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Polícia Terça-feira, 23 de Setembro de 2025, 13:55 - A | A

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CASO ROZELI COSTA

PM suspeito de matar personal mentiu sobre uso de remédios controlados, diz delegado

Delegado responsável pelo caso esclareceu as contradições no depoimento de Raylton Mourão e disse ainda não acreditar que o PM tenha descartado a arma do crime em outro estado

Thalita Queiroz e João Aguiar

Durante a coletiva realizada na manhã desta terça-feira (23), Bruno Abreu Magalhães, delegado responsável pelas investigações do homicídio da personal trainer Rozeli da Costa Souza Nunes, de 33 anos, afirmou que o policial militar Raylton Mourão, apontado como principal suspeito pelo assassinato, mentiu sobre o uso de medicações controladas e possivelmente sobre ter descartado a arma do crime em um rio no Pará, assim como a moto utilizada na execução no meio do caminho. 

Rodinei Crescêncio

Delegado Bruno Abreu

Segundo Bruno, durante sua primeira conversa com o suspeito, o PM disse não fazer uso de medicação, versão alterada durante a audiência de custódia, onde Raylton alegou estar em tratamento de depressão e síndrome do pânico e fazer uso de remédios como quetiapina e paroxetina.

"Eu perguntei pra ele ontem se ele tomava remédio. Ele falou que não estava tomando. Diferentemente do que ele falou no depoimento, [para mim] ele falou que não estava tomando remédio. E eu perguntei pra ele se isso teria ocasionado sua raiva, e ele falou 'não sei te responder', mas ele alegou que não estava tomando remédio. Então ele mentiu, inclusive, na audiência de custódia", afirmou o delegado. 

Por conta da afirmação de Raylton sobre o uso de medicações controladas, o juiz da 1ª Vara Criminal de Várzea Grande, manteve a prisão e determinou que o PM seja submetido a avaliação médica em até 10 dias.

Reprodução

Raylton Mour�o, Aline Valando Kounz e Rozeli da Costa Souza Nunes

Outro fio solto apontado por Bruno é o descarte da arma utilizada no crime, possivelmente um revólver calibre 38, em um rio no Pará. Para o delegado, Raylton aponta uma situação "sem pé nem cabeça" ao alegar que teria ido até o Pará e descartado a arma. "Ele só afirma que jogou o [revólver] 38 no estado do Pará.
A gente não acredita, ele não saiu da cidade", reforçou Bruno. 

Por fim, Bruno esclareceu ainda que Raylton não revelou a identidade do comparsa, que dirigia sua moto no momento do crime. O delegado afirmou que as investigações seguem para identificar não só esta terceira pessoa, como todos os responsáveis envolvidos no crime.

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alex r 23/09/2025

A única coisa de louco na história é que ele ta metendo o louco ! Mas não cola a sociedade já se vacinou cansamos disso !!! fique na cadeia!!!

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Juca Bala 23/09/2025

Digite o texto aquiRonaldo deve tomar remedios controlado, só pode! O que tem haver vereador com esse caso? Acho que seu remédio está em falta!

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Otariano 23/09/2025

Bom saber que essa desculpa cola!!!

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Mariazinha 23/09/2025

Mais um Bandido que toma remédios.......

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ronaldo 23/09/2025

Eu não vi um vereador de Cuiabá, não fala nada sobre esse caso.

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observadora 23/09/2025

Esse ai não tem nada de louco,é fácil matar e alegar que tem problemas, devia atirar no próprio ouvido.

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Gilvan Dantas 23/09/2025

A verdade está aparecendo, esse canalha tem que apodrecer na cadeia.

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7 comentários

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