Os docentes da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) se reunirão na próxima segunda-feira (1), às 13h, para deliberar se irão continuar em greve ou retomarão as atividades na instituição após o Sindicato Nacional dos Docentes de Instituições de Ensino Superior (Andes) decidir sobre o fim da paralisação até o dia 3 de julho. A greve dos professores na UFMT iniciou no dia 17 de maio, com 216 votos a favor.
Agora, o Sindicato Nacional aceitou o acordo de reajuste salarial em 2025 e 2026, bem como a revogação de uma portaria que elevou a carga horária mínima semanal para os professores. A decisão de saída coletiva ocorreu após assembleias nas universidades, realizadas entre os dias 17 e 21 de junho. Das 55 insituições em greve, 35 votaram a favor do fim da greve – a UFMT defendeu a continuidade da paralisação.
Mesmo com o anúncio da decisão do comando nacional da greve nesta segunda-feira (24), algumas instituições da rede federal já teriam decidido retomar as aulas. Os professores dos Institutos Federais devem retomar as aulas até esta quarta-feira (26), enquanto a Universidade de Brasília (UnB) e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) também optaram por voltar às aulas.
Os técnicos administrativos das universidades federais são os únicos que ainda não aceitaram o acordo e continuam em greve.
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Benedita da Silva 25/06/2024
UFMT é como caravana, passa e a gadaida muge! UFaçam como diz aquele pastor, não mandem seus filhos para universidade, deixem ignorantes para continuar sustentando fariseus, porque se tiverem acesso ao conhecimento que liberta, vão ver como seus pais foram enganados, e como falaram asneiras em redes sociais. Ensino superior tecnico ou acadêmico cria oportunidades de melhoria de vida, melhor salário. O ranço contra a universidade, é porque os docentes se aperfeiçoam a vida inteira, e os alunos aprendem a pensar, e pra gadaiada isso é defeito.
Eduardo 25/06/2024
Professores da UFMT envergonham a sociedade mais que os próprios alunos
Neves 24/06/2024
MAs que povinho preguiça. Só quer ganhar sem trabalhar.
3 comentários