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Polícia Terça-feira, 05 de Dezembro de 2023, 10:14 - A | A

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Laudo rebate versão de pedreiro e indica conjunção carnal com menor de 13 anos

Parecer médico da Politec identificou DNA de Gilberto nas partes íntimas da vítima

Luis Vinicius

Montagem

 chacina sorriso gilberto

Laudo da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) identificou DNA do pedreiro Gilberto Rodrigues dos Anjos, 32 anos, nas partes íntimas da adolescente M.M.C., 13 anos, morta no último dia 25. O exame contesta a versão do investigado que disse ter "tocado" as vítimas, enquanto agonizavam, com as mãos.

O parecer médico chegou às mãos do delegado Bruno França, nesta segunda-feira (4), e será incluído no inquérito policial (IP) conduzido pela Delegacia de Sorriso (420 km de Cuiabá). O laudo das outras vítimas deverá ser finalizado nos próximos dias.

Em depoimento, o pedreiro disse que entrou na casa das vítimas para roubar objetos de valor. O investigado, que se encontra preso preventivamente no raio 8 Penitenciária Central do Estado (PCE), ainda acrescentou que trabalhou normalmente no dia seguinte aos quatro assassinatos.

O depoimento foi realizado horas depois da sua prisão, ocorrida na última segunda-feira (27). Gilberto explicou ao delegado que já tinha visto as vítimas quando a mãe iria leva-las à escola, mas que ainda não havia tido contato com elas. Além da adolescente, foram mortas: Cleci Calvi Cardoso, 46 anos, Miliane Calvi Cardoso, 19 anos e M.C.C., 10 anos.

Na oitiva, o investigado disse que entrou na residência à procura de dinheiro ou objetos de valor. O horário, no entanto, ele disse que não se recorda. Gilberto explicou que pulou o muro para ter acesso ao imóvel das vítimas.

Ao entrar, ele se deparou com as portas e janelas trancadas com exceção de uma janela que dá acesso ao banheiro. O suspeito então invadiu o local por esse acesso.

O homem detalhou que, após entrar no banheiro e abrir a porta, Cleci acendeu uma lâmpada e viu o interrogado saindo na porta do banheiro, sendo que, nesse momento, avançou no suspeito para tentar agarrá-lo.

Ele disse ao delegado que entrou em luta corporal com a vítima e a derrubou no chão. Nesse momento, segundo Gilberto, uma gaveta de talheres caiu, sendo que ele se apossou de uma faca e começou a golpeá-la.

O pedreiro afirmou que começou a esfaquear a dona da casa depois que já estava caída. Ele afirmou ainda que não lembra quantos golpes deu na proprietária da casa. Na sequência, passou a enfrentar Miliane que acordou com os gritos da mãe. A jovem de 19 anos também foi esfaqueada por ele.

No depoimento, Gilberto contou que, após matar as adultas, as crianças começaram a gritar e, diante disso, foi ao quarto da vítima de 13 anos e também a esfaqueou na cama. Por fim, foi ao quarto da menina de 10 anos e a matou sufocada.

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ANTONIO BOCAIVA 05/12/2023

POLITICOS BRASILEIROS FIZERAM AS LEIS PENSANDO NA AUTO PRESERVAÇÃO E PROTEÇÃO DA REPRESSÃO CONTRA OS POSSIVEIS ATOS QUE PODERIAM COMETER, A POPULAÇÃO TEM QUE ENTENDER QUE AS LEIS SÃO MECANISMOS DE AUTO PROTEÇÃO PARA OS LEGISLADORES

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Eduardo 05/12/2023

No Brasil, graças a política se metendo na Justiça, agora não pode nem mais cumprir pena antes de transitar em julgado a condenação. E o povo pedindo pena de morte? Isso não vai acontecer, a Constituição não permite. Vamos protestar por coisas tangíveis.

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Deosvaldo 05/12/2023

Se tivéssemos pena de morte para esses tipos de casos, não precisava provar nada mais.

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3 comentários

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