O deputado federal por Mato Grosso, Fabio Garcia (União Brasil), considera que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas por semana em até 14 meses e permite o fim da escala 6x1 tem conotação eleitoreira e deveria ter sido enviada pelo presidente Lula (PT) em anos anteriores. Ele votou favorável à redução da carga horária, apontando ser necessário dar mais qualidade de vida aos trabalhadores, mas ressaltou que o custo certamente será repassado ao consumidor, já que não haverá redução de salário.
"O governo Lula teve quase quatro anos de governo. Essa pauta poderia ser trazida em anos anteriores, quando você traz uma pauta que tem um apelo popular tão grande em ano de eleição, ela tem essa conotação eleitoral, sim. Agora os deputados estão lá para votar com suas convicções", comentou ele nesta quinta-feira (28).
A PEC 221/19 foi aprovada no 1º turno com 472 votos a favor e 22 contra e, em 2º turno, com 461 votos a favor e apenas 19 contra. Agora, caminhará para o Senado Federal. Neste cenário, Fabio defendeu que os deputados cumpriram o seu dever de votar, buscando minimizar danos a empresários e a sociedade. Ele acredita, no entanto, que o Senado pode melhorar ainda mais o texto e, se houver de fato alterações, retornará para a Câmara antes de ir à sanção do presidente.
"O Senado tem autonomia, legitimidade para poder fazer as suas ponderações e buscar melhorar ainda mais o texto. Não sei o que o Senado vai propor, mas se o Senado alterar esse texto, ele volta para a Câmara para a revisão final [...] Eu não tenho dúvida que, obviamente, quando você reduz jornada de trabalho, você pode transferir o custo para o consumidor final dos produtos", emendou, sinalizando que um dos principais pontos de reclamação do setor produtivo é quanto ao período de transição, que em dado momento chegou a ser debatido em 10 anos.
Além de Fabio, os demais deputados de Mato Grosso - Coronel Assis (PL), Coronel Fernanda (PL), Emanuelzinho (PSD), José Medeiros (PL), Juarez Costa (Republicanos), Nelson Barbudo (Podemos) e Rodrigo da Zaeli (PL) - também votaram a favor, embora a maioria tenha sido crítica à proposta.
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Angelo 29/05/2026
Como esse playboy pode dizer isso se nunca trabalhou na vida ! Sempre mamando nas tetas públicas !
Eleitor 29/05/2026
Porquê 100.000 pessoas votam nesse Fábio. Além de negócios familiares com o governo e bajular Mauro Mendes,dá pra ver ele fazer nada em benefício da população.
Nelzito Coophema 29/05/2026
Fábio nunca trabalhou na vida. Neto do governador bionico nomeado pela ditadura sempre teve vida boa de luxo passeando na Disney e agora não tolera que trabalhadores tenham escala 5 por 2 e inventa fake news desse calibre. Obrigado Lula por defender os humildes.
José cuiabano sem terra 28/05/2026
Repasse nada, pois só 30% não tinham esse benefício, como que outros 70% não transferiu nada... na escravidão os brancos, fazendeiros disseram que eles iam falir, o opressor foi indenizado ao invés do oprimido e l3zado e.humilhado. Nada mudou
Helio Luz 28/05/2026
Perdeu mane não amola
Carmem Lucida 28/05/2026
Diz,que é contra,más votou a favor.Vai entender!
6 comentários