Critérios técnicos fundamentam a escolha do VLT, assegura Eder
VLT está fundamentado em critérios técnicos, diz dirigente da Agecopa
Sem citar nomes, Eder disse que a Agecopa não vai desviar a atenção para ficar respondendo "a quem só quer tumultuar o processo". Reforça que foi uma decisão fundamentada e já oficializada, portanto, não cabe recuo. Segundo o presidente da autarquia responsável por preparar a Grande Cuiabá para o Mundial de Futebol de 2014, somente com as desapropriações, se fosse pelo BRT, seriam necessários mais de R$ 1 bilhão. "Com o VLT, vamos reduzir esses custos das desapropriações em 95%". Diz também que o VLT contempla boa parte do boulevard da Prainha, transporta mais passageiros por m2, é mais confortável e ecologicamente correto dentro da política de sustentabilidade ambiental e traz oportunidade de unir a região metropolitana.
Garante que todos os projetos estão dentro do cronograma. "Não vou fazer jogo de grupos interessados no próprio bolso. Vou fazer o que for o melhor para o povo de Mato Grosso, dando transporte de qualidade para o trabalhador. Temos capacidade de investimentos para isso. Antes do governo pensar em retorno financeiro, está pensando no retorno social".
Polêmico, Eder emendou: "Para mim, enquanto os cães ladram, a carruagem passa". Adiantou que nesta semana, quando retorna do exterior, a Agecopa e o governo estadual darão ordem de serviço para 7 obras de mobilidade urbana. "Vamos continuar dentro do ritmo na concepção dos projetos básico e executivo para licitação. Não vou ficar preocupado com quem trabalha com a impaciência e fica tentando criar fatos", reagiu o presidente da Agecopa, em referência à reportagem do UOL.
Segundo Eder, "ninguém vai tirar dos trabalhadores da região metropolitana o transporte moderno que está se projetando". Afirma que o governo vai realizar o sonho do trabalhador poder ter qualidade de ir e vir. "Querem podar o sonho dos trabalhadores da Grande Cuiabá por interesses meramente financeiros e nós, enquanto presidente da Agecopa, não vamos permitir isso", diz o ex-secretário de Fazenda e da Casa Civil e presidente da autarquia desde abril deste ano.