CASO ALEXIA - O EMPRESÁRIO ESTUPRADOR

Quarta-Feira, 24 de Outubro de 2018, 08h:07 | Atualizado: 25/10/2018, 08h:25

INVESTIGAÇÃO CRIMINAL

Exclusivo: empresário que matou Alexia usava nome falso no Paraguai - confira


Enviada Especial a Lucas do Rio Verde

Rodinei Crescêncio

Investiga��o Criminal -  Lucas do Rio Verde caso Alexia

Imagens de Alexia Lodi mostram a vida de uma criança linda e feliz , que vivia em região então pacata de Lucas do Rio Verde, até a morte trágica aos 6 anos

selo investiga��o criminal

 

O empresário do agronegócio Santo Martinello, de Lucas do Rio Verde (a 335 Km de Cuiabá), condenado por estuprar e matar Alexia Carolina Lodi de Aragão, aos 6 anos de idade, em 2001, adotou identidade falsa no Paraguai, para onde fugiu depois do crime e viveu até os 60 anos. Em Hernandarias, cidade conhecida como a capital da energia elétrica por abrigar o braço paraguaio da Itaipu Binacional e a represa de Acaray, se chamava João Soares. Casou com a brasileira Maria Gessi Etgeton. Arrendou uma chácara e vivia de maneira simples, vendendo leite e hortaliças. A cada 40 dias, sumia por 24 horas, voltando com dinheiro. Especula-se que cruzava a fronteira e vinha ao Brasil buscar recursos com a família abastada.

Imagens da Record

Investiga��o Criminal  Lucas do Rio Verde caso Alexia

Santo Martinello é preso e foge, após ser solto

As informações sobre o paradeiro do empresário após a fuga foram obtidas com exclusividade pela reportagem do , que foi a Lucas do Rio Verde (a 335 km de Cuiabá) trazer à tona o caso Alexia, o primeiro da série Investigação Criminal, que tem a intenção de relatar ocorrências marcantes da história da criminalidade de Mato Grosso.

Alexia foi assassinada no dia 12 de junho de 2001. O crime gerou repercussão nacional e causou clamor público na cidade que, na época, estava em grande desenvolvimento econômico.

A seguir, confira tudo sobre o caso Alexia.

 

 

Galeria: Caso Alexia, um crime brutal sem punição

A viagem

Seguindo pela BR-163, é impossível não se impressionar com plantios de algodão e soja a perder de vista. Na estrada, as grandes fazendas e o movimento intenso de carretas escoando a safra demonstram que ali é o "coração" do agronegócio. Chegando em Lucas - uma cidade muito bem estruturada - é possível perceber a força do setor.

É muito difícil acreditarmos que um empresário poderia ter cometido um crime desses. É mais fácil culpar um miserável lá da ponta da rua

Delegada Maria de Fátima Moggi

Naquele ano em que Alexia foi morta, um crime bárbaro como aquele não combinava nenhum pouco com o clima de progresso local.

Um jovem de 18 anos, trabalhador braçal, um professor de educação física - namorado da mãe da menina - e o empresário Santo Martinello foram apontados como os principais suspeitos.  Delegada que atuou no caso, atualmente aposentada, Maria de Fátima Moggi, relembra que as suspeitas recaíam mais contra o braçal e o professor. “É muito difícil acreditarmos que um empresário poderia ter cometido um crime desses. É muito mais fácil as pessoas acreditarem que o culpado seria um miserável lá da ponta da rua”.

Alexia morava no bairro Cidade Nova, um lugar que, no passado, era uma região de chácaras. Estradas de terra hoje se foram e deram lugar ao asfalto. A reportagem foi à rua Constantino, onde a família Lodi morava e onde a menina foi estuprada e assassinada. A casa está demolida. Deu lugar a um condomínio de classe média, com cinco casas prontas e três em processo de construção. Todas com dois andares, onde moram duas famílias.

Na cidade, todos sabem do caso Alexia, até mesmo moradores que vieram de fora.

Rodinei Crescêncio

Investiga��o Criminal -  Lucas do Rio Verde caso Alexia

BR-163 leva a reportagem a Lucas, no "coração" do agronegócio em MT

Testemunha

A reportagem encontrou uma das testemunhas que diz ter visto o empresário Santo ir pela segunda vez à chácara, no momento em que a criança estava em casa fazendo tarefa. Pediu para não ser identificada e conta que até hoje não esquece a cena que viu.

“Fui até a polícia e contei que ele tinha ido duas vezes à chácara no meio da tarde. Antes ele ia somente pela manhã, para dar comida aos porcos, ovelhas e galinhas. Lembro-me que, quando me viu, estava de chapéu bem enfiado na cabeça e disfarçou indo embora. Cerca de 1 hora depois espalhou-se a notícia que ela estava morta. Fui até a casa e vi a menina, linda, destruída”, detalha.

O dia do crime

Rodinei Crescêncio

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Mãe de Alexia, Leila Lodi, chora ao lembrar do crime que mudou sua vida. Ela conta à reportagem como foram últimos minutos de vida de seu amor, a filha

No começo da manhã do dia 11 de junho de 2001, um dia antes de morrer, Alexia, o irmão dela, Alison Luís, então com 13 anos, e a mãe Leila Lodi, acordaram e começaram a se arrumar para irem à escola Eça de Queiroz. A mãe ia levar as crianças e seguiria para o trabalho. A menina, que ainda usava mamadeira, pediu o leite como de costume, mamou e foi tomar banho. Pronta, pediu à mãe para colher a única rosa que restava na roseira da casa. Queria levar para a professora. Como era a única flor, a mãe não permitiu, explicando que deveria esperar as outras florescerem.

Com as palavras de um adolescente, ele me disse: mãe, a Alexia foi estuprada e está morta

Leila Lodi, mãe da menina

Os três saíram. Leila levou os filhos à escola. Às 12h30, passou em um restaurante e comprou marmita para almoçar com as crianças, como fazia todos os dias. Comprou também uma melancia que a filha tinha pedido no dia anterior, passou na casa dos pais, na rua Guaíra, onde os filhos ficavam depois que saíam da escola e todos foram para a casa. Alexia não queria almoçar e pediu à mãe um pedaço da melancia. Leila cortou, mas explicou à filha que a fruta ainda estava um pouco verde, deixando a faca cravada na polpa da fruta que ficou na bancada, próxima à pia.

Leila voltou ao trabalho e deixou as “tarefinhas domésticas” para os dois, cada um tinha sua obrigação.  Depois que terminaram, Alison, que tinha aula de educação física na parte da tarde, chamou a irmã para deixá-la na casa dos avós, que moravam a 200 metros dali. Mas a menina, que estava fazendo tarefas escolares, pediu para ficar mais um pouco, pois queria concluir. Ela garantiu que depois disso ia para casa dos avós, coisa que fazia todas as tardes.

Diante disso, o irmão seguiu para a escola e Alexia ficou fazendo o dever de casa. Quando ele retornou por volta das 16h e chamou pela irmã ela não respondeu. Ele foi até o quarto onde dormiam com a mãe e percebeu que tinha uma cadeira segurando a porta. Empurrou e viu a irmã deitada na cama de casal, sem calcinha, com a perna esquerda dobrada e a direita esticada, com uma faca na garganta, com os olhos abertos e uma mancha de sangue, saindo pelas pernas. Uma cena que não tem como esquecer.

Na parede em que a cama ficava encostada, havia uma mancha de sangue em formato de mão. Na cozinha, próximo à melancia estava a calcinha  e algumas manchas de sangue.

Assustado e, por ver a irmã ainda de olhos abertos, com as unhas cheias de pele, o que mostrou que a criança lutou com o estuprador, ele retirou a faca cravada no meio da garganta, sem esboçar reação. Correu até a rua São Paulo em busca de ajuda, de uma vizinha, a única que no bairro tinha telefone, para avisar a mãe. Gritando, pediu ajuda à mulher, que ligou para Leila. A mãe já estava a caminho de casa.  “Com as palavras de um adolescente, ele me disse: mãe, a Alexia foi estuprada e está morta”.

Veja o relato emocionado da mãe, dando detalhes do crime

Leila lembra que a filha, antes de morrer, estava muito feliz, porque a professora a convidou para ser “sinhazinha” da escola - termo usado quando meninas se candidatam à rainha de festas juninas. A mãe explicou que, para isso, elas teriam que vender prendas e não teria tempo para ajudá-la, pois trabalhava o dia todo e a noite ainda lavava roupas para fora, renda extra para sanar as despesas da casa.

Imagens da Record

Investiga��o Criminal  Lucas do Rio Verde caso Alexia

Aglomeração em frente ao local onde Alexia foi assassinada em junho de 2001

“Ela me disse que não ia ficar triste se não ganhasse e que só queria participar. Pediu apenas que, se ganhasse, eu comprasse um vestido. Respondi que sim e ela quis um vestido de noiva, branco e não caipira, que seria um sonho”.

Foi a última conversa e vez que viu a filha com vida. Depois disso somente desespero e um apagão. “Quando meu filho me contou, saí correndo pela rua gritando. José Luiz - meu namorado na época - me encontrou e eu relatei tudo e ele me levou até em casa. Quando cheguei vi a faca no chão, ela de olhos abertos, o sangue nas perninhas e um pelo no buraco que estava no pescoço. Eu só gritava: abraça ela, abraça ela. Depois disso dormi e acordei no hospital, quando pediram para colher meu sangue”, relembra.

Os suspeitos

Rodinei Crescêncio

Investiga��o Criminal -  Lucas do Rio Verde caso Alexia

Aparecida Zigoski, irmã de Alexandro Zigoski, confundido com o assassino

Com a brutalidade do crime, e pela menina ser conhecida no bairro, moradores locais se aglomeraram em torno da casa esperando a chegada da polícia. O corpo da menina foi encaminhado ao IML de Cuiabá no mesmo dia, para exames e coleta de sêmen.

A cidade e investigadores levantaram a pergunta inicial. Quem estuprou e matou Alexia Lodi?

No mesmo dia do crime o professor de educação física da menina e namorado de Leila foi o primeiro a ser preso pela Polícia Civil. José Luiz Camargo foi encaminhado à delegacia e solto às 23h. Conseguiu provar que, na hora em que a violência foi cometida, estava na escola, dando aulas, e depois tinha ido buscar Leila no trabalho.

O segundo suspeito, Alessandro Zigoski, na época com 18 anos, estava na chácara vizinha, carpindo, no momento crime. Foi preso na manhã do dia 13 em casa. Os policiais chegaram buscando as roupas que ele estava usando no dia da morte de Alexia, para ver se havia vestígios de sangue nelas.

O esteve na casa da família de Alessandro e conversou com a irmã mais velha dele, Sirley Aparecida Zigoski, 45.

Sentada em uma cadeira no terreno da frente, a dona de casa relata o terror que o irmão e a família viveram, quando Alessandro foi preso.

Ele foi preso e transferido para Sinop onde ficou detido por pelo menos uma semana (...) bateram nele. Hoje não gosta de tocar no assunto, trabalha em uma igreja evangélica, sofre discriminação

Aparecida Zigosli

“A minha mãe, hoje falecida, morava quase em frente à chácara do Santo e eu, ao lado. Meu irmão tinha vindo de Nova Mutum e minha mãe disse para ele que Pacheco (amigo da família) estava precisando de alguém para fazer alguns serviços na chácara dele. O Alessandro não queria muito e chegou a dizer que tinha trabalhado em Mutum e estava com dinheiro. Mas ela insistiu dizendo que Pacheco já estava velho e precisava de ajuda. Disse também que ele pagava bem”, lembra.

Alessandro foi e cortou o matagal que o idoso pediu. Trabalhou por três dias inteiros, 10, 11 e 12 de junho. No dia do crime, voltou para casa e a cidade foi tomada por um “burburinho”.  “Me lembro como se fosse hoje. Eu estava fazendo bolo e quando ele chegou eu perguntei. Alex, você não quer um pedaço de bolo com chá? E ele me disse- não, estou cansado. Vou tomar banho e volto aqui - e indo para dentro ele falou que não ia mais trabalhar na chácara do Pacheco, porque tinha acontecido uma coisa muito triste e me contou sobre a morte da menina”.

Em meio ao "disse-me-disse", no dia seguinte a polícia bateu na casa deles e deu a ordem de prisão ao rapaz.

A família teve toda a casa revirada e em especial o quarto de Alessandro. Levaram as roupas que ele tinha usado no dia do crime. “Ele foi preso e transferido para Sinop onde ficou detido por pelo menos uma semana.  Nessa história quem sofreu mais foi meu irmão, porque bateram nele. Hoje ele não gosta de tocar no assunto, trabalha em uma igreja evangélica, sofre discriminação”, lamenta.

Ela lembra que, durante anos, a falecida mãe “esfregava” na cara das pessoas que o filho era inocente. Ele teve que ir para uma chácara durante dois anos e se afastar da cidade para recomeçar a vida.

Santo Martinello, que tinha sido visto entrando na casa da família Lodi duas vezes, continuou solto.

Imagens da Record

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Santo Martinello chega a ser preso, mas 1 ano depois consegue liberdade provisória, saindo da cadeia em um dia de domingo. Foge e nunca mais é visto

Investigações

Na época do crime, o delegado Josué de Jesus, já falecido, era o responsável pelas investigações. A família pressionava, notando que "não estavam andando" com a investigação. Ninguém tinha sido, definitivamente, preso, mesmo com o depoimento de uma testemunha e da amante de Santo, complicando a vida dele.

O apurou que o delegado respondia que não tinha como prendê-lo uma vez que pegava marmita todos os dias no restaurante dele.

Diante da situação, a mãe da menina foi a Sinop (a 500 km de Cuiabá) e prestou depoimento para o então delegado João Bosco Ribeiro. Posteriormente, seguiu até Cuiabá para reclamar e pedir providências à Diretoria da Polícia Judiciária Civil. Atendendo ao pedido da mãe, a diretoria designou a delegada Maria de Fátima Moggi para o caso.

Quase 2 décadas depois, a delegada conta que passou três dias em Lucas e encontrou o local do crime parcialmente preservado. Afirma que as provas apontavam para Santo. Após ouvir pessoas envolvidas, sobretudo a mãe da vítima, ficou convencida de que teria sido o empresário o autor da brutalidade.

A polícia ouviu várias testemunhas, inclusive uma das namoradas do suspeito, que disse que, nos dias do crime, ele tinha no corpo marcas de arranhões como se fossem unhadas.  Questionado sobre isso, alegou que tinha se ferido quando foi dar comida às galinhas.

No decorrer do segundo depoimento colhido do acusado, ele entrou em contradições, se complicando ainda mais. Mas foi o resultado do exame de DNA que garantiu o pedido de prisão.

“As investigações sempre levaram a Santo. O que demorou foi o resultado do DNA, que foi encaminhado para Brasília. Eu o ouvi várias vezes e ele sempre negava e dizia que somente tinha ido uma vez à chácara, o que não era verdade. A parte mais difícil foi esperar o resultado e não se emocionar com o crime bárbaro”, avalia a delegada.

A delegada ressalta que os dois outros suspeitos foram excluídos, porque os horários de ambos não batiam com a hora do crime.

O exame veio positivo. O esperma encontrado na menina era dele. O juiz decretou a prisão e nós fomos até a casa dele para prendê-lo. Quando chegamos, a esposa abriu a porta e me disse: eu sabia. E começou a chorar. Ele por sua vez não esboçou nenhuma reação

Delegada Maria de Fátima

Passo a passo do crime

A delegada relembra que Alexia foi morta no meio do dia, entre às 14h30 e 15h. “O irmão tinha ido para a escola e neste momento ela ficou sozinha. Em seguida, Santo chegou, a estuprou e deixou a menina muito ferida. Na sequência, ficou louco, sem saber o que fazer, e foi até a cozinha. A casa era toda aberta, não tinha uma divisão interna. Sobre a pia estava a melancia com uma faca cravada. Pegou a faca e deu dois golpes no pescoço da vítima”, detalha.

Fátima conta que, mesmo antes do exame de DNA chegar de Brasília, estava com o relatório quase finalizado, uma vez que as investigações da equipe demonstravam a culpa dele. “Foi só juntar o exame que veio positivo - o esperma encontrado na menina era de Santo - e pedir a prisão. O juiz decretou e nós fomos até a casa dele para prendê-lo. Quando chegamos, a esposa abriu a porta e ela me disse: eu sabia. E começou a chorar. Ele por sua vez não esboçou nenhuma reação”, lembra.

Santo foi preso em dezembro de 2001 e, diante da revolta de muitos populares e temendo que ele fosse linchado, transferido para Sinop. Em janeiro de 2002 conseguiu liberdade provisória pela Justiça em Lucas que considerou as provas insuficientes. Solto em um domingo, nunca mais foi visto.

Ele foi condenado, no Judiciário, à revelia, em novembro de 2015, a 31 anos de prisão por estupro e homicídio qualificado.

Rodinei Crescêncio

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Cemitério Jardim da Paz, em Lucas, onde corpo de Alexia está enterrado, vestido de noiva, em jazigo visitado até hoje

Enterrada de noiva

O corpo de Alexia retornou de Cuiabá no dia seguinte e, atendendo um pedido da menina, que tinha o sonho de se vestir de noiva, a família a enterrou assim, no cemitério Jardim da Paz.

O local ficou tomado por pessoas que compadecidas pela brutalidade do crime foram dar apoio à família.

Santo e a esposa na época participaram de todo o cortejo e batizaram a menina, antes do corpo ser trazido à Capital. Também participaram de uma novena realizada pela família com o objetivo de encontrar o assassino.

Interpol

O delegado Murilo Almeida Gimenes, representante da Interpol em Mato Grosso, explica que o condenado foi incluído na difusão vermelha em 2002, logo após o crime. Ficam nesta condição os que têm mandado de prisão em aberto no país de origem. Informa que foram realizadas buscas tanto em aeroportos, portos, como também com auxílio da polícia estrangeira, mas não encontraram o empresário.

Reprodução

Documento da pol�cia paraguaia

Trecho do documento que confirma encaminhamento do corpo à família

Meses antes da morte dele, a Polícia Federal já teria conseguido identificá-lo com o nome falso, no Paraguai. A morte dele foi confirmada por meio de impressão digital, cartela enviada pela PF à polícia paraguaia.

Documento emitido pela polícia paraguaia diz que o corpo de Santo foi entregue a familiares em Mato Grosso. Não há informações sobre onde está enterrado. Por causa disso, ainda existe a mística de que o empresário não morreu e, por ser rico, estaria levando vida clandestina em algum lugar do mundo.

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Comentários (3)

  • israel | Quarta-Feira, 24 de Outubro de 2018, 16h02
    1
    0

    diz empresario qual ea empresa dele aqui no mt diz nome

  • absurdo | Quarta-Feira, 24 de Outubro de 2018, 11h12
    0
    1

    absurdo, Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

  • CLAUDIA NARA LODI | Quarta-Feira, 24 de Outubro de 2018, 10h28
    4
    0

    EU NÃO ACREDITO NA MORTE DELE.

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