Legislativo

Quarta-Feira, 25 de Novembro de 2020, 10h:40 | Atualizado: 25/11/2020, 10h:45

Polêmica

Sob pressão, AL pode mudar projeto sobre isenção de cobrança dos aposentados

O presidente da Assembleia Eduardo Botelho (DEM) promete colocar em votação, nas próximas sessões, o projeto que busca alterar a cobrança de 14% na alíquota de parte dos aposentados e pensionistas de Mato Grosso. Aprovada em primeira votação, a proposta é polêmica, tem forte rejeição do Executivo e o presidente do Legislativo afirma não ter certeza se ela passa como está - saiba mais sobre o projeto.

“Se vai ser aprovado ou não (o projeto), eu não tenho certeza porque são necessários 13 votos. Dos 24 deputados, são necessários 13. É um número bastante grande, não é uma maioria simples”, explica Botelho durante visita a sede do nesta terça (24).

Sem dar detalhes, o democrata ressalta que duas outras alternativas já são estudadas. “Eu não sei exatamente, mas tenho a informação de que tem 2 substitutivos para ser apreciados. Então, dentro disso, é possível que saia um acordo”, despista.

Rodinei Crescencio

Presidente da Assembleia, AL, Eduardo Botelho - deputado

O apurou que duas alternativas são analisadas, a primeira seria manter a redação original, mantendo a cobrança dos 14% da forma como foi votada inicialmente; a segunda possibilidade é incluir apenas os profissionais da educação na isenção do percentual, levando em consideração o fato de receberem subsídios mais baixos.

 O tema é debatido entre parlamentares e a Casa Civil sob Mauro Carvalho. O Executivo bate duro para manter o texto original sob argumento de que o déficit da previdência em 2021 será de mais de R$ 740 milhões. O MT Prev deve fazer um levantamento levando em consideração a inclusão dos profissionais da educação na isenção. Depois, deputados e governo farão uma nova reunião.

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Comentários (6)

  • Claudinete | Quinta-Feira, 26 de Novembro de 2020, 05h07
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    Uma tremenda injustiça conosco, pois já dedicamos grande parte de nossa vida com o Estado de Mato Grosso...ainda há tempo de rever essa atrocidade feita à nós aposentados...estamos numa fase delicada na etapa de nossa história...por favor devolvam nosso dinheiro! A dignidade ninguém pode nos tomar

  • NELIR RENOSTRO | Quarta-Feira, 25 de Novembro de 2020, 20h30
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    A cobrança de 14% para todos os aposentados, sem considerar o teto do INSS- RGPS é uma injustiça com os professores de Mato Grosso, que trabalharam toda vida, na velhice quando mais necessitam de atendimento a saúde, em plena pandemia, o Governo de Mato leva ao sacrifício desnecessário os professores, deveria taxar o agronegócio. Nosfo Estado é rico, essa é uma cobrança injusta.

  • Izaira Azambuja | Quarta-Feira, 25 de Novembro de 2020, 13h33
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    Nos trabalhamos é pagamos a Previdência para aposentar não temos culpa do rombo que os outros fizeram.

  • Daici Forgiarini Bastos | Quarta-Feira, 25 de Novembro de 2020, 13h04
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    Se existe déficit no caixa da Previdência não é problema dos aposentados, pois já contribuímos durante nossa vida profissional. Eu contribuí por mais de 30 anos, pois comecei a trabalhar com carteira assinada desde meus 15 anos. Se o governo não soube administrar esse dinheiro, os aposentados não podem ser penalizados agora

  • HELO | Quarta-Feira, 25 de Novembro de 2020, 11h20
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    Nós aposentados só queremos que fique como é com os servidores da União, A reforma previdenciária a nivel federal respeita o teto do INSS . Ou seja, aumentou de 11 para 14 , mas respeitando o teto do INSS, como sempre foi no Estado também.

  • Eleitor | Quarta-Feira, 25 de Novembro de 2020, 11h09
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    O Problema é que esses políticos fazem o pé de meia deles enquanto estão no poder e quanto é pego pela Justiça devolve só uma parte e faz delação premiada para não ir para cadeia e portanto eles não precisam de aposentadoria..

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