Apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reúnem na manhã deste domingo (18/10) para um ato em defesa da reeleição do petista, às vésperas do segundo turno das Eleições de 2026, na Praça do Museu Nacional da República, em Brasília (DF).
Nomeada como “ato da virada”, a iniciativa reúne apoiadores da esquerda no Distrito Federal em um momento de intensificação de apoio a Lula para a etapa decisiva da disputa presidencial. No primeiro turno, o petista registrou 45% dos votos válidos contra aproximadamente 47% do senador Flávio Bolsonaro (PL).
O encontro também ocorre em meio à campanha de Leandro Grass (PT) ao Governo do Distrito Federal (GDF). Ele participou do ato e afirmou que “a juventude, as famílias e a o povo está nas ruas defendendo direitos”. No segundo turno, o candidato disputa o comando da capital contra a atual governadora, Celina Leão (PP), que tenta a reeleição.
Após a concentração, no Museu da República, os manifestantes caminharam até o Congresso Nacional. Já no começo da tarde, por volta das 13h, uma rápida chuva atingiu a região onde os manifestantes se concentravam. No momento, a banda brasiliense Natiruts animava o público com a famosa canção “Eu quero ser feliz também”.
O ato contou com a participação de parlamentares do DF já eleitos nessas eleições, como Fábio Felix (PSol), Max Maciel (PSol), Keka Bagno (PSol), Chico Vigilante (PT) e Ricardo Vale (PT).
“Soberania e reeleição de Lula”
A concentração acontece dias após os apoiadores do atual presidente realizarem um ato político, na terça-feira (13/10). Com o lema “Bolsonaro nunca mais”, estudantes da Universidade de Brasília (UnB) e outros manifestantes se reuniram para protestar contra a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República e defender a “soberania e a reeleição de Lula”.
Naquela ocasião, participantes cantaram “Olê, olê, olá, Lula, Lula” e entoaram palavras de ordem contra a escala 6 x 1. “Trabalhador, presta atenção: a escala 6 x 1 só é boa para o patrão”, cantou o grupo. Também houve gritos de “Ele não”, direcionados a Flávio Bolsonaro.
Além da escala 6 x 1, o combate ao fascismo, a defesa da soberania nacional, da democracia e da universidade pública estavam entre as pautas apresentadas pelos manifestantes. A mobilização foi convocada pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) da UnB e pela União Nacional dos Estudantes (UNE).
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