Após assassinatos, Jayme e Taques criticam Governo devido à violência
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Jayme Campos diz que Estado deve se manifestar quanto à segurança
O senador Jayme Campos (DEM) criticou o governo do Estado em decorrência do aumento da violência nos últimos dias. Na sessão desta terça (25), o democrata ressaltou que o Executivo não tem compromisso de proporcionar uma segurança pública. “Mato Grosso passou a ser um dos Estados mais violentos da Federação. A população mato-grossense está com medo”, enfatizou.
Jayme se refere aos assassinatos do major Claudemir Gasparetto, que foi morto na porta da sua residência, em Várzea Grande, e do policial militar Danilo César, que veio a óbito quando tentava evitar um assalto na loja Casa de Câmbio Rápido, em Cuiabá. O parlamentar lembrou ainda que cinco pessoas morreram e três ficaram feridas em uma chacina em Várzea Grande.
O senador aproveitou a oportunidade para criticar outras áreas. Segundo ele, a Educação, Saúde e Infraestrutura também precisam de mais investimentos. O democrata também disse estar preocupado com a realização dos eventos da Copa. Aproveitando a ocasião, o senador Pedro Taques (PDT) classificou como vergonhosa a segurança em Mato Grosso e lembrou que o efetivo policial do Estado é o mesmo de quando Jayme foi governador de 1990 a 1994. “Nós temos 6,8 mil policiais militares. Parece que o número de policiais militares hoje no nosso Estado é mais ou menos o mesmo número daquele em que o senhor (Jayme) foi governador”.
Arena Pantanal
Jayme Campos criticou a intenção de retirar o nome do ex-governador José Fragelli do estádio de futebol de Cuiabá. O estádio está sendo reconstruído para a Copa e a ideia do Governo é usar o nome Arena Pantanal. O senador fez uma defesa das realizações do ex-governador e disse que a manutenção do antigo nome é uma justa homenagem a Fragelli. “Essa é outra injustiça que está sendo cometida em Mato Grosso”, lamentou. (Com assessoria)