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Polícia Terça-feira, 06 de Fevereiro de 2024, 18:33 - A | A

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CASO ZAMPIERI

Delegado não indicia empresária e ressalta falta de vínculos entre suspeitos

Maria Angélica chegou a ser apontada pela PJC como suposta mandante durante as investigações

Beatriz Passos e João Aguiar

O delegado Nilson Farias, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), citou falta de provas ao livrar a empresária Maria Angélica Caixeto Gontigio de indiciamento no inquérito que apurou a morte do advogado Roberto Zampieri, executado a tiros em Cuiabá em dezembro do ano passado. Maria Angélica chegou a passar quase um mês, suspeita de ser a mandante do crime. Nesta terça-feira (06), o delegado indiciou os suspeitos Etevaldo Luiz Caçadini, Antônio Gomes e Hedilerson Barbosa por homicídio qualificado. 

"Na oportunidade deixo de indiciar Maria Angélica Caixeto Gontigio  tendo em vista os parcos elementos de prova desenvolvidos ao longo da investigação, visto que as provas técnicas produzidas no cuso da investigação demonstraram até o presente momento que não existe vínculo entre a investigada e os executores e financiadores, o que impede a formação da convicção desta Autoridade Policial", argumentou Farias.

Montagem

DELEGADO NILSON E ANGELICA GONTIJO

Durante as investigações, Mária Angélica foi apontada como suspeita de ter encomendado a morte do jurista. Ela foi presa no dia 20 de dezembro e solta no dia 18 de janeiro por falta de provas. Ela está com a família, em Patos de Minas (MG), e é monitorada por tornozeleira eletrônica. A defesa dela já deve pedir a retirada das cautelares.

Indiciamento

Conforme o delegado Nilson Farias, o trio foi indiciado por homicídio duplamente qualificado, pela traição, de emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa do ofendido e também qualificado por ter sido praticado mediante paga ou promessa de recompensa, ou por outro motivo torpe.

Para a Polícia, não há dúvidas da participação do trio no crime. Caçadini é o suposto financiador, Antônio Gomes da Silva é apontado como executor, e Hedilerson Barbosa como o suposto intermediário. Todos estão presos.

Ainda segundo a Polícia Civil, as investigações continuam a fim de estabelecer vínculo entre mandantes e executores e financiadores do homicídio de Roberto Zampieri.

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Joao 06/02/2024

Que coisa estranha até semana passada essa mulher era mandante do assassinato agora foi inocentada Muito estranho .

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1 comentários

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