistas. Isso é fantástico. É um momento mágico", celebrou a jogadora de 32 anos.

Marta havia sido indicada pela 14ª vez ao prêmio por conta da boas performances tanto pelo Orlando Pride quanto pela seleção brasileira. Pelo time norte-americano, foi a vice-artilheira da National Women's Soccer League (NWSL) no ano de 2017, com 13 gols, e ajudou a levar sua equipe até as semifinais.

Neste ano, Marta fez quatro gols e registrou o mesmo número de assistências em 17 partidas disputadas. Pela seleção, liderou a equipe na conquista da Copa América, em abril deste ano, no Chile.

Sua maior rival na disputa era Ada Hegerberg, de apenas 23 anos. A jogadora chegou à final do prêmio por liderar o Lyon na conquista do título da Liga dos Campeões da Europa. Ela já havia sido eleita a melhor jogadora da Europa em 2016. A outra finalista, Dzsenifer Marozsán, foi companheiro de Ada na conquista europeia com a camisa do Lyon.

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