Previsão do tempo ??°C Cidade

Polícia Quarta-feira, 12 de Agosto de 2020, 08:40 - A | A

Quarta-feira, 12 de Agosto de 2020, 08h:40 - A | A

Dois dias após morte de Isabele, menor conta detalhes a irmão e apaga: aí tomou

Patrícia Sanches

CASO ISABELE

Amiga de Isabele Guimarães Ramos, que teria disparado acidentalmente, ao chegar a um dos depoimentos feitos para a investigação do crime

Trecho de conversas entre o namorado da menor, que matou acidentalmente a amiga Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, e o seu irmão chamam a atenção dos investigadores durante a análise dos conteúdos existentes em celulares. O diálogo, que o teve acesso, acontece em 12, 13 e 14 de julho. Isabele morreu dia 12.

O namorado da menor que disparou diz no dia do crime: “a garota mo(sic). Eu não tô entendendo nada. Pura(sic) que paril”. O irmão responde: “Que guria mano. Não comento com ninguém. Que guria mano?.

Diante do silêncio, ele segue dizendo: tira print das conversas importantes. Porque todo mundo vai querer colocar a culpa em você. Não deixa isso acontecer”.

Após o pedido do irmão, o menor, que levou a arma que acabou matando Isabele, manda 9 mensagens entre 11h41 e 11h42 do dia 14. Todas são apagadas em seguida. O irmão responde: “Aí tomo (sic)”. Eles trocam mais 8 mensagens. E, por fim, o rapaz que esteve na mansão no Alphaville I pede: “apaga aí”.  

A conclusão da análise é de que o namorado da menor que atirou explica a situação para o irmão e pede que tudo seja deletado. “Cabe ressaltar, que não foi possível a recuperação/restauração das mensagens em questão”, diz trecho do documento.

O rapaz, segundo as investigações e depoimentos, deixou a mansão um pouco antes da morte de Isabele. Ele alega que deixou a arma na casa do sogro porque tinha medo de blitz.

Caso

Segundo perícias, Isabele não morreu vítima de disparo acidental, que aconteceu a curta distância, entre 20 a 30 centímetros da vítima. A amiga e autora do disparo, também de 14 anos, estava frontalmente com Isabele e sustentou a arma a uma altura 1,44 metro do piso "com alinhamento horizontal".

A defesa dela, sob Ulisses Rabaneda, entretanto, ressalta que o laudo não descarta uma ação “involuntária”. A garota diz que foi acidental e ocorreu após a arma cair da sua mão no momento em iria guardá-la. Segundo ela, a maleta onde estava a arma escapou de suas mãos e disparou, atingindo Isabele no banheiro de um dos quartos, na parte superior da casa.

Entre na comunidade do Rdnews no WhatsApp e acompanhe as notícias em tempo real; Acesse

Comente esta notícia

Estranho né 06/12/2020

Triste.... morreu uma jovem ... E como só envolve gente rica.... Vai dar em nada.... Triste...

positivo
1
negativo
0

alex r 15/09/2020

Bem com o tempo que tenho de vida percebo que quando se muda versões é pq tem coisa.... E coração de mãe não se engana... O que aconteceu foi planejado e premeditado... Não me lembro se foi falado que foram feitos exames de gravidez ou de doenças , mas havia e há um segredo por trás dessa morte....

positivo
0
negativo
0

Mal contado 12/08/2020

Está mal contada essa história...de que o menor leva a arma, saiu do condomínio e só depois o crime ocorreu. Aí tem...é preciso definir efetivamente quem disparou a arma...isso tá mal contado!

positivo
0
negativo
1

marcos 12/08/2020

Ta cheirando crime passional, com planejamento.

positivo
0
negativo
0

joao 12/08/2020

essa história esta mal contada

positivo
0
negativo
0

5 comentários

O portal e o blog não se responsabilizam pelos comentários aqui postados. Se você se sentir ofendido pelo conteúdo de algum comentário dirigido a sua pessoa, entre em contato conosco pelo e-mail contato@rdnews.com.br