Em ano eleitoral, Mauro Mendes (foto) colocou um bode na sala ao ter enviado à AL, logo no início de janeiro, o projeto que trata dos novos critérios para distribuição do ICMS aos municípios de MT. Aproveitou a necessidade de regulamentar a Emenda Constitucional 108/2020, que trata especificamente de 10% no valor referente à educação, para agregar metas no cálculo de distribuição do imposto em outras áreas, como saúde, meio ambiente, agricultura familiar e arrecadação tributária. Argumenta que os prefeitos vão ter que melhorar o desempenho de suas gestões para receber mais recursos. Por mais louvável que o discurso do governo possa soar, cobrando eficiência, a verdade é que comprou briga. Liderados por Neurilan, presidente da AMM, e sob contribuição de Emanuel Pinheiro, que comanda a Capital, os prefeitos se opõem. No Legislativo, a proposta não encontrou respaldo dos parlamentares. Com opiniões divididas, os deputados cobraram mais explicações da Sefaz e até do Banco Mundial, sem sucesso até o momento. O debate tende a esfriar com a proximidade das tratativas eleitorais, já que os deputados precisam do apoio dos prefeitos em suas regiões. Até agora, há empenho em aprovar apenas o trecho referente à emenda federal. Mauro busca a reeleição e o restante do projeto do ICMS, que deve ficar para discussão somente em 2023, pode ser um assunto espinhoso durante a campanha.








rico 22/02/2022
mauro Jayme já falou que vc não é candidato a nada, candidato a governador vai ser wellinton Fagundes e ao senado o é Emanuel pinheiro ou janaina riva, quem viver veras.
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