Reprodução
Polícia indicia padre Nelson Koch por estupro, estupro de vulnerável e importunação sexual
O padre Nelson Koch foi indiciado pela Polícia Civil de Sinop ( a 500 km de Cuiabá) por abusos sexuais e estupro contra crianças e adolescente. Conforme o delegado titular da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso (DEDMCAI), Sérgio Ribeiro, o inquérito já foi concluído e com provas suficientes para o indiciamento. No total, nove pessoas foram ouvidas, sendo que cinco eram vítimas.
O inquérito concluiu pelo indiciamento do sacerdote pelos crimes de estupro, estupro de vulnerável e importunação sexual de adolescentes. Nas investigações, a Polícia Civil ouviu nove pessoas, que foram coerentes com as denúncias das vítimas. A DEDMCAI ainda pede que o padre volte a ser preso.
No dia 21 de fevereiro, o padre conseguiu habeas corpus (HC). A decisão foi do desembargador plantonista Marcos Machado, que deferiu o HC impetrado pela defesa do pároco. O advogado do padre, Márcio de Deus, disse que ainda não foi notificado sobre a conclusão inquérito policial e que irá se manifestar sobre o indiciamento depois de ter acesso aos autos da investigação.
No parecer, o magistrado alterou a custódia preventiva do suspeito por medidas cautelares. Entre elas, o comparecimento periódico em juízo em prazos e condições estabelecidas pela Justiça, a proibição de aproximação das supostas vítimas, seus familiares e testemunhas até uma distância de 1 quilômetro, bem como a proibição de mudança de endereço ou cidade sem comunicação prévia.
“Por efeito, comunique-se, com urgência, o Juízo singular ou plantonista para expedir o alvará de soltura, mediante Termo de Compromisso específico sobre as medidas cautelares impostas, imediatamente”, determina o desembargador.
A prisão
Reprodução
Inquérito foi concluído pelo delegado Sérgio Ribeiro, que ainda pediu a prisão do indiciado
A prisão do suspeito foi deferida pela 2ª Vara Criminal de Sinop, após representação da Polícia Civil, e parecer favorável do Ministério Público, com base em fatos apurados que apontam para supostos atos praticados pelo religioso.
O pedido estava fundamentado na manutenção da ordem pública sob alegação de que as vítimas teriam demonstrado temor devido a suspostas ameaças feitas pelo sacerdote de "causar mal a familiares", caso o crime viesse à tona, destacando que o padre era pessoa de "grande influência" na cidade.
As alegações são de que o suspeito teria abusado de vítimas entre 7 e 15 anos, “por diversas vezes”, “aproveitando-se da relação de confiança inerente à posição de “sacerdote” na Igreja São Cristóvão, na qual os adolescentes trabalhavam como menor aprendiz.
Por meio de nota, emitida no dia da prisão, a Diocese do Sagrado Coração de Jesus de Sinop, informou que o sarcerdote tendo conhecimento da denúncia, ficou "muito triste" e disse não ter interesse em constranger a igreja e o bispo. Por isso, entregou o cargo e os trabalhos oficiais.
Entre na comunidade do Rdnews no WhatsApp e acompanhe as notícias em tempo real; Acesse







joao jj 03/03/2022
oé por que é padre que não pode ir preso, é que deputados e gente do colarinho branco não vão presos, deve ser por isso.
1 comentários