Desde 2006
Romilson Dourado
Romilson Dourado é jornalista há mais de 20 anos. Escreve neste blog desde 2006. Formado em Letras e em Comunicação Social.
Foi professor. Trabalhou como repórter, editor e apresentador de TV. Neste Blog, acompanha e comenta os bastidores da política, com notícias exclusivas, e outros temas relevantes.
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Antonio Cavalcante
Desde 1500, quando os “descobridores sanguessugas” do Brasil aportaram por aqui, fizeram uma única opção: a de que por todos os séculos e séculos prestigiariam com o poder a si mesmos. Para isso, não se importariam em escravizar e assassinar, levando quase ao extermínio os legítimos filhos dessa terra.
Após cinco séculos de dominação, seus descendentes, ainda esfomeados por poder e riquezas, controlam a tudo e a todos, como se o Brasil inteiro fosse sua propriedade particular. Enquanto nós, “cidadãos comuns”, meros escravos assalariados.
Isso se evidencia, quando, ainda hoje, percebe-se por parte dessa casta de vampiros, extremamente corrupta e egoísta, a total manipulação da política e de setores importantes da economia, na articulação e na aplicação de mecanismos de defesa e de proteção dos seus próprios interesses, que nada tem a ver com os interesses do universo social, tais como, a taxação ou exoneração de tributos, como forma de “alavancar o desenvolvimento de algumas regiões”, segundo eles.
O problema é que isso provoca reflexos, além do simples movimento da balança comercial, aumentando, por um lado, cada vez mais privilégios para uns poucos, e, por outro, ampliando vergonhosamente a injustiça social que, de golpe em golpe já se arrasta há centenas de anos.
Uma dessas decisões das oligarquias semifeudais do Brasil – que têm a ver com o agronegócio - vem trazendo preocupação às famílias e a tendência não é nada alentadora. Trata-se do aumento do preço dos produtos da cesta básica, puxada pelo aumento do feijão, e com outros alimentos que já apresentam tendência de variação de preço ao consumidor.
Afinal, a alta do feijão é culpa do clima? E o preço da soja, inclusive a isenção de tributos (federais e estaduais), beneficia a produção de alimentos do país e teria alguma relação com o aumento do custo dos alimentos básicos?
A pergunta é de difícil resposta, mas, vamos apresentar algumas informações que julgamos interessantes, inclusive para que os governos possam refletir sobre a taxação do agronegócio, que direcionam sua produção para fora do país, e planejar a isenção de tributos para o nosso arroz e feijão de cada dia, melhorando a vida das pessoas.
Segundo a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), o efeito climático é o principal causador da queda na produção de feijão no Brasil, tendo impacto na formação dos preços. Segundo a entidade, o Brasil produz em média de 3,3 a 3,5 milhões de toneladas de feijão por ano, e os brasileiros consomem 3,3 milhões. O consumo está bem próximo ao limite da produção, sobrando pouca margem para as emergências. Qualquer desequilíbrio, como o agora visto, se revela devastador.
Uma outra causa, que pode justificar a alta do preço, vem de questões econômicas, já que o preço mínimo do feijão não foi reajustado em 2015 e os valores da soja e do milho estão mais atraentes e lucrativos aos grandes produtores.
A soja é, de longe, a mais importante de todas as oleaginosas produzidas no Brasil. Sua expansão se verifica a partir de 1951, com a primeira “Campanha da Soja”, e, desde então, apresenta crescimento constante em virtude da demanda crescente. Segundo os estudiosos da área, na medida em que o Brasil diminui a resistência ao uso de agrotóxicos (neologismo para venenos, pesticidas etc.), e permite livremente a utilização de sementes transgênicas, acaba se tornando um espaço importante para a expansão da cultura.
Historicamente, alguns fatores contribuíram para despertar a procura pela soja. O principal deles foi a mudança na política agrícola, que recebeu atenção do governo, principalmente com a concessão de subsídios.
Como, por exemplo, a Lei Kandir (Lei Complementar federal nº 87/1996). A citada norma teve como mote estimular os setores produtivos que se dedicam à exportação, de modo a favorecer o saldo da balança comercial, como resultado da desoneração fiscal, que pode ser contabilizada como redução nos custos de produção destes setores.
Isto quer dizer que se trata de uma medida para tornar os bens e serviços comercializados mais competitivos no mercado internacional. Defensores dessa política acreditam que a desoneração do ICMS das exportações de produtos primários (soja, por exemplo) e semielaborados, tende a resolver algumas distorções resultantes da tributação sobre segmentos produtivos.
Segundo a previsão da lei (LC 61/1991), entende-se por produtos semielaborados aqueles que resultem de matéria-prima de origem animal, vegetal ou mineral, sujeita ao imposto, quando exportada “in natura”; aquele, cuja matéria-prima de origem animal, vegetal ou mineral, não tenha sofrido qualquer processo que implique modificação da natureza química originária; e aquele, cujo custo da matéria-prima de origem animal, vegetal ou mineral represente mais de 60% do custo do correspondente produto apurado, segundo o nível tecnológico disponível no País.
O problema é que estamos numa encruzilhada: se o governo incentivar a produção de “commodities”, como a soja, acaba por desmotivar os agricultores a cultivar o feijão, por exemplo. E, sabe-se que os benefícios fiscais concedidos ao agronegócio beneficiam poucos agentes da cadeia produtiva, a começar pelas grandes multinacionais que comercializam sementes, venenos e máquinas e implementos agrícolas. Sem esquecer dos grandes fazendeiros e suas reluzentes camionetes importadas.
Já é passado o momento do governo de Mato Grosso tomar suas decisões e taxar o agronegócio, afastando os incentivos fiscais que drenam os recursos públicos e beneficiam poucos e privilegiados setores, em detrimento às necessidades da grande maioria da população.
Não é da natureza do capitalismo ser solidário, e sua atuação tem relação estreita com este assunto por nós aqui tratado. Lembremos que havia uma grande loja de móveis aqui em Mato Grosso, que, durante muitos anos, recebeu polpudos incentivos fiscais do governo, e, ao mesmo tempo, distribuía dinheiro em algumas campanhas eleitorais (semelhante ao que ocorre na Operação Lava a Jato). Na primeira oportunidade, já enriquecido, o empresário vende sua “lojinha” (agora uma grande rede) a uma corporação com sede fora do Estado de Mato Grosso.
Temos que fazer a opção: ou taxamos o agronegócio, ou deixaremos de ter feijão e outros alimentos básicos em nossa mesa. É bobagem pensar que o agronegócio mudará de local de atuação, emigrando para outras regiões. As terras férteis e água em abundância (por enquanto) estão em Mato Grosso.
Não dá para fechar essa matéria sem tratar dos pequenos produtores, agricultura familiar e reforma agrária. Tema que ficará para uma próxima. Portanto, encerro por aqui com as seguintes interrogações: até quando vamos continuar engordando os bois estrangeiros, enquanto o arroz e o feijão se escasseiam na mesa dos brasileiros? Enfim, a soja ou o feijão?
Antonio Cavalcante Filho, cidadão, escreve às sextas-feiras neste blog. E-mail: antoniocavalcantefilho@outlook.com
Com a palavra, o sr. Comuna que acha que o socialismo, no qual ele acredita, é um sistema solidário e divisor de riquezas e fonte de felicidade para os povos, tipo Cuba, Venezuela ou Coreia do Norte, e mais recentemente, 12 anos de PT. Me poupe dessa sua conversa fiada.
Sr. Antonio Cavalcante. Vou fazer uma proposta. Venha a Nova Mutum e vamos lhe arrumar uma área para que possa plantar feijão, arroz, milho, soja e o que quiser. E depois de uns dois ou três anos sente novamente pra escrever o texto que escreveu. Venha ser um descobridor sanguessuga de um novo século. Infelizmente é assim que muitos se portam. Falar é fácil fazer é que complica.
ISTO MESMO CEARÁ, AINDA VAI FICAR PIOR , PORQUE ALÉM DA SOJA QUE SÓ ENRIQUECE UMA MINORIA, AINDA TEM O PLANTIO DE CANA PARA PRODUZIR ÁLCOOL,OCUPANDO TERRAS Q PODERIA SER UTILIZADA PRA PRODUZIR ALIMENTOS.
E porque no Governo do PT dele, deste Ceará não fez agricultura familiar nos 12 anos de desgoverno e só corrupção e poder, porque não desoneraram o arroz e o feijão como fala o falastrão, é no seu partido PT que nada aconteceu, somente propinas e desvios, quebras de estatais como a Petrobrás, e o fim do poço com o Brasil, e agora milhões e milhões passando fome, nem sabem o que é um pouco de arroz, muito menos feijão por causa do PT.
Ahh! Digraçado tonto!!
Ceara: Tanto quanto a soja , o feijão , o arroz, a cerveja , o vinho, as carnes, as frutas, e as verduras e as flores , os ovos , os óleos e azeites, os temperos , as ervas medicinais , as plantas pra perfumes, as gorduras pra sabonetes , as babosas pra sabão , a cachaça que tu bebeu , fazem parte do agronegócio e os teus vizinhos e amigos são as pessoas que o fazem e praticam , são os empreendedores, que vc desconhece, pois a tua verdade é a absoluta Ignorância !!
e tem gente que vota no PT que gosta de dilma...
a prioridade é soja para vender e alimentar os chineses e não arroz e feijão para alimentar os brasileiros...
Pois é, enquanto o preço do feijão no Brasil chegou até a 15 reais o quilo...os sites mostraram que, a quase ex-presidente, em outubro de 2015, doou para Cuba 625 toneladas de feijão, do estoque público. Tem que candidatar a presidente de Cuba, que ganha no primeiro turno. Ih! Em Cuba não tem eleição, nem liberdade de expressão, de opinião, nem Imprensa Livre, não existem sites em Cuba, só a palavra do governo vale. Vote! Por que será que a esquerda brasileira não vai lá prá Cuba, reclamar da falta de tudo isso? Tá igual a piada do Barnabé do zumbumbeiro... aonde um coronel estava reclamando do vizinho que, altas horas da noite, fazia um barulho terrível, tocando uma zabumba infernal. Aí chamou o peão mais brabo e ordenou: vai lá e para o barulho. O peão foi...passado horas retornou, e o barulho continuava. O peão só disse: coronel, a festa tá boa, tá animada, deixei continuar. Aí o coronel disse: eu mesmo vou parar aquela algazarra. E foi...já estava amanhecendo quando o coronel retornou...a esposa aguardava e perguntou: uai, não acabou com a festa? Resposta: Que nada, sabe quem que era o zumbumbeiro, compadre LAMPIÃO. Pois é, em Cuba, os compadres Castro não deixam mudar nada. Experimenta prá ver.
Esse arroz, feijão e outros alimentos mais que você se alimenta, tiveram muitos que não ficaram só no discurso e partiram para produzir alimentos para alimentar o mundo, pena que você falastrão só sabe ver coisas ruins em tudo, Jcala boca MAGDA.
imagem gerada por IA
Deputados Thiago, Botelho e João e novatos Léo e Jéssica Riva
Cinco candidaturas emedebistas vão registrar votações tão expressivas que o partido está seguro de que fará quatro das 24 vagas de deputado estadual.
Os deputados Thiago Silva e Eduardo Botelho estão crescendo bastante, conforme mostram trackings eleitorais. Podem chegar aos 50 mil votos. O cenário também não é diferente em relação ao deputado Doutor João e aos novatos Léo Bortolin e Jéssica Riva. Tendem a conquistar entre 38 mil e 45 mil votos.
Depois, bem abaixo, vêm os suplentes de deputado Silvano Amaral, que chegaria a 25 mil votos, e Arnaldo Xavier, em torno de 10 mil.
No geral, o MDB deve chegar aos 260 mil votos, suficientes para conquistar três vagas inteiras e uma pela quarta divisão de sobras, considerando que o quociente deve ficar em 77,7 mil votos.
Essa chapa fará Léo Bortolin, Dr. João, Tiago Silva e Botelho. Exatamente nessa sequência de votos obtidos por cada um.
Léo Bortolin na cabeça
FAZ 3 PIADA TEM HORA
Jéssica Riva.. nossa Deputada. VAMOS PARA CIMA..????
Os deputados Cattani e Faissal e a vereadora cuiabana Samantha Íris
No PL, enquanto o deputado Gilberto Cattani está consolidado como possivelmente o mais votado da chapa, com expectativa de passar dos 50 mil votos - em 2022 se reelegeu com 44.705 -, dois estão "digladiando" pela segunda cadeira: o também deputado Faissal Calil e a vereadora e primeira-dama de Cuiabá, Samantha Íris.
Por sorte, a chapa, com projeção de somar ao menos 210 mil votos, conseguirá três vagas, sendo uma delas pela sobra. O quociente ficará em 77,7 mil.
No cenário de hoje, conforme trackings eleitorais, que monitoram diariamente as variações, tendências e o comportamento do eleitorado em tempo real, Faissal e Samantha teriam mais de 30 mil votos cada. Nesse caso, estariam garantidos.
Faissal ampliou base para além da Baixada Cuiabana e do Nortão e tem apoio importante da irmã, a presidente da Câmara de Cuiabá, Paula Calil. Samantha, na esteira do eleitorado evangélico e empurrada pelo marido e prefeito cuiabano Abílio Brunini, também está presente em várias regiões.
Bem mais atrás aparecem dois da chapa liberal, sendo eles o ex-prefeito de Pontes e Lacerda, Alcino Barcelos, com projeção de chegar a 25 mil votos, e a vereadora rondonopolitana Luciana Horta, que deve bater os 17 mil votos.
Também acho.
ACREDITO QUE NINGUÉM VAI SER ELEITO DESSES BOLZOLÓIDES, PRINCIPALMENTE A JAMANTA DO OGRO, MATO GROSSO TEM QUE LIMPAR O ESTADO DE CERTAS PRAGAS QUE ALOJARAM NESTA SEARA E TEM QUE COMEÇAR POR ESSES BOLZOLÓIDES
Meu Deus nao.acredito que esses bosoloides vao reeleger esse quadrupede fascista .
imagem gerada por IA
Deputado Lúdio Cabral deve ficar com 1ª vaga, enquanto Barraco e Pátio brigam pela 2ª
Na chapa de esquerda à Assembleia Legislativa, o deputado petista Lúdio Cabral, ajudado pelo voto de conceito, já é considerado reeleito para o terceiro mandato, inclusive com votação expressiva. Deve passar dos 50 mil votos, superando os 47.533 do pleito de 2022, conforme mostram trackings eleitorais.
Como a federação PT/PV/PCdoB, com 22 candidaturas, deve somar cerca de 155 mil votos, fará duas vagas, sendo uma inteira e a outra pela primeira sobra. O quociente ficará em 77 mil votos.
Dois estão na briga por esta segunda cadeira, sendo eles o deputado Valdir Barranco e o ex-deputado Zé do Pátio, que está sendo sufocado eleitoralmente por outras candidaturas em Rondonópolis, onde foi vereador e prefeito. Ambos devem contabilizar entre 30 mil e 35 mil votos. E, na "cola" deles o suplente de deputado, sindicalista Henrique Lopes.
antes o ze do patio do que o jumento do barranco.
Apolinario , bom e o Catani ne , seu bosoloide doente .
Cuida do povo mato-grossense!
Em Rondonópolis Junior Mendonça tem mais voto que o Zé do Patio, escreve ai
O QUE TEM DE MÃE DINÁ NESSAS ÉPOCAS É DE DESAFIAR A PRÓPRIA SERENIDADE DAS PESSOAS. VOOOTTTEEEE XOMANO! MATERIA DESSE CONTEUDO NADA MAIS É QUE FORÇAR O FAMIGERADO VOTO ÚTIL. CREDO, O ILUDIO É GENTE BOA, MAS É PETEBA, ENTÃO NÃO DÁ NÉ? JÁ SABEMOS QUEM SÃO ELES E O QUE PRETENDEM
Primeiro tal do giva ai embaixo é bolsomerdista, segundo já ouviram falar de um tal CEZARE PASTORELLO de caceres? Esse cara ta explodindo. Tem conteúdo e vai ser eleito
Ludio não passa de 30000 votos
Jefferson Rudy
Senador Wellington Fagundes, candidato a governador pelo PL
Principal candidato da oposição, Wellington Fagundes (PL) tem sido um herói nesta sua segunda corrida ao Governo de Mato Grosso. A primeira foi em 2018.
Mesmo isolado dentro do seu partido, depois de puxar para o palanque o MDB da nora Janaina Riva, enfrentando fogo amigo e traições políticas o tempo todo, e bombardeado por setores do agronegócio, locomotiva que move a economia do Estado, o senador segue firme na ponta.
Algumas pesquisas colocam-no na liderança. Outras apontam o governador Pivetta (Republicanos) em primeiro lugar. E há levantamento que mostra empate técnico. O fato é que tudo indica que haverá mesmo segundo turno entre Wellington e Pivetta, o que seria inédito em MT.
Com seu estilo populista, de tentar agradar a todos, e se agarrando ao 22 do PL do ex-presidente Bolsonaro, Wellington tem incomodado o Palácio Paiaguás. Mas, nesta corrida à cadeira de governador, sente nos ombros o peso da máquina adversária e está desidratando. A luta de Wellington é para não perder fôlego até as eleições.
A campanha dele está um desastre. Fraco
Uma verdadeira Covardia oq estão fazendo com Wellington. Só avisem ao Pivetta e a turma do Agro que a sociedade matogrossense ODEIA Covardia!! WF será Governador contra TUDO e TODOS
Tem um uma grande defeito, um adorador e seguidor do comedia e presidiário BOZO
Como diz o Jornalista Pato Rouco \" o Piveta está louco para perder\" e o Wellington esta´fazendo tudo para não ganhar\" isso é o quadro atual da Politica de MT. Nunca vi uma eleição tão chata, e esquisita como a deste ano de 2026. Só candidatos de meia-tijelas e mequetrefes. Que horror gente
OS ERROS DE WF, ANANAIS E CIA, VÃO PROVOCAR A DERROTA. E NO SEGUNDO TURNO MUITA GENTE MAGOADO NÃO VAI APOIAR DEVIDO ESSA TURMINHA DO PL.
Essa MELANCIA ? tem sementes ruins das suas atitudes que estão germinando e jogando contra ele mesmo. Primeiro o fiel escudeiro Ananias foi a pior semente da discórdia. Depois não soube agrupar e mais chutaram os companheiros. Que prefeitos que quer um ditador no governo?
Ele vai ter que fazer muito esforço,pra perder pro piveta!
Ex-deputado federal Valtenir Pereira, que concorre de novo à Câmara
Candidatos que já obtiveram votações expressivas em eleições passadas, como os concorrentes à Câmara Federal, Valtenir Pereira (PSD), Victório Galli (PP), Procurador Mauro de Lara (PSD) e Leonardo Albuquerque (Republicanos), estão tendo desempenho pífio nas projeções de voto neste ano.
Ex-federal por três vezes, Valtenir, que em 2010 chegou a 101.907 votos, corre risco de não chegar a 30 mil nas urnas de 4 de outubro.
Victório Galli, outro ex-federal eleito em 2014 com 64.691, também "capenga" na chapa do União Progressista. Pelas projeções internas, deve conseguir, no máximo, 28 mil votos.
Com oito disputas eleitorais no currículo, todas elas sem êxito, o procurador Mauro registrou 84.208 para federal em 2014, na época pelo Psol. Agora, no PSD, não vai passar de 20 mil. Leonardo Albuquerque, federal eleito em 2018 com 52.335 votos, também não vive boa perspectiva de votos ao ponto de colocá-lo com chances de garantir vaga pelo Republicanos. Sua meta seria chegar a 40 mil votos.
Tudo tem seu tempo, na politica, na aréa empresarial, poucos sobrevivem por mais de 30 a 40 anos, apenas 2 politicos de Mato Grosso,conseguiram superar essa marca: o Carlos Bezerra que entrou na politica em 1974 como Deputado Estadual e encerrou em 2022 como Suplente de Federal, e agora o Deputado Julio Campos, que entrou em 1972 como Prefeito Municipal de Várzea Grande, já foi Dep.Federal por vários mandatos, Governador do Estado, Senador de Republica, e ainda é candidato a Deputado Estadual, e se eleito completará 54 anos de vida politica. Aliás acredito que tem toda possibilidade de ser reeleito e bem votado em MT, aos 80 anos de idade. Esse é duro na queda. kkkk
Leonardo bate mais de 40 mil e fica com segunda vaga
O QUE ACONTECE É QUE AQUELES QUE SE ELEGEM COM UMA CONVERSA, MAS BASTA UMA OFERTA DE GANHO FÁCIL QUE SE CORROMPEM. ALGUNS AINDA EMGAMBELAM O POVO E FICA NO LAMAÇAL DA CORRUPÇÃO POR MAIS ALGUNS MANDATOS COMO ESSE QUE \",PAPAI FOI MORTO QUANDO ELE ERA CRIANCINHA\" OUTROS SE ETERNIZAM ...
A politica elimina os \"candidatos\" por não aceita algumas coisas como: Traição, arrogância e desprezo aos eleitores,
Fotos: Rodinei Crescêncio/Rdnews/arquivo
Os deputados Max Russi e Beto Dois a Um, "puxadores" de voto do Podemos
Trackings eleitorais, que acompanham diariamente o desempenho e tendências de alta ou queda dos candidatos, indicam que os deputados Max Russi e Beto Dois a Um terão votação tão expressiva que puxarão mais dois da chapa de deputado estadual. Daí a projeção do Podemos de conquistar cinco das 24 cadeiras em disputa à Assembleia.
Se em 2022, Max, presidente do Legislativo mato-grossense, se reelegeu com 70.328, a expectativa agora é de superar a 90 mil votos. E Beto pode passar dos 60 mil.
O quociente será de 77 mil votos por partido e/ou federação.
As demais candidaturas competitivas do Podemos, com projeção de conquistar entre 20 mil e 30 mil, são a primeira-dama de Rondonópolis, Alessandra Ferreira, o deputado Fabinho Tardin, o ex-prefeito de Pontal do Araguaia, Adelcino Lopo, os ex-deputados Allan Kardec e Mauro Savi, o vereador de Cuiabá, Alex Rodrigues, e a ex-primeira-dama de Sinop, Scheila Pedroso.
Lugar de corrupto e ladrão de dinheiro publíco é na CADEIA e não no Senado Federal, OI MAURO...essa é pra voce.
A Justiça Eleitoral deveria abrir os olhos e acompanhar de perto fiscalizando o excesso de gastos dos Deputados Beto 2/1 e Max Russi, que estão fazendo campanha mais caras que a do Governador e de Senador. Assim pode dar cassação de mandato.
Cuidado com o homi do chinelo esse vai dar muitao de trabalho pra cima Meraldo é 20122
Andando de Norte a Sul de Leste a Oeste e com uma experiência na trek Meraldo Sá vem na 4 Vaga do Podemos e poderá a sigla chegar na sétima vaga cravando a maior bancada da Al. Vão vendo as cenas dos próximos capítulos.
Analista político está por fora da realidade, Meraldo Sá vai ser uma surpresa nessas eleições, vamos ver a realidade quando abrir as urnas.
*A DEP ALESANDRA FERREIRA 20100 SERA A PRIMEIRA DEP DE RONDONOPOLIS NASCIDA AQUI EM RONDONOPOLIS E O PREFEITO CLÁUDIO FERREIRA SERA O 1 PREFEITO A ELEGER A ESPOSA DEP ESTADUAL. PERCIVA MUNIZ NAO CONSEGUIU. ZE DO PÁTIO NAO CONSEGUIU.
OS DOIS ESTÃO ESTOURANDO O ORÇAMENTO DA ASSEMBLEIA TENTANDO CONVENCER OS ELEITORES IDIOTAS QUE ELES SÃO OS CARAS, DE PAU ISSO SIM
9 campanha pra vereador seguida em cuiaba nao vejo meraldo sá fora dessa dessas possiveis 5 vagas.
Nao vejo meraldo sá fora dessa lista, olha que ja fiz 10 campanha pra deputado.
Os cara sabe que o povo e idiota e vota mesmo neles . Podem esperar todos esse politicos elque estao la a 4 anos nao fizeram nada , deixaram Mauro Mendes roubar 308 milhoes da Oi na cara dura e ninguem se manifestou . Votaram a favor do governador em todos projetos contra o povo, um deles so para lembrar foi o da proibicao da pesca . Cara se o povo tivesse vergonha na cara nao reelegeria nem um desses . Mais infelizmente nao e o que vai acontecer .
Max e Beto vão \"explodir\" de votos. Só precisa combinar com os eleitores primeiro ;)
Alex pra cima