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Segunda-Feira, 19 de Novembro de 2007, 16h:08 | Atualizado: 26/12/2010, 12h:19

COBRANÇA

Riva contrapõe governo e quer ajuda aos clubes

José Riva apresenta projeto para manter ajuda financeira aos times de futebol   O primeiro-secretário da Assembléia, deputado José Riva (PP), decidiu enfrentar mais uma queda-de-braço com o governador Blairo Maggi (PR). Contrariando a decisão do Palácio Paiaguás, que cortou R$ 1,2 milhão para os clubes que disputam o campeonato mato-grossense de futebol, Riva vai apresentar um projeto para não só manter a ajuda financeiro, como dobrar o valor.

   O R$ 1,2 milhão vinha sendo rateado nos últimos dois anos entre 12 times, uma contribuição de R$ 100 mil a cada um. Agora que o número de participantes aumentou para 20 com vistas a temporada de 2008, o governo comunicou que não manterá mais a ajuda - leia mais aqui.

    Riva adianta que vai apresentar um projeto em conjunto com o presidente da Assembléia, deputado Sérgio Ricardo (PR) para o Estado contribuir com os clubes, mas desta vez com mecanismos de controle da aplicação dos recursos. Até então, os dirigentes esportivos não precisavam prestar contas da premiação. Como é bem articulado politicamente, o primeiro-secretário deve obter apoio da maioria dos 24 parlamentares, o que forçará o governo a sancionar o novo projeto para "salvar" os clubes. Muitos deles, inclusive articulado por políticos, só confirmaram presença no campeonato de olho na contribuição financeira do Estado.

   Times

   O campeonato começa a partir de 19 de janeiro. Por enquanto, 20 times confirmaram presenças. São eles: Mixto, Palmeirinhas do Porto e Dom Bosco (os 3 de Cuiabá), Operário (Várzea Grande), União, Vila Aurora e Rondonópolis Esporte Clube (os 3 de Rondonópolis), Grêmio (Jaciara), Campo Novo do Parecis, Juventude (Primavera do Leste), Luverdense (Lucas do Rio Verde), Cacerense (Cáceres), Tangará da Serra, Nova Ubiratan, Sorriso, Sinop, Alto Araguaia, Nova Xavantina e Campo Verde.

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Comentários (5)

  • vogal | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    É de estranhar tamanha importância dado ao simples fato do Governo retirar o que deveria ter sido "ajuda " lógico se os clubes assim tivessem entendido e agora se fala até em dobrar o valor pergunto: Pra quê ? o Nobre Deputado informa acima que tais valores influenciou no surgimento do interesse de outras equipes em disputarem o campeonato e só agora atentaram para o fato de que não era necessário a prestação de contas acompanhado da aplicação de recursos e aqui parabenizo os conselheiros da SEEL na pessoa do Baluarte Laércio de Arruda que insistentemente tem cobrado o que os nobres Deputados não fizeram.
    Tenho lá minhas dúvidas se ajudou os Clubes ou se contribuiu pelo mal entendimento dos seus dirigentes para afundá-los ainda mais já que não buscaram nem mesmo ajustar suas vidas jurídicas como é o caso do mixto que os oficiais de justiça entravam em campo junto com eles e sabe-se lá como anda a vida dos outros. Afinal R$ 100.000,00 como já sabemos em uma equipe como o Operário segundo afirma sua diretoria pagaria uma folha e 1/3 dos salários dos atletas e se as competições duram 03 a 04 meses como se paga o restante? os Empresários estão prontos a ajudarem e já demonstraram isso mas, infelizmente alguns dirigentes ainda não buscaram reajustar a vida dos Clubes e pensam apenas no momento esquecendo-se que lá atrás atletas que hoje cobram os seus direitos na justiça fizeram a sua parte pelo clube e o mesmo não os honrou e ainda querem taxá-los de culpados pelo descrédito das equipes.
    Concordo que a ajuda é de relevante importância mas, o próprio tremo afirma "ajuda" e não obrigação do Governo pois afinal esse recurso também é nosso e são nossos impostos portanto, concordo até com a posição do nobre Governador e o Secretário de Esportes mas ambos não são milagrosos e não basta apenas os Deputados que deveriam legislar para o povo o fazerem para benefícios próprios no futuro vamos rever essa estratégia. Sugiro um forum entre todos os desportista e não só profissional mas também os carregadores do piano do Amador que verdadeiramente revelam os nossos talentos e repassam aos profissionais para ao invéz de levarem os mesmos a galgar melhores expectativas fazem o contrário pois discaradamente os menosprezam em detrimento a outros.
    Ainda, há tempo vamos fazer o que é certo se verificarmos são 20 ou 22 equipes - se com doze já tínhamos problemas para mais de metro que dirá com esse número pois não é o volume e sim os meios para que se desenvolva uma competição sem prejuizos levando-se em consideração as distâncias entre os municípios e as que disponhem de campo próprio para sediarem seus jogos quer prova vejamos: Rondonópolis são 03 equipes e apenas um campo; Cuiabá - 04 hoje 02 campos (verdão e Dutra) mas com um agravante o mesmo público prova é que a Copa Matogrosso nos mostrou claramente pela média de público que lá compareceu e nem mesmo a tão combalida alegação de localização não levou ao dutrinha o público acima da média do verdão basta ver os boletins e confirmar com aqueles que lá compareceram isto posto, sem considerarmos os preços do ingresso, o excesso de jogos ja´que duas competições são disputadas simultâneamente no mesmo espaço público lembre-se trata-se de grama e não cimento.
    Creio que me delonguei por demais porém, era necessário pois tenho a certeza e atér autorizo o nobre redator de tão importante espaço resumi-lo se assim desejar para que a sociedade matogrossense possa examinar o que foi dito acima e manifestarem suas opiniões sem interesses políticos.
    Abraços e parabéns.

  • Reginaldo Amorim | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Sr. Editor,
    mesmo anônimo, concordo, em partes com o comentário anterior. Porém, vamos por etapas:
    1. o caso do Mixto é diferente, requer mais conhecimento ou sinceridade. Como todos os times brasileiros, o Mixto vem, ao longo dos anos, acumulando dívidas, ora por má administração, ora por conta de campeonatos deficitários como os nossos. Mas o Mixto não fugiu das dívidas, como fez o Operário, por exemplo, que já mudou seu CNPJ quatro ou cinco vezes! Portanto, essa discussão é mais complexa e merece mais espaço e tempo.
    2. segundo minha compreensão, a idéia do Baiano, do Laércio e do próprio Blairo, seria que nossos campeonatos possibilitassem, no médio prazo, o ressurgimento do futebol local, em virtude da redução da idade de seus atletas e mais uma série de fatores. Projeto absolutamente correto. Porém isso não vem ocorrendo e, a cada campeonato, a coisa se mantém na mesmice. Aqui também cabe uma reflexão!
    3. a FMF não consegue organizar um bom campeonato. Criaram-se dez times neste ano e todos, amadores ou não, já fazem parte da primeira divisão. Os clubes que deveriam ser rebaixados não foram. Não se criou a segunda divisão. Aqui fica também uma cruel indagação que a FMF deve responder, cabendo também mais debate!
    4. por último, sendo dinheiro público, deve o Tribunal de Contas do Estado fiscalizar sua boa aplicação.
    Assim, depois de toda essa reflexão necessária, entender-se que será importante repassar dinheiro público para o futebol dito profissional, deve-se resgatar a idéia do governo, inserir esse repasse num projeto de médio e longo prazo de redenção do nosso futebol.

  • Dari Shola | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Porque o Riva não tira da sua fortuna(que não é pequena) o dinheiro para ajudar os times?
    Usar dinheiro público, que falta para a saúde e educação, para dar a esses dirigentes corruptos... Jamais.
    Parabens ao governador que cortou esse desperdício.

  • Ruth | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    O deputado Riva mais uma vez se mostra preocupado com o Estado de maneira completa.
    São politicos com essas atitudes que o Brasil precisa.
    O esporte agradece e os atletas merecem.
    Parabéns Mato Grosso!!!

  • Ademar Adams | Quarta-Feira, 31 de Dezembro de 1969, 20h00
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    Romilson:
    Que esta Ruth que não se identifica?
    Se é de Campo Grande, porque não leva o Riva pra lá?
    Acho que deve ser o disfarçe de alguma das tantas fantasmas que o Riva emprega por aí...

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