Raffael Amorim de Brito, apontado como executor do sargento da Polícia Militar Odenil Alves Pedroso, estava escondido no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Ele foi preso nessa quarta-feira (07), depois de sair da comunidade para praticar um roubo a residência em Itaboraí.
Vídeos que o
teve acesso mostram o momento da prisão. Raffael estava em um carro, quando foi abordado pelas forças de segurança. Ele foi imobilizado pelos agentes e deitado no meio da rua, onde recebeu voz de prisão. Raffael foi pego após quase 2 anos do crime.
A ação foi realizada pela Diretoria da Agência Central de Inteligência da Polícia Militar de Mato Grosso, da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Militar do Rio de Janeiro, da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) da Polícia Federal e do o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Mato Grosso.
"Ele estava sendo acobertado no Rio de Janeiro, mas nossas forças de segurança estão preparadas e junto com as polícias do Rio de Janeiro tiveram êxito na localização e monitoramento, até a prisão do suspeito. As forças de segurança de Mato Grosso nunca iriam parar até encontrar e prender o suspeito do assassinato do sargento Odenil", destacou o secretário de Estado de Segurança Pública, coronel César Roveri.
Além da acusação de assassinato do sargento Odenil, o suspeito também tem passagens criminais por estupro, roubo e tráfico de drogas. Assim que a transferência do suspeito for autorizada, ele será conduzido para Mato Grosso para cumprir os mandados de prisão e responder pelos crimes.
Homicídio em Cuiabá
Odenil Alves foi baleado com um tiro na cabeça enquanto trabalhava para complementar a renda na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Morada do Ouro, em Cuiabá. Ele chegou a ser socorrido com vida, passou por cirurgia no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), mas não resistiu aos ferimentos.
Lotado no 3º Batalhão da Polícia Militar em Cuiabá, o sargento era natural de Rosário Oeste, a 104 quilômetros da capital, e ingressou na corporação em 1998.
A principal linha de investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá é de que o militar tenha sido vítima de latrocínio.
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Fábio 08/01/2026
Os golpistas do 8/1, o Mito e esse aí, agora estão no lugar certo, justiça seja feita.
daltro 08/01/2026
e tem quem defenda esse cara, que é vitima da sociedade....esse tal governo federal que defende esses caras...
2 comentários