Na manhã desta quinta-feira (14), cerca de 150 indígenas e representantes de movimentos sociais realizam um ato pacífico em frente ao Espaço Reali – Buffet Leila Malouf, em Cuiabá, onde acontece o Seminário Justiça Territorial, promovido pela Aprosoja MT e pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).
A mobilização denuncia a defesa do marco temporal e da PEC 24/2025 por parte dos organizadores, bem como o avanço da soja e de projetos de infraestrutura como as ferrovias Ferrogrão e a FICO, que segundo os manifestantes, ameaçam territórios indígenas, áreas de preservação e a segurança alimentar no Brasil.
No ato, foi servido um café-da-manhã agroecológico, com alimentos produzidos por agricultores familiares e assentamentos ligados ao MST, para visibilizar alternativas ao modelo de monocultura voltado à exportação.
Segundo a Aprosoja-MT e AMM, o objetivo do seminário é promover um debate técnico e qualificado sobre a Lei do Marco Temporal (Lei 14.701/2023) e a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 24/2025, que transfere ao Congresso Nacional a competência para criação de áreas de preservação ambiental e demarcação de terras indígenas.
As entidades destacam que pelo menos 22 municípios de Mato Grosso podem ser impactados com novas demarcações. Neste sentido, afirmam que a situação compromete não apenas a gestão municipal, mas também o direito à propriedade e o planejamento de políticas públicas.
“A Aprosoja MT e AMM defendem que o debate seja feito com equilíbrio e respeito aos direitos de todos. Por isso, convida produtores rurais, autoridades, lideranças políticas e representantes da sociedade civil a participarem do seminário, que tem como propósito contribuir para o fortalecimento da segurança jurídica no campo e para o desenvolvimento sustentável de Mato Grosso e do Brasil”, dizem as entidades em comunicado.
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alex r 14/08/2025
Todas as Terras brasileiras são responsabilidade da União afinal é seu território... Mesmo povos originários não podem impedir determinadas coisas ... eles devem ajustar para que o progresso venha... Tenham em mente que se o "Brasil" não fizer outro faz então vamos negociar ai !!
JRFALBOT 14/08/2025
INDIO QUER APITO, SE NÃO DER, PAU VAI COMER KKKKKKK
cidadao 14/08/2025
a verdade que essas áreas indigenas foram demarcadas pra freiar o desenvolvimento do brasil, basta olhar as areas demarcadas com os mapas de minerios, estao la e praticamente só empresas chinesas, dos eua e da noruega conseguem licenças, o resto tao esperando qdo eles quiserem explorar...qm aprovou essas areas deveria ir pra uma corte militar ser julgado por traiçao, sao mais de 100 milhoes de hectares do brasil nessa situaçao
Marcelo Cuiabano 14/08/2025
Começou as Ongs financiadas por esquerdistas , na maioria esses índios são manípulados inclusive alguns nem sabem que estão fazendo aih. O dia em que seguirem alguns exemplos de algumas Aldeias e começarem a plantar dentro das normas ja estabelecias e ganhar dinheiro honestamente sem osprdagios clandestinos vão mudar esse pensamento.
Eugène Terre'Blanche 14/08/2025
Por mim, extinguia a FUNAI e isso aí acaba
5 comentários