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Legislativo Sexta-feira, 04 de Agosto de 2023, 19:56 - A | A

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NO STF

Voto para descriminalizar porte de maconha indigna a bancada de MT

A bancada de Mato Grosso reagiu com indignação ao voto do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal

Thais Favaro

Hugo Barreto/Metrópoles

Ministro Alexandre de Moraes - julgamento Bolsonaro TSE

A bancada de Mato Grosso reagiu com indignação ao voto do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que o porte de maconha para consumo pessoal não seja mais considerado crime. O objetivo, segundo o ministro, é diferenciar usuário de traficante.

O voto do ministro foi dado na última quarta-feira (02), no julgamento do processo que discute a descriminalização do porte de drogas para consumo próprio, que estava paralisado desde 2015. O critério proposto para fazer a diferenciação entre usuário e traficante seria a posse de uma quantidade máxima de até 60 gramas ou de seis plantas fêmeas.

A deputada federal Coronel Fernanda (PL) disse que é contra a medida porque, ao longo da carreira na segurança pública, ela viu muitas famílias serem “dilaceradas” pelo consumo de drogas.

“Como cidadã de bem, policial militar, mãe de família e parlamentar não posso permitir que tal insanidade seja aprovada. Meu voto hoje, amanhã e todos os dias será não à liberação das drogas”, disse.

A deputada federal Amália Barros (PL) postou um vídeo no instagram indagando os seguidores sobre qual a opinião deles sobre o assunto. Segundo ela, a liberação do porte de drogas é um retrocesso do governo do presidente da República Lula (PT) e uma porta de entrada para o crime.

Veja abaixo:

No voto, Alexandre de Moraes especifica que, mesmo se o usuário for flagrado com a quantidade de maconha de ate 60 gramas, nada impede que ele seja preso em flagrante, por exemplo, contanto que haja a comprovação de outros critérios que caracterizem o crime de tráfico de entorpecentes.

“O critério deve, caso a caso, ser analisado com base em outros critérios, complementares. Por exemplo, a forma como está condicionado o entorpecente, a diversidade de entorpecentes, a apreensão de outros instrumentos, como balança, cadernos de anotação, locais e a circunstâncias da apreensão”, declarou.

O julgamento gira em torno da constitucionalidade do artigo 28 da Lei de Drogas, de 2006. A norma estabelece que é crime adquirir, guardar ou transportar drogas para consumo pessoal. Após os quatro votos favoráveis, o julgamento foi suspenso e não há data para ser retomado.

“Equívoco grave”

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, definiu como um “equívoco grave” a possibilidade de descriminalização do porte de drogas para consumo pessoal por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo Pacheco, cabe exclusivamente ao Congresso Nacional discutir a questão, e uma decisão do STF não pode ser contrária à lei vigente.

“Houve, a partir da concepção da Lei Antidrogas, também uma opção política de se prever o crime de tráfico de drogas com a pena a ele cominada, e de prever também a criminalização do porte para uso de drogas”, afirmou em Plenário.

Pacheco classificou a descriminalização, sem discussão no Congresso e sem criação de programas de saúde pública, como “invasão de competência do Poder Legislativo”.

“Ao se permitir ou ao se legalizar o porte de drogas para uso pessoal, de quem se irá comprar a droga? De um traficante de drogas, que pratica um crime gravíssimo equiparado a hediondo”.

Ele cobrou dos ministros do STF a compreensão do papel da arena política e afirmou que o Congresso está “trabalhando duramente” pelo bem do país.

A senadora Margareth Buzetti (PSD) se manifestou contra a descriminalização e agradeceu Pacheco pelo posicionamento em Plenário.

“Quem é mãe, quem é avó, está sempre em alerta quando o assunto é a liberação de drogas. Ontem parabenizei o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, por puxar a responsabilidade de legislar sobre esse tema para o Senado Federal”, disse a senadora.

 

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FORAPT 08/08/2023

Promessa de campanha do líder maior da b@ndyda@gem ! PT só é a favor aquilo que prejudica a sociedade !

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Metello Campos 07/08/2023

Se essa bancada BOSTAnarista de MT se indignou, é pq o STF tá certo.

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Marcos 07/08/2023

É, Ademir, deste assunto você entende muito bem. Experiência própria? Ou está viajando na maionese?

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Ademir 07/08/2023

Estão querendo deixar os traicantes agora tilionários por quererem liberar as drogas, simples, traficantes por pouco já matam, já sequestram, já fazem horrores, imagina aumentando este público 3x de usuários, vai virar um caos social. Brasil do 3 Mundo da Cracolândia. Mas o que se esperar de um governo junto com seus comparsas do STF pautados com bandiidos e o crime.

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alex r 07/08/2023

Sem parcialidade : Álcool ou maconha qual mais mata no país?

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Anselmo 07/08/2023

Elifas, perguntar por que? Você está falando por experiência própria. Ainda não entendeu que você é escória?

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Emerson 07/08/2023

Cala a boca, Elifas. Todo mundo sabe que você seri a promeiro desses "45 passageiros". Cara, vai defecar tua merda no meio dos teus comparsas. Aqui ninguém merece tua fedentina.

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Elifas jose ribeiro 06/08/2023

Será que alguem aqui(comentaristas) lotar um onibus com 45 "passageiros" cada um com 60gramas de maconha é trafico é so uma pergunta kkkkkk

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Carlos 05/08/2023

alexandre, está revoltadinho por que? Acabaram com o teu "negócio"?

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alexandre 05/08/2023

Mais doentes, mais criminalidade, mais despesas pro SUS, quanto vcs acham que um tratamento pra desintoxicar ? e o pior, são as mazelas sociais nas familias, perda de capacidade produtiva e porta de entrada pra entorpecentes mais fortes.. fazuelle, STF pode legislar ?

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Ildo sahn 05/08/2023

Libera geral. A hipocrisia nesse assunto por parte da sociedade é que indigna.

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Marc 04/08/2023

Enquanto isso falta saneamento, remédio, cirurgias, moraria, assistência social, dignidade, "picanha", fila do ossinho presente...desisto! Vou me embora para Passargada, aqui não sou feliz.

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Anselmo 04/08/2023

Será que vai acabar com algum "negócio" deles?

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13 comentários

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