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Judiciário Sexta-feira, 07 de Julho de 2017, 17:20 - A | A

Sexta-feira, 07 de Julho de 2017, 17h:20 - A | A

Procurador pede arquivamento de caso de arapongagem; presidente da OAB é contra

Redação

A Procuradoria Geral de Justiça se manifestou pelo arquivamento da notícia-crime protolocada pela OAB-MT sobre o caso de suposta "arapongagem" em Mato Grosso. O caso é relatado pelo desembargador Orlando Perri. O parecer é assinado pelo procurador-geral Mauro Curvo e pelo coordenador do Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco) Antonio Sergio Cordeiro Piedade.

Gilberto Leite

Leonardo Campos

Sob Leonardo Campos, OAB quer que o caso seja apreciado pelo Pleno do Tribunal de Justiça

Após a apresentação da notícia-crime, devido, segundo a OAB, indícios de participação de membros do Ministério Público, Perri determinou a remessa dos autos ao procurador-geral para dar prosseguimento às investigações e incluiu a OAB-MT na qualidade de interessada.

O parecer ainda requer a exclusão da Ordem como parte interessada e o restabelecimento do sigilo - que foi parcialmente revogado.

A PGJ alega que foi instaurado no Naco um procedimento para apurar o fato noticiado em toda a sua extensão, no tocante a eventual responsabilidade penal dos promotores de Justiça e que foi encaminhada uma cópia para a Corregedoria-geral do MPE para apreciação dos fatos no âmbito administrativo. Assim, defende que o segredo de Justiça deve ser decretado pelo procurador-geral e que a OAB-MT não pode acompanhar.

Diante da situação, após ser notificada, OAB protocolou na tarde desta sexta (7) o pedido para que a deliberação sobre o arquivamento seja avaliado pelo plenário, tendo em vista a relevância social do tema.  A Ordem, sob Leonardo Campos, quer também permanecer como interessada.

“O Ministério Público é uma instituição reconhecida pelo seu trabalho firme e transparente. Temos confiança no trabalho desempenhado pelo procurador Mauro Curvo, por isso não vemos motivos para impedir o devido acompanhamento de assunto tão importante”, disse Leonardo.

Notícia-crime

Desde que veio à tona a denúncia da existência de um esquema de interceptações telefônicas ilegais em Mato Grosso, a OAB vem acompanhando o caso. A a suspeita de que foram inseridos números de "barriga de aluguel" em algumas investigações.

O caso é investigado pela Procuradoria Geral da República e na Corregedoria-Geral da Polícia Militar. “O Ministério Público precisa vir a público e mostrar o que está fazendo, quais as atitudes que estão sendo tomadas da porta para dentro”, ressalta Leonardo. (Com Assessoria)

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alexandre 09/07/2017

duodécimos em dia...todos se curvam ao rei..

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Davi 09/07/2017

Em suma, só a PM está pagando o pato.

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dauzanades 08/07/2017

Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

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paula goetz 08/07/2017

Até Tu Ministério Público Estadual

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Flavia 07/07/2017

Não tem cabimento ficar o dito pelo não dito. Que vergonha meu Deus, logo tu Brutus?

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5 comentários

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