Durante audiência de custódia, nessa segunda-feira (22), o policial militar Raylton Duarte Mourão, apontado pela Polícia Civil como principal suspeito do homicídio da personal trainer Rozeli da Costa Sousa Nunes, de 33 anos, alegou sofrer de depressão e síndrome do pânico. Ele estava com mandado de prisão temporária em aberto e se entregou no 1º Batalhão Polícia Militar, na tarde desse domingo (21), em Cuiabá.
Como já informado pelo
, Raylton confessou ter matado a personal trainer a tiros. Ele estava na garupa da moto, que se aproxima de Rozeli. Segundo o advogado Marciano Xavier, o PM foi o autor dos disparos.
Na audiência de custódia, ao ser questionado se faz tratamento de saúde, Raylton informou fazer tratamento para depressão e síndrome do pânico. Além disso, alega que toma remédios controlados como quetiapina e paroxetina.
Por conta disso, o juiz Pierro De Faria Mendes, da 1ª Vara Criminal de Várzea Grande, manteve a prisão e determinou que o PM seja submetido a avaliação médica em até 10 dias. Até lá, ele permanecerá detido no batalhão da Força Tática.
“(...) conforme as declarações do autuado [Raylton] afirmando fazer tratamento psiquiátrico (síndrome do pânico, depressão e outros transtornos), verifico necessário o encaminhamento sanitário. Oficie-se à diretoria da unidade prisional e à Secretaria Municipal da Saúde de onde o custodiado for recolhido para que, no prazo de 10 (dez) dias, proceda ao tratamento adequado”, diz trecho da decisão.
Em depoimento na sede da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o PM alegou estar arrependido do crime. Ele também eximiu a esposa.
Motivo do crime
As investigações indicam que o assassinato pode estar relacionado a um acidente de trânsito ocorrido em março deste ano, em Várzea Grande. Na ocasião, o carro de Rozeli se envolveu em uma colisão com um caminhão-pipa da empresa de água potável de propriedade de Raylton e Aline.
Sem conseguir resolver o impasse diretamente com o casal, a vítima ingressou com ação judicial pedindo até R$ 9,6 mil em indenização. Uma audiência de conciliação estava marcada para 16 de setembro, cinco dias após o homicídio.
Execução
Rozeli foi morta no dia 11 de setembro, no bairro Canelas, em Várzea Grande. Câmeras de segurança registraram o momento em que ela foi seguida por dois suspeitos em uma moto e baleada dentro do carro, ainda em movimento. Foram disparados de cinco a seis tiros contra a vítima, que estava a caminho da academia onde trabalhava.
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TRONCOSO 23/09/2025
Se esse assassino é doente e ainda faz tratamento psiquiatrico então o culpado desse assassinato é o estado que manteve um doente psicótico trabalhando armado eai deu o que deu , matou uma inocente ....
Eugène Terre'Blanche 23/09/2025
Tá pagando de louca agora
Zelão 23/09/2025
Vai sarar com o Zezão Pé de Mesa !!! Aqui fora o Zé de Pano toma conta......
Gilvan Dantas 23/09/2025
Muito conveniente, mata a sangue frio por motivos torpe, agora e doente, me poupe!
Leo 23/09/2025
Mais um, não falha um..... todos os conservadores, moralistas, e eleitores da direita, apresentam essas desculpas....deveria estar internado então.... Mas não, estão por aí...soltos, bancados por recursos públicos, ameaçando e matando... Vergonha, lamentável...nojento
alex r 23/09/2025
Um tiro em si mesmo não deu né?? Mas na vitima ? Conta outra ... tu saiu da sua casa querendo matar e mato simples assim... agora é cana canalha!!!
6 comentários