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A imagem registrada em 1988 mostra o casarão, situado no centro da Capital, onde ocorria a reunião de fundação do Misto Esporte Clube, um dos times de futebol profissional de Cuiabá. O preto e branco da bandeira do time, do uniforme e dos adereços foram determinados pela diretoria inicial. O Hino tem a letra e a melodia de Zulmira Canavarros e do acadêmico Ulisses Cuiabano. O nome do Clube está ligado ao fato do grupo de seus fundadores ser composto por homens e mulheres, entre eles Ranulfo Paes de Barros, Maria Malhado, Gastão de Matos, Naly Hugueney de Siqueira, Avelino Hugueney de Siqueira, o Maninho e Zulmira de Andrade Canavarros. A grafia causa certa estranheza. Acontece que o uso da letra “X” no lugar do “S” no nome Mixto se justifica porque à época da fundação essa era a forma correta. Houve a reforma ortográfica na língua portuguesa, com alteração da grafia de diversas palavras, inclusive de "Mixto". Mesmo assim, achou-se por bem conservar o nome do time como o de registro. Ao contrário do que contam, não há qualquer relação do nome do time com os lanches “Mixto Quente” e “Mixto Frio”. O time foi fundado em 20 de maio de 1934. Situado à rua 7 de Setembro, quase em frente à Igreja Senhor dos Passos, o casarão, que pertenceu à família "Siqueira", abrigava a "Livraria Pepe". Sua construção é no estilo colonial. Foi tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
Foto: Misc







Silvio Barreto 31/12/1969
Espero que uma das prioridades de investimentos, com a vinda da Copa, seja a revitalização COMPLETA do Centro Histórico de Cuiabá, de maneira a fomentar o Turismo nesta cidade de gente maravilhosa, tipo fizeram com o Pelorinho, em Salvador, Ouro Preto em MG...
clementino nogueira de sousa 31/12/1969
A revitalização do centro histórico da cidade de Cuiabá têm um problema teórico e metodológico: Qual memória será preservada? Por exemplo, a rua 27 de dezembro(Beco do Candieiro) a partir de 13.0-1.1931 passou a fazer parte da zona de baixo meretrício da cidade(perto da sede do Mixto),apesar dessa instituição do sistema disciplinar da prostituição em cbá,tais práticas desejantes já eram feitas anteriormente.E agora? A memória da prostituição não faz parte da memória da cidade de Cuiabá?Qual memória a Prefeitura preserva?A vida dessas figuras infames não fazem parte da memória da cidade? Talvez se a Prefeitura Municipal de Cuiabá deixasse de lado o senso comum e fosse pesquisar no Arquivo Publico do Estado de Mato Grosso,muitas coisas já teriam sido esclarecidas .O Arquivo é a máquina de desconstruir senso comum .
Coelho 31/12/1969
Concordo com o colega abaixo. Dizem eles que teremos R$ 5 bi para obras. Que restaurem o patrimônio histórico, com obras bem acabadas, pois de coisa mal feita não precisamos. Já temos demais de obras mal executadas, de péssimo acabamento etc.
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