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Judiciário Terça-feira, 28 de Julho de 2026, 09:50 - A | A

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CASO ZAMPIERI

Advogada sustenta inocência de coronel em morte de advogado e dispara: "É um preso político"

Júri tem início nesta terça-feira; além de Caçadini, Antônio Gomes da Silva e Hedilerson Fialho Martins Barbosa também sentam no banco dos réus

Thalita Queiroz e João Aguiar

Reprodução

Zampieri Etevaldo Caçadini

Os advogados Silvio Eduardo, Jayme Carvalho e Sara Quinetti, que representam o coronel do exército Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas, um dos réus pelo assassinato de Roberto Zampieri, ocorrido em dezembro de 2023, em Cuiabá, sustentam a inocência do oficial e afirmaram que ele "nunca havia ouvido falar" sobre a vítima. A afirmação foi feita pelos doutores durante entrevista coletiva realizada na manhã desta terça-feira (28), momentos antes do início do júri.

Segundo a advogada Sara Quinetti, Caçadini é um preso político. "O coronel é um preso político e eu tenho certeza que nós vamos provar. O coronel não tem nada a ver com esse crime. Nós estamos acreditando na inocência do nosso cliente. O coronel nunca ouviu falar no nome de Zampieri, nunca soube quem é Zampieri, na verdade. Ele era amigo, sim, do Aníbal. Mas ele não tem nada a ver com esse crime", destacou a doutora.

Já para Jayme Carvalho, a certeza da defesa está em provar a insustentabilidade das provas apresentadas pelo Ministério Público até o momento. Conforme a denúncia do MP, Etevaldo é apontado como financiador do crime.

Além do coronel, Antônio Gomes da Silva e Hedilerson Fialho Martins Barbosa também sentam no banco dos réus.

Relembre o crime

No dia 5 de dezembro de 2023, o advogado Roberto Zampieri deixou o escritório em que trabalhava e, ao entrar no seu veículo, um Fiat Strada, foi surpreendido pelo assassino. Os agentes policiais informaram que foram disparados cerca de 10 tiros na direção do advogado.

Nas gravações, obtidas por meio de câmeras de segurança de empreendimentos da localidade, é possível ver que o assassino cometeu o crime com o rosto descoberto, usando uma caixa para abafar o som, e que ele fugiu a pé.

Aparecido Carmo

réus execução Zampieri audiência

A execução de Zampieri desencadeou uma série de investigações contra um lobista e desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), acusados de negociarem a venda de sentenças com o advogado executado. O crime contra Zampieri não tem relação com o lobista ou desembargadores afastados, mas foi descoberto devido às análises do celular do advogado pós-execução.

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augusto 28/07/2026

Todo assassino e bandido bolsonaristas quando são presos, o único argumento dos seus advogados é que eles são presos políticos, se tocam turma de incompetentes!!!!

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JORGE LUIZ 28/07/2026

EU NÃO SEI NÃO, OU O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE MATO GROSSO EM CONJUNTO COM A OAB-MT FAÇAM UMA REFORMA NAS CONDUÇÕES DOS JURIS POR CONTA DE TANTO \"ADEVOGADO\" ARTISTA E CHEIO DE MARRAS, OU ENTÃO, FECHA A BAGAÇA E DEIXA O PAU COMER NAS RUAS. O CARA MATA E AGORA É PRESO POLÍTICO, O QUE SERÁ QUE ESSA DEVOGADA VAI FAZER NO PALCO LOGO MAIS VAMOS TER QUE ESPERAR O TEATRO PARA DEPOIS DAR O PARECER TÉCNICO

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2 comentários

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