A juíza Ive Seidel de Souza Costa, da Justiça do Trabalho, determinou que o vereador por Cuiabá, Rafael Ranalli (PL), apague de suas redes sociais manifestações que incitem empresários a demitirem funcionários por terem apoiado o presidente Lula (PT), que foi reeleito no último domgingo (25), derrotando o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Segundo o documento que o
teve acesso, o pedido de tutela de urgência ainda impõe ao parlamentar que se abstenha de veicular, divulgar, compartilhar, reproduzir ou impulsionar declarações, postagens ou manifestações que incentivem, estimulem a perseguição contra funcionários. Em caso de descumprimento, a multa será de R$ 25 mil por ato.
Na quinta-feira (28), o suplente de deputado federal, Léo Rondon (PT), já havia formalizado uma representação contra Ranalli na Comissão de Ética, cobrando andamento do processo, que pode culminar com a sua cassação, diante do uso do cargo para promover discurso de perseguição contra trabalhadores petistas.
Ranalli também é alvo de um notícia de fato, instaurada pela Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), após ter associado o Nordeste brasileiro à figura de um jumento sobreposta ao mapa dos nove estados da região. O caso ocorreu ainda no primeiro das eleições presidenciais.
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