A Bancada Feminina no Senado emitiu nota cobrando apuração rigosa pelo assassinato de Santrosa, cantora e suplente de vereadora em Sinop (a 480 km de Cuiabá), encontrada degolada na zona rural da cidade no domingo (10). A nota é assinada pela senadora Leila Barros (PDT), líder da bancada.
A manifestação argumenta que o crime deve ter relação com transfobia e descriminação à comunidade LGBT. Embora o delegado Bráulio Junqueira, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), do município e responsável pelo caso, tenha afirmado ao
que o crime de transfobia estaria descartado.
"Exigimos das autoridades estaduais e federais a apuração rigorosa e rápida dos fatos, garantindo justiça e segurança para as pessoas LGBTQIAPN+ em nosso país O Brasil permanece entre os países com o maior número de mortes de pessoas trans, uma realidade que deve ser enfrentada com políticas de proteção, educação e conscientização", pediu a Bancada.
De acordo com a Polícia Civil, Santrosa, havia saído de sua residência por volta das 11h de sábado (9) e não retornou. Familiares relataram que a vítima tinha um show marcado no período da noite, mas não compareceu.
Santrosa foi morta em outro local e teve o corpo jogado na região de mata. A vítima tinha ferimentos pelo corpo e a perícia acredita que estava na região de mata há cerca de 8h.
Informações preliminares da Polícia Civil dão conta de que o crime se trata de uma guerra entre facções ou envolvimento com o crime organizado. Nenhum suspeito foi identificado ou localizado pelas forças policiais.
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Derysi Cuneat 12/11/2024
Em outro site disseram que a trans estava vendendo drogas sintéticas em local comandado por facção criminosa... foi avisada e continuou vendendo... resultado foi a "sentença do tribunal do crime"... e fazem esse tipo de execução (decapitação) para dissuadir eventuais concorrentes. Então... não teve nada de transfobia e afins.
Paulo 12/11/2024
O que não entendo é que sempre que morre alguem que é da sequencia de letras LGBT....etc um monte de gente e órgãos e bancadas e mais nao sei o que vem falando que é transfobia, discriminação e etc. Todos os dias morre gente e ninguem fala nada dos outros, até parece que esses não cometem crime. Olha essa moça aí ao que tudo indica morreu porque estava vendendo uns produtos nada lícito sem autorização dos outros criminosos que mandam na área.
Eduardo 12/11/2024
Ao invés de exigir apuração rigorosa, manda as deputadas virem passar uns 30 dias na região de sinop e sorriso para saber se a bandidagem tá preocupada com orientação sexual de alguém. Lacrolândia não funciona com essa turma.
paulo diants 12/11/2024
Delegado disse tudo. Criminalidade mata.
4 comentários