O presidente interino da Federação Matogrossense de Futebol (FMF), Luciano Hocsman, convocou para o dia 2 de dezembro as eleições para a presidência da entidade, quadriênio 2025/2029, depois de quase seis meses de paralisação dos atos, devido a uma briga judicial entre o ex-presidente, Aron Dresch, que tentava a reeleição, e o aspirante e empresário João Dorileo Leal. Ambos tensionaram a disputa desde maio deste ano.
O pleito anterior foi suspenso devido à denúncia de suposta irregularidades como a exclusão da autora - Associação Camponovense Celeiro de Futebol - do colégio eleitoral e possíveis fraudes no registro da chapa liderada por Aron Dresch. A batalha pelo comando da FMF também envolvia outro pano fundo, devido à "rivalidade" entre Cuiabá e Mixto. Aron é ex-presidente do Dourado, enquanto Dorileo, é dono do Tigre.
As chapas interessadas deverão se inscrever entre os dias 22 e 29 de novembro. Estarão em disputa os cargos de presidente, 4 vice-presidentes, 3 membros efetivos e 3 suplentes do Conselho Fiscal, conforme edital de convocação publicado nesta segunda-feira (17). Hocsman é o atual presidente da Federação Gaúcha de Futebol (FGF) e assumiu o cargo em Mato Grosso como interventor até a deliberação sobre o impasse eleitoral.
Segundo o edital, a Assembleia Geral Eleitoral ocorrerá de forma presencial, com início previsto às 9h, em primeira chamada, e 10h, em segunda e última chamada, com qualquer número de votantes. O colégio eleitoral será composto por clubes profissionais e amadores, além de ligas regularmente filiadas e em dia com suas obrigações estatutárias. A votação ocorrerá por cédulas e de forma secreta.
A chapas inscritas deverão apresentar documentos que comprovem a regularidade com a federação, caso contrário, poderão sofrer indeferimento - mesmo modelo para os clubes e associações votantes. Em caso de empate, será considerado vencedor o candidato de maior idade. Ele também será empossado no mesmo dia da eleição e contagem dos votos.
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Ariovaldo 17/11/2025
A Faculdade de Educação Física da UFMT precisa explicar como o Uirapuru, entidade voltada para o esporte amador e criada naquela instituição, foi privatizada junto a um empresário que foi acusado pelo Ministério Público Federal de envolvimento em desvio de recursos públicos estaduais em 2013, conforme noticiado pela imprensa cuiabana em 2013.
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