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ENTREVISTA ESPECIAL Sábado, 14 de Junho de 2025, 06:50 - A | A

Sábado, 14 de Junho de 2025, 06h:50 - A | A

Secretária diz que radares salvam vidas e vê "indústria de infratores"

Vânia Rosa rechaça tese de indústria de multas e defende mudança de cultura de motoristas através da educação

Patrícia Sanches

Annie Souza/Rdnews

vice prefeita vania rosa entrevista da semana raio x

Vice-prefeita e secretária de Mobilidade Urbana (Semob), Vânia Rosa (NOVO) afirma que trabalha para organizar a pasta e garantir uma melhor fluidez das decisões estratégicas da secretaria. Ela reconhece que há a necessidade de maior efetivo e, por isso, estudar lançar concurso. Em entrevista especial ao , concedida na sede do portal, a secretária sai em defesa dos radares como ferramenta para salvar vidas e aponta a existência de uma “indústria de infratores”. Para Vânia, os radares devem ser mantidos, mas podem ser trocados por lombadas eletrônicas. Sobre a alta incidência de acidentes, defende que a educação, especialmente de crianças, é fundamental para que tenhamos uma sociedade mais consciente e menos imprudente. Vânia diz estar focada na gestão e vê avanços, mas defende uma linha com maior planejamento estratégico.

Confira, abaixo, os principais trechos da entrevista

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A senhora está na Semob há pouco mais de um mês, qual é o principal gargalo?

Não dá para focar em só um [gargalo]. Porque o trânsito é bastante desafiador, que é o que a grande parte da população enxerga e vê. O transporte público também é e a questão interna também tem muitos detalhes ainda a serem corrigidos. Na questão administrativa interna, tem o pátio que a gente tem que focar um pouquinho para ver como que está esse contrato. E a engenharia, que eu acho que é mais fácil de lidar, que é a sinalização, esse é o lado mais leve da Semob.

Annie Souza/Rdnews

vice prefeita vania rosa entrevista da semana

Cuiabá é uma cidade esparramada, com obras estruturantes feitas durante sua história, mas que hoje tem um trânsito estrangulado. Como a secretaria enxerga esse cenário? Qual a maior preocupação? Existe algum projeto de obra estruturante?

Esse é o setor da engenharia e, infelizmente, no mercado, eu vejo que falta muito o conhecimento de profissionais. Eu tenho tido muita dificuldade, porque nós temos que trabalhar com arquitetos que se especializam em engenharia de trânsito ou em trânsito e é  diferente. Porque a gente verifica que são soluções pontuais. Resolve um contorno, um espaço, uma rua, uma avenida, mas não trabalha, de forma geral, esse escoamento do trânsito. E há, na cidade também, uma conversa muito próxima com o Estado, em razão dessa grande obra que é o BRT [Ônibus de Trânsito Rápido] que está acontecendo novamente na nossa cidade. Acredito que, depois da execução dessa obra, a gente conseguirá ver melhor como vai projetar essa melhor fluidez na nossa Capital.

“Se ele [radar] foi colocado em algum local da via é para realmente reduzir e controlar a velocidade dos veículos, porque trânsito não é feito só de carros. O trânsito é feito também de pedestres. A gente tem que pensar nas duas vertentes, nas duas classes”

Hoje, um grande gargalo também são as obras. Nas partes que são periféricas não se fala de obras, mas da necessidade de asfalto, ruas esburacadas. Cuiabá está meio “destruidinha” e o secretário de obras [Reginaldo Teixeira] tem feito um grande serviço com a operação tapa-buracos. Mas tem lugar que realmente precisa de um recapeamento geral, principalmente nas vias de transporte público. Eu tenho conversado com o Reginaldo e vamos trabalhar juntos, mas temos a falta ainda de grandes profissionais aí para pensar [o trânsito]. Tenho sondado grandes empresas, mas o custo disso não é razoável. Talvez uma parceria com o Estado seria viável porque, para o Município, pode ser bastante penoso e custoso. Se a gente focar em só tratar de engenharia de trânsito, a gente resolve. Mas e as outras coisas? O estacionamento, as paradas de ônibus. Então, tem que fazer tudo isso e fechar na balança.

O prefeito Abilio Brunini anunciou a possível retirada de radares e, em alguns casos, a troca de equipamentos. Em que pé está essa situação? Há algum estudo que embase essa decisão?

Houve essa fala do prefeito via mídia. E, posteriormente, nós fomos analisar tecnicamente se isso era viável ou não. Há também um TAC [Termo de Ajustamento de Conduta] junto ao Ministério Público sobre a necessidade de ter uma quantidade X de radares. Hoje a gente tem cumprido esse TAC a contento. Não é só o que fala na mídia, ele não é só para mostrar. Se ele [radar] foi colocado em algum local da via é para realmente reduzir e controlar a velocidade dos veículos, porque trânsito não é feito só de carros. O trânsito é feito também de pedestres. A gente tem que pensar nas duas vertentes, nas duas classes. E o radar tem ajudado muito a gente nisso, nesse controle de velocidade, na redução de acidentes. Após ouvir essa fala do prefeito, internamente eu fui junto aos técnicos verificar como foi a implementação de cada um desses radares, esse TAC com o Ministério Público e também a redução - temos dados sobre a redução do número de acidentes na via. Fiz uma provocação formal com o prefeito, comunicando sobre isso, e ele solucionou a substituição do radar pela lombada eletrônica. Contudo, hoje nós não temos contratos suficientes para substituir os radares, que é do tipo pardal, que é aquele que não mostra a velocidade que você está passando. Pela lombada eletrônica, é aquela que mostra. A forma mais viável de solucionar isso é, logicamente, nova contratação para a lombada eletrônica. E se não for possível contratar o suficiente para retirada ou substituição de todos os radares, que é o nosso objetivo, isso tem que ser de uma forma gradativa e sinalizar muito bem. E eu vejo que realmente tem hoje uma péssima sinalização em alguns pontos da cidade com referência aos radares. A sinalização realmente não é boa em alguns pontos.

A sinalização deve ser de imediato?

A sinalização é possível, sim. Espero, na verdade, uma resposta do prefeito. Porque se ele fala, não, retira, ordena algo nesse sentido, a gente gasta com a sinalização que depois tem que retirar. Mas a gente está nesse tratamento, nessa conversa, nesse diálogo do prefeito para ver qual vai ser a melhor solução.

Na sua opinião, então os radares não formam uma indústria de multas?

Ele [radar] salva vidas. Salva vidas e dá tranquilidade, muitas vezes, para o pedestre, para quem tem um filho, anda na rua.  A gente anda, e naquele sol forte a gente perde a visão se ali a gente vai atravessar uma via e, de repente, tem um reflexo no asfalto. Acho que vocês já passaram por isso. É muito ruim. E para o carro, o pedestre que vai atravessar ou ter a liberdade para andar no nosso trânsito aqui, é necessário ter em alguns pontos, principalmente perto de zona de escola, zona hospitalar, creches. Os vereadores têm levado uma enxurrada de pedidos, por exemplo, de lombada elevada perto de creche, perto de escola. E para a gente é até difícil cumprir tudo isso. Porque também prejudica, muitas vezes, o trânsito. Tem que fazer uma análise, tem que fazer um estudo. Se a gente coloca uma lombada elevada próximo a uma esquina, eu estrago muito o trânsito. Às vezes, não é porque não quer. A gente tem que pensar no pedestre, no estudante, naquele que está ali próximo da zona hospitalar e também no condutor do veículo.

“[Radar] salva vidas e dá tranquilidade, muitas vezes, para o pedestre, para quem tem um filho, anda na rua  ”

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) está auditando os radares de Cuiabá e VG. A Semob identificou alguma irregularidade?

Assim como o TCE, a gente também está aguardando. Porque esse controle é eletrônico, digital. Tem um outro software que faz essa análise. Então, não fica dentro da Semob em si. A gente tem que aguardar que esses dados venham para a gente falar se houve ou não uma irregularidade com relação ao que foi ali compilado e o real. Contudo, a gente está de olho nisso, indo atrás, para também vistoriar o que vistoria. Esse software realmente está em dia? Como é que funciona isso? A gente tem agido nesse sentido. Inclusive, é uma a temática do prefeito. Ele tem falado muito sobre isso também.

Uma das atribuições da Semob, através dos agentes, é a fiscalização, por exemplo, de estacionamento irregular. Como está essa questão? Há áreas prioritárias?

A demanda é muito complexa e os agentes não são muitos. A gente tem uma escala ordinária, mas que geralmente não é cumprida. A gente não consegue dizer: vai ter agente todos os dias no ponto tal. Vai depender das demandas. Por exemplo, se tem um jogo de futebol, se tem uma corrida, se tem uma interdição em alguma via, se tem um acidente. Essa flexibilidade é o mais desafiador dentro da questão trânsito, da diretoria de trânsito. Então não dá pra ser muito pontual. Eu tenho falado com o prefeito sobre a necessidade de concurso. Porque a gente está fazendo também um levantamento grande do RH e eu acredito que vamos poder remanejar um efetivo para a finalidade do agente de trânsito, que é a rua. Mas o corpo administrativo é muito importante lá dentro. Tem toda uma fiscalização de todas as câmeras, tem vários painéis para fiscalizar o transporte público, a rede semafórica inteira, fora os pardais, amarelinhos, e essas câmeras que ficam espalhadas pela cidade. Na rua, ainda falta [agente].

Annie Souza/Rdnews

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No caso de concurso, tem uma expectativa de vagas?

Antes de ter um número grandioso, a gente tem que formar bem, porque eles são bastante técnicos. Tem toda uma questão emocional envolvida no tratamento deles com a sociedade. Não seria interessante formar muitos de uma vez só. Mas, talvez de forma gradativa, todos os anos, seria bastante viável e iria recompondo esse efetivo.

Durante a campanha vocês defenderam a criação da Guarda Municipal. Isso também está no radar?

A Guarda já é um projeto que não vingará, porque trata-se de uma lei federal que deu o poder de polícia e isso implica em muito custo para o Município. Foi algo prometido, contudo, logo depois veio essa lei federal que fez o guarda municipal com esse poder de polícia e isso implica não só na questão do poder, mas em todos os custos dessa tropa. E aí o prefeito achou por bem, fazendo as contas, lógico, para dar conta desse Município todo de forma responsável, fiscal, não ter esse concurso.

Mantém a parceria com o Estado? 

Para as questões de segurança, sim. A gente tem tido algumas tratativas, mas são poucos também que são usados. Da Polícia Militar são utilizados [agentes] no horário extra. A gente tem tentado até trazer alguns policiais para trabalhar só pela Prefeitura mesmo, mas são as tratativas que a gente tem que levar adiante ainda, aprofundar.

Os acidentes são múltiplos e, em geral, por imprudência, uso de drogas, abuso de álcool. Acabamos de sair do Maio Amarelo, destinado à conscientização da população para a redução de acidentes de trânsito. O que a Prefeitura fez durante esse período? E, na sua opinião, o que fazer para alterar esse cenário?

Eu acompanhei as palestras do Maio Amarelo e acompanhei os dados que mostram que, quando se fala de indústria das multas, eles têm dados que comprovam que não [existe], que a gente tem realmente uma indústria de infratores, porque a reincidência é alta, a forma, o comportamento daquele que é reincidente também é rotineiro de irresponsabilidade, do uso indevido de álcool, de pegar um celular e trazer ali uma intercorrência no trânsito. O Maio Amarelo é essa versão educativa da Semob. É muito interessante e deveria ser aprofundada, elevada, na verdade, para todas as escolas durante todo o ano. Para a gente conseguir educar e conscientizar as crianças. A criança passa a ser o fiscal dos pais. Se o pai vai passar o semáforo e está no vermelho, ol filho já diz: ‘Pai, eu vou multar você’. A gente faz umas brincadeirinhas que eles começam a fiscalizar os pais. Se a gente incentivar essa criança, ao longo da vida, nós teremos bons cidadãos, conscientes, sem precisar multar. E o Maio Amarelo foca nisso. Nesse ano, a gente conseguiu alcançar cerca de três mil pessoas diretamente. Por que o trânsito continua matando? Tem regra, tem sinalização, tem [a campanha] 'se beber, não dirija', mas as pessoas não internalizam, né? E acham que não vai acontecer agora, [que] vai ser com outro. E aí acontece o acidente. E como o nome diz, é acidente, ninguém prevê. Isso tem que ser internalizado, esse cuidado, essa cautela. Às vezes tem que acontecer com o vizinho ou com uma pessoa muito próxima, para você internalizar aquilo. E é isso que a gente não queria.

As leis são frouxas?

A penalidade já é bastante razoável. Eu acredito que realmente necessita algo mais profundo, uma conscientização maior. E isso a gente alcança na criança. Enquanto é criança, você consegue levar esse aprendizado. Já quando a gente vai levar isso para o adulto, os temores dele, os medos já foram atropelados, os limites. Isso é muito perigoso. A educação no trânsito, que é uma das coisas que pede o Código de Trânsito Brasileiro, a fiscalização, a engenharia e a educação em si, ela tem que ser considerada como uma ferramenta importantíssima de prevenção a todos esses acidentes, a essa indústria da multa que tanto falam e tudo isso. A educação no trânsito é algo que eu vou tentar o máximo promover. Eu tenho conversado bastante com o prefeito sobre isso e vou para cima.

“ Os dados mostram que, quando se fala de indústria das multas, [...] não [existe]; o que a gente tem realmente é uma indústria de infratores, porque a reincidência é alta [...] de irresponsabilidade, do uso indevido de álcool, de pegar um celular e trazer ali uma intercorrência no trânsito”

A senhora é filiada ao NOVO. Como estão as conversas para 2026?

Eu acabei de entrar na carreira política e a gente tem que fazer um bom trabalho para a nossa Capital. Se eu conseguir levar isso, eu já estou no lucro. E aí o resto Deus proverá, na hora certa vai chegar. Eu tento de verdade não mexer com essa especulação [de eleições]. Estou muito focada realmente na minha função de vice, nem estou dando conta de vice. Estou focada agora na Semob, foquei na Ação Social, dei minha contribuição, com direitos humanos reforçado, com um grupo de trabalho legal, e agora estou focada na Semob.

Nestes seis meses como mulher e estreante como gestora pública, qual foi a maior dificuldade?

Agente pública eu sempre fui, desde os meus 18 anos, porque ser policial também não é fácil. Dentro da carreira policial, eu passei por muitas funções - desde assistência social, Corregedoria, educação, museu – minha carreira foi muito eclética. Conturo, ser gestora  pública, de forma macro, é trabalhoso. Nós temos formado uma equipe porreta e que quer ir pra cima. Tento selecionar a dedo aquelas pessoas para estarem trabalhando nas funções que eu preciso. Fazer a gestão por competência. Observo muito isso para fazer uma produtividade maior, trazer uma produtividade maior. Esse desafio não é só meu, é um desafio de todos os gestores que estão aí. Logicamente que eu tenho sido apontada porque a gente está na ponta do iceberg, mas tem uma equipe boa por trás.

A sua eleição junto com o prefeito Abilio foi considerada uma virada de chave para muitos eleitores. Passados seis meses, como a vice-prefeita olha pra gestão nesse momento? O que celebra e o que ainda é um grande gargalo?

[A Gestão] foi bastante produtiva, até demais. Os salários em dia, ônibus gratuito aos domingos, assistência social, projeto Siminina deslanchando. No esporte, muita coisa fluindo. Cada pasta tem uma questão de aprimoramento. A Secretaria de Obras está voando baixo, como dizem. Eu acredito que [a gestão] está bastante acelerada. E talvez seja a hora de dar uma projetada maior. Tem sido feito planejamento estratégico para toda a prefeitura, cada secretaria levando a sua visão. Eles falam dez anos, mas eu tento projetar dentro dos quatro anos, que eu sei que é o nosso mandato. Então, entregou muito já e agora deve focar um pouquinho em projetar mais, em planejar melhor, pra gente conseguir levar esse grande navio que está sendo construído de uma forma mais sensata, mais tranquila.

“ Não tenho medo de falar 'não' para o Abilio de forma alguma e isso nunca foi segredo”

Há quem diga que o prefeito é centralizador, por querer fazer muito. Ele te ouve?

A sociedade conhece o Abilio. O perfil dele não é segredo para ninguém. Eu, às vezes, me faço ouvir. Porque eu faço umas provocações ali. Se ele não me ouvir de um jeito, eu levo de outro. Ele é bastante acelerado mesmo, era do Legislativo, está no Executivo, e tem aprendido bastante também. Nós estamos aprendendo. Mas, eu acredito que ele [Abilio] tem tido muito sucesso em grande parte das decisões dele. E aquelas que não, a gente está ali pra colocar os freios, os filtros, os 'nãos'. Não tenho medo de falar 'não' para o Abilio de forma alguma, isso nunca foi segredo também. Mãe fala não para o filho, né, quando a gente só diz 'sim, senhor', não é sempre por querer bem. A gente tem que apontar onde pode dar ruim, onde pode não ser legal, onde não é interessante. Mas eu respeito, logicamente, na prerrogativa da função que ele tem, conforme todo o arcabouço legal que existe. Eu respeito a autoridade dele enquanto prefeito. E se não for legítimo algo ali, alguma ordenança ali que não é legítima, que está em desconecta com algo que eu vejo – eu sou polícia, cumpridora de leis – então eu digo: ‘Abílio, não é assim’ e a gente aponta [o problema], mas tem dado certo essa nossa parceria.

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alexandre 16/06/2025

Tem radar pegadinha no centro, não tem contagem de tempo, e quando vc vira na esquina da vivo, MULTA, quando vc começou a manobra , o sinal esta aberto, quando vc vira, esta fechado, é PEGADINHA PRA ARRECADAR BINO....

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Bob 16/06/2025

Precisa sair do gabinete e ir pra rua ver o caos que é o trânsito de Cuiabá.

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Jurandir 15/06/2025

Achei que a Semob estava sem secretário.

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João Edson Fanaia 15/06/2025

Só é multado quem excede a velocidade permitida. A culpa é do radar? Se não educa pelo amor, educa pela dor do "bolso".

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Glauber 14/06/2025

Sinceridade,não sei o que essa mulher esta fazendo na SEMOB. 6 Meses de Gestão ja se foram, alguém viu alguma obra, construçao de alguma passarels, ciclovia, melhoria de calçadas, pelo menos 1 faixa elevada de pedestre? Não,ninguém viu nada. As sinalizaças das avenidas a maioria estão todas apagadas. Tá mais perdida do que cego em tiroteo.

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Zenaide 14/06/2025

Já venho dizendo a anos ..tem que tirar todos os radares e aquelas faixas de travessia que invetaram... Vcs acham que o fugitivo da polícia vai para radar? E a faixa confunde tanto quem atravessa pq fica com medo do carro não parar e os motoristas dos carros. Freia em cima da hora... essa faixa é um perigo .. nesses dois casos já morreram pessoas.. tanto por causa da faixa e como falta de quebra molas

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Derysi Cuneat 14/06/2025

Hipócritas. Se elegem com um discurso e depois mudam para onde mais convém $$$

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João Silva 14/06/2025

SÓ PODE SER PIADA DE MAU GOSTO UMA CORONEL DE POLÍCIA DIZER QUE NÃO VAI CRIAR GUARDA MUNICIPAL PORQUE TEM UMA LEI FEDERAL QUE DÁ PODER DE POLÍCIA AO ÓRGÃO. QUASE QUE 100% DAS CAPITAIS DO PAIS TÊM A GM, VÁRZEA GRANDE, NOSSO VIZINHO MENOS ABASTADO, ESSES DIAS FORMOU VÁRIOS AGENTES, INCLUSIVE O ESTADO DOOU ARMAMENTOS PRA ELES. O QUE É PIOR, DIZER QUE VAI RECRUTAR AGENTES DO ESTADO, A PM ATUALMENTE CARECE DE EFETIVO PRO ESTADO TODO, VAI CEDER PRA PREFEITURA, SÓ PODE ESTAR DE BRINCADEIRA. INFELIZMENTE, DEVERIAM INVENTAR UMA DESCULPA MAIS CONVINCENTE PRA JUSTIFICAR MAIS UMA PROMESSA NÃO CUMPRIDA DE CAMPANHA DA ATUAL GESTAO. LASTIMÁVEL!

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Pedro luis 14/06/2025

Ela com certeza nunca pagou uma multa de radares..Daí fica falando estas abobrinhas e defende os donos de Radares..O correto e acabar com radares e instalar lombadas daí o povo anda devagar.

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Gilvan Dantas 14/06/2025

Os radares e lombadas eletrônicas nunca educaram o trânsito e sim encheram os cofres de dinheiro. Isto está mais do que provado. Na minha opinião a solução é muito simples fazer lombadas em locais estratégicos com pintura, sinalização e sonorizações e uma boa campanha publicitária, seriam suficientes. Mas isto demanda investimentos e o radares geram receita, essa é a diferença.

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Mauro 14/06/2025

Esta na contramão do que pensa o seu CHEFE ABILIO.

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Mauro 14/06/2025

Esta na contramão do que pensa o seu CHEFE ABILIO.

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12 comentários

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