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Polícia Sábado, 02 de Julho de 2022, 11:56 - A | A

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CONFUSÃO NO CENTRO

Polícia Civil abre inquérito para investigar Paccola após morte de agente em Cuiabá

Parlamentar atirou e matou agente do sistema socioeducativo na noite dessa sexta

Vitória Lopes

viatura dhpp

A Polícia Civil divulgou, por meio de nota, que vai instaurar inquérito policial, após o vereador tenente-coronel Marcos Paccola (Republicanos) atirar e matar o agente do sistema socioeducativo Alexandre Miyagawa, de 41 anos, na noite de sexta (1), em Cuiabá.

Conforme a nota, após o crime, o vereador, que também é policial militar, se apresentou espontaneamente à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Os policiais foram acionados após o vereador atirar e matar o agente.

De acordo com o boletim de ocorrência, Paccola afirmou aos policiais que estava no congestionamento, atrás do restaurante Choppão. Em dado momento, uma pessoa passou e disse que tinha um homem armado à frente e que ele estaria ameaçando uma mulher.

O vereador então desceu do carro e disse que viu o agente discutindo com uma mulher. Em seguida, observou que o homem estava com uma arma em punho.

Ele relatou que pediu para Alexandre largar a arma no chão, mas ele negou. Paccola então atirou contra o agente.

Em nota à imprensa, o vereador alegou que agiu no "dever de proteger". A namorada do agente, Janaina Sá, nega a versão apresentada pelo parlamentar e diz que Alexandre não estava com a arma em mãos. Câmeras de segurança da região flagraram os minutos que anteceram a confusão.

Leia a nota da Polícia Civil na íntegra:

"A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, foi acionada para atender a ocorrência atrás do Restaurante Choppão. No local a vítima estava em óbito no meio da rua na posição decúbito dorsal. A vítima usava bermuda listrada e camiseta escura.

A Perícia também esteve no local para os trabalhos periciais. Informações iniciais apontam como autor dos disparos o Tenente-coronel da PM Paccola.

Diligências preliminares foram realizadas no local dos fatos, sendo realizada perícias e levantamos, seguida de depoimentos de testemunhas e do interrogatório do militar Paccola, o qual se apresentou espontaneamente na DHPP.

Ao final dos depoimentos às autoridades policiais deliberaram por instaurar inquérito policial e aprofundar as investigações."

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João Carlos 05/07/2022

O estado de MT exemplo de proficional imagino como se comporta os polícias treinados por esse homem , como será o comportamento deles nas ruas...

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Cavalo Louco 03/07/2022

O " morto" colocou a arma no coldre , pegou o celular e ligou para o 190 e chamou a ambulância ....ora ora ora ....

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João da Silva 03/07/2022

Essa é a política genocida do desgoverno Bolsonaro, facilitando e incentivando as pessoas a andarem armadas, o que vemos é isso aí, gente querendo bancar o justiceiro, sendo Juiz e Executor, seguindo aquela lei de atira primeiro e pergunta depois, ou seja, no desgoverno Bolsonaro, liberaram a pena de morte sem julgamento.

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Pedro santos 02/07/2022

Homicídio frio. Calculado. Ainda mais de um agente que deveria ser preparado. Deveria ter verbalizado. Deveria ser preso em flagrante. Que conversinha fiada. Isso é inadmissível. A gente do estado agindo como executor de facção criminosa.

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luiz barbosa arruda 02/07/2022

Começou o lero, policia chega no momento do crime, ao invés de dar o flagrante, dá é carona para o criminoso.

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Tituliano 02/07/2022

Tem que se apurar direitinho, engraçado que a nota não diz que o agente morto estava com a arma na cintura e o celular na mão conforme imagens divulgadas, muito vaga essa nota da PJC, será que vai haver ingerência para proteger o pré-candidato a Deputado Estadual?

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Fernando Leite 02/07/2022

Total despreparo do Paccola, Tomou base o que uma pessoa da rua disse pra ele, chegou e matou sem verbalização, Homicídio !

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Adão Pereira 02/07/2022

Foi só legítima defesa, cara estava brigando com a mulher e merecia um corretivo.

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8 comentários

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