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Judiciário Terça-feira, 22 de Setembro de 2020, 10:54 - A | A

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POLÍTICA NO TJ

Juvenal, Luiz Ferreira e Sebastião Moraes enfrentam Carlos Alberto pela presidência

Mikhail Favalessa

TJMT

Carlos Alberto da Rocha

O desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha disputa a reeleição depois que a possibilidade foi aberta por decisão do Tribunal Pleno neste mês

Os desembargadores Juvenal Pereira da Silva, Luiz Ferreira da Silva e Sebastião Moraes Filho confirmaram suas inscrições para disputar a presidência do Tribunal de Justiça contra o atual presidente, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, que busca reeleição. Luiz Ferreira é o atual corregedor-geral de Justiça. As candidaturas foram publicadas no Diário da Justiça Eletrônico desta terça (22).

Gilberto Leite

corregedor TRE

Luiz Ferreira é o atual corregedor-geral de Justiça e disputa o cargo de presidente do TJMT

Esse cargo só terá o desembargador José Zuquim Nogueira como candidato. A vice-presidência, que tem hoje a desembargadora Maria Helena Gagaglione Póvoas, deve continuar com uma mulher: a desembargadora Maria Aparecida Ribeiro é a única candidata.

Estão aptos a votar os 29 membros do Tribunal Pleno. O prazo para inscrições de candidaturas foi aberto na segunda passada (14) e se encerrou na noite de ontem (21). As próximas 48 horas são para impugnação das inscrições.

A possibilidade de reeleição foi aprovada pelo Tribunal Pleno em julgamento finalizado em 10 de setembro. Na mesma ocasião, os desembargadores rejeitaram a possibilidade de abrir a votação para os juízes de 1ª instância, proposta que era defendida pela Associação Mato-grossense dos Magistrados (Amam).

A nova redação do Regimento Interno permite a “quem já exerceu o cargo de presidente, de vice-presidente e de corregedor-geral da Justiça poderá figurar como elegível a um segundo biênio, desde que não tenham exercido qualquer cargo de direção por quatro anos”.

A eleição está marcada para 8 de outubro, com votação secreta, em sessão do Pleno. Na mesma sessão também serão escolhidos cinco desembargadores para o Órgão Especial. As posses estão marcadas para 19 de dezembro e o início dos mandatos para 1º de janeiro de 2020.

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marcos 23/09/2020

joao, digo14% fora as mordomias, pq no executivo tudo é sobra dos outros poderes, desde uma mesa ate aumento salarial.e vou mais alem, os servidores do executivo da area meio é que pegam mais as sobras, governos anteriores causaram o deficit na previdencia do estado e sobrou para os servidores do executivo pagar, sem o rga.

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marcos 22/09/2020

briga de grandes, os engravatados, não falta dinheiro para o poder judiciario, nem para o legislativo, só o executivo que sobrou descontando 14%.

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2 comentários

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