Em visita a Cuiabá, o governador de Minas Gerais e pré-candidato à presidência da República, Romeu Zema (Novo), declarou que não tem planos de recuar de seu projeto eleitoral para 2026 e incentivou que os "governadores de direita" possuem total capacidade de viabilizarem os respectivos projetos. Segundo ele, não há temor de fragmentação de votos da direita com vários candidatos à disposição, por isso, reiterou que o grupo está unido e vai apoiar àquele que passar para o segundo turno, encarando o nome da esquerda.
Zema destacou que, da sua parte, comunicou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a intenção de ser candidato e teria recebido o aval há pelo menos 4 meses, durante a prisão domiciliar - que agora passou a ser cumprida em regime fechado na sede da Polícia Federal no Distrito Federal.
No diálogo entre a dupla, Bolsonaro teria reconhecido a Zema que quanto mais candidatos se colocasem à disposição, melhor seria para a direita - embora essa não seja a ideia do clã Bolsonaro, que rejeita e ataca quem tenta cooptar o capital político do pai. Contudo, Zema reiterou que a sua conversa não teve intermediadores.
"[Bolsonaro] próprio endossa, apoia essa questão de nós termos dois a quatro nomes. É lógico que um desses pode vir a ser o preferido dele, o escolhido, e ele dá apoio. E esse nome, é lógico, vai ganhar alguma coisa a mais. Mas ele próprio tem essa visão: quanto mais nomes a direita tiver, mais forte ela ficará na eleição de 2026", afirmou.
"Tenho dito que a direita terá alguns candidatos em 2026 e isso não significa que ela esteja dividida, que ela esteja fracionada. A direita tem governadores muito bem avaliados, que têm condição de trazer mais votos cada um no seu estado do que um nome único que venha a trabalhar pela direita. E nós estaremos, sim, unidos no segundo turno. Nos damos muito bem, eu e os governadores de direita estamos sempre conversando, sempre dialogando e sabemos que aquele nome que passar para o segundo turno terá o apoio dos demais. Então a eleição de 2026, muito provavelmente, terá esse cenário", descarou ele, qualquer cenário de racha.
Além de Zema, outros nomes da direita também são cotados à disputa, como os governadores Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás; Eduardo Leite (PSD), do Rio Grande do Sul; Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo; e Ratinho Jr (PSD), do Paraná. Ainda são cotados o filho de Bolsonaro, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Eles devem encarar o presidente Lula (PT), que vai à reeleição.
Quando questionado sobre os primeiros atos de gestão caso seja eleito, Zema prometeu conceder o perdão a Bolsonaro, livrando-o da prisão e de todos os processos relacionados aos atos antidemocráticos, que resultaram na sua prisão no inquérito da trama golpista - de contestação às urnas eletrônicas que elegeram Lula em 2022. O gestor mineiro completou afirmando que vê a sociedade clamando pelo fim da polarização e que isso seria uma das soluções. Além disso, pregou que fará um governo sem extremismo ou radicalismo.
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Angelo 27/11/2025
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Ze da juquira 27/11/2025
Vai cata coquinho zema , nao tem meia duzia de votos
Aldo 27/11/2025
Partido novo, que de novo não tem nada.
Ze da juquira 26/11/2025
A nossa sorte e que a direita e burra , continuem assim seus ilnbecis ,Lula vai leva no primeiro turno
4 comentários