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Legislativo Quarta-feira, 08 de Janeiro de 2025, 15:48 - A | A

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MODELAÇÃO DE PRESÍDIOS

ALMT mantém "mercadinhos" em presídios, mas quer preços regulados

O substitutivo intregral sobre regras nos presídios de MT não recebeu nenhum voto contrário

Gabriel Rodrigues e Jacques Gosch

A Assembleia Legislativo de Mato Grosso (ALMT), aprovou o substitutivo integral  que endurece  regras dentro das unidades prisionais do estado. No entanto, manteve a permissão do funcionamento de "mercadinhos" dentro dos presídios, mas com rigor na fiscalização, ou seja, itens como carne e bebidas estão proibidos. A matéria não recebeu nenhum voto contrário.

Ronaldo Mazza

Morat�ria da Soja sess�o ALMT

Segundo o trecho da lei, haverá a comercialização de produtos e objetos permitidos e não fornecidos pela Administração das unidades penais. O funcionamento será regulado por meio de decreto estadual, assim como já funciona atuação, definindo quais produtos serão ofertados, porém, os valores dos produtos deverão seguir preços convencionais, sem "superfaturamento".

"Os preços das atividades comerciais, que trata este artigo deverá ser compatível com os preços de mercado convencionais, vedada a prática abusiva de preços que possam onerar indevidamente o consumidor, sob pena de intervenção dos órgãos de fiscalização", diz o documento.

O presidente da ALMT, Eduardo Botelho (União Brasil), explicou que a cantinas não serão mais tocadas pela Associação dos Servidores da Penitenciária Central (Aspec), mas sim, por um Conselho, que terá supervisão dos poderes públicos. A ideia seria cortar totalmente as regalias, porém,  o parlamentar  alega que uma legislação nacional obriga o fornecimento uma opção, quando o Estado não fornece alguns itens.

"Hoje ela funciona com o controle dos policiais penais, isso vai mudar, vai ser um Conselho Comunitário, composto pelo Ministério Público, pela Defensoria Pública, pelo Tribunal de Justiça, vão fazer esse acompanhamento. São vão poder ser vendidos produtos que o Estado não tem, e não forneça. Só mercadorias permitidas, não pode comprar carne, não pode comprar bebida, vai ser cortado lá dentro. Mas vai ter ainda [essa opção]. Não podemos cortar de uma vez", comentou ele.

Conforme o texto, segue mantido o direito dos presos à visita social e à visita íntima, ocorrendo em locl especificado pelo diretor da unidade do presídio, mas que seja, preferencialmente, fora das celas deuso comum. Para isso, deverá ser considerado a existência de relação conjugal. Está proibido visita íntima de exploração sexual, profissional ou comercial -  " garotas de programa".

Tchélo Figueiredo

Deputado Eduardo Botelho ALMT

Quanto aos celulares, está proibido a entrada nas unidades prisionais, sendo autorizado apenas aos servidores, para atender finalidade operacional e de segurança, tudo, mediante regulamentação da Secretaria de Justiça. Outro relevante no texto, é quanto à revista para a entrada nas unidades. Elas deverão ser por meio de eletrônico, revista visual, e revista manual - em caráter "excepcional". Está vedado a revista vexatória, ou seja, o desnudamento total ou parcial da pessoa, agachamento e outros ações relacionadas à honra dos visitantes.

A propositura define o modelo construtivo e funcionamento dos raios de segurança máxima, dos procedimentos disciplinares, conselho disciplinares, visitas, proibição de atividades comerciais e procedimentos de inspeção e revista na entrada de pessoas.

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Comente esta notícia

Professor 09/01/2025

O que isso melhora a vida dos trabalhadores e pagadores dos altos impostos nesse estado, nesse país? Explica aí deputado Botelho, por si e pelos demais da AL/MT. Tomam vergonha na cara, trabalhem e façam leis de interesse público, chega seus incompetentes!

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MANÈ MANSO 08/01/2025

KKKKKKKK VAI TER FISCALIZAÇÃO KKKKKK

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Manoel Vasque 08/01/2025

Ih Sindicato vai chiar..Espere para ver...

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3 comentários

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