O corpo do jovem Lucas Veloso Peres, de 27 anos, que morreu afogado durante um treinamento do Corpo de Bombeiros na Lagoa Trevisan, em Cuiabá, nesta terça-feira (27), foi recebido no aeroporto de Caiapônia (GO), de onde ele era, e escoltado em um cortejo fúnebre em cima de um carro dos bombeiros.
Segundo um amigo, ouvido pela reportagem, o cortejo percorreu as principais ruas da cidade, onde a família de Lucas mora e causou muita comoção porque Lucas era bastante querido. Vários veículos acompanharam o cortejo até o Memorial Antonieta Joaquina de Resende, onde o corpo está sendo velado. A previsão é de que Lucas seja sepultado nesta quarta-feira (28), às 17h, no Cemitério São Judas Tadeu.
Lucas era de Goiás e fazia o curso de formação do Corpo de Bombeiros em Mato Grosso. Ontem, entretanto, ela acabou morrendo após participar de uma aula de salvamento aquático.
O exame de necropisia deve apontar a causa da morte. O aluno chegou a ser socorrido e encaminhado para o hospital H-Bento, na Capital, onde não resistiu e foi a óbito.
Outro caso
Essa não é a primeira vez que um militar morre durante treinamento do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso. Em 2016, o aluno Rodrigo Claro morreu durante atividades aquáticas, também na Lagoa Trevisan. A tenente Izadora Ledur foi acusada de maus-tratos contra o jovem. Depois, o Conselho Especial de Justiça Militar condenou a tenente a 1 ano de prisão a ser cumprida em regime aberto.
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Gigio 28/02/2024
Se o laudo pericial comprovar que a morte se deu por afogamento,autoridades responsáveis pelo curso precisam ser responsabilizadas.Bombeiros não são pagos para matarem aspirantes a bombeiros.A sociedade espera receber serviços de profissionais capacitados fisicamente,mentalmente e principalmente humanizados.Chega dessa cartilha que entende que profissionais das forças de segurança precisam ser truculentos e brutamontes.
1 comentários