Grande parte dos brasileiros acredita que o nazismo é coisa do passado, mas a revista IstoÉ que chega as bancas neste domingo revela a existência de uma rede organizada de nazistas no Brasil com conexões em outros países. Pautados pela mesma ideologia difundida pelo ditador Adolf Hitler, que implantou o nazismo na Alemanha em 1934, o grupo teria sido criado em São Paulo, mas tem ramificações no Sudeste, Sul e Centro-Oeste do país.
A maioria dos integrantes são jovens de classe média ou alta, com boa formação intelectual. Antes de integrar a organização os candidatos passam por uma avaliação feita via internet com 30 perguntas dissertativas como "Os fins justificam os meios?", "Quem era Adolf Hitler?". Os aprovados são "batizados" segurando tochas de fogo, prometem honrar a imagem do Führer e o nacional socialismo.
A IstoÉ fala ainda do “drama” que muitos brasileiros vivem quando tem que falar em público e dá dicas para que até mesmo os mais tímidos consigam dar um show e não ficar sem graça e tremer. Para muita gente, falar em público é a imagem do terror. Começa com o medo de ser julgado e o pavor de gaguejar ou suar frio. A possibilidade de um sorriso maldoso ou uma crítica aberta é suficiente para fazer as pernas tremerem e a vergonha ruborizar a face. Por que então cada vez mais pessoas optam por se expor espontaneamente a situações vexatórias? Por todos os lados, é fácil achar alguém que desafina no karaokê, vive dando bola fora no futebol ou tropeçando na pista de dança e parece não se incomodar em ser ridicularizado. (Patrícia Sanches)







Oriental 31/12/1969
Pela arrogância que ostentam, sugerimos para o conselho de honra desta rede as seguintes pessoas: Pagot, Carlos Brito, Sergio Ricardo, Sachetti, Marchetti, Ralf, Mauro Mendes, Alexandre Cesar e Blairo Maggi.
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